Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
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O podcast do Estadão traz o colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Епизоди
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Carlos Andreazza: A defesa de Moraes no julgamento de Xandão | Estadão Analisa 15.09.2026 1ч 5минNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem definir nesta terça-feira, 15, se abrem ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes por suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão tem previsão de início às 10h, mesmo depois de pressão de integrantes da Corte para adiamento da discussão sobre o caso. Moraes passou a ser figura central no debate do Master após o Estadão revelar detalhes de um relatório da Polícia Federal com troca de mensagens suspeitas entre ele e o banqueiro, preso na Operação Compliance Zero. Depois, o ministro André Mendonça, relator do caso, tirou o sigilo da investigação. Nos últimos dias, com a proximidade do escrutínio, os ministros da Suprema Corte deflagraram uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão. O presidente do STF, Edson Fachin, contudo, manteve a data já marcada. Diante da irredutibilidade de Fachin, duas soluções começaram a ser articuladas nos bastidores. Uma delas é um pedido de vista logo no início da sessão, o que poderia adiar a discussão para mais adiante. Esse plano pode não ser efetivo, já que Mendonça pretende expor seu voto mesmo se houver alguma medida nesse sentido. Outra seria construir um caminho do meio em que os diferentes interesses do plenário fossem parcialmente contemplados. Nesse cenário, a discussão seria abortada logo no início, com a constatação que o relatório da PF com indícios contra Moraes foi feito de forma irregular. O julgamento traz o potencial de definir o tamanho político e institucional do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Ele pode sair gigante do plenário, assumindo o controle efetivo sobre a reorganização de uma Suprema Corte que atravessa sua maior crise ética e de credibilidade, ou correr o risco de encolher, a depender do desfecho e de sua capacidade de condução. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: O julgamento de Xandão (só que não) | Estadão Analisa 14.09.2026 1ч 3минNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre a dimensão que tomou a guerra entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma ala da Corte pressiona para que o presidente, Edson Fachin, reveja sua decisão de realizar na terça-feira, 15, a sessão para debater os indícios que apontam para uma relação suspeita mantida entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A parte visível da oposição a Fachin vem de aliados de Moraes — que, nos últimos dias, incluindo no fim de semana, se embrenharam em uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão. Para esse grupo, o ideal seria promover no mesmo dia a discussão sobre o pedido de Moraes para investigar André Mendonça. Fachin resistiu: manteve a sessão de terça-feira agendada e jogou o caso contra Mendonça para o dia 23. O colunista também analisa a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de requisitar diretamente à Polícia Federal uma cópia dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro foge do procedimento considerado mais convencional e expõe o grau de desconfiança entre os integrantes da Corte. O ministroGilmar Mendesfez o mesmo pedido à direção-geral da Polícia Federal, sem, contudo, estabelecer um prazo para a entrega. Na sexta-feira, o decano da Corte já havia solicitado a Fachin que tomasse providências para que todos os magistrados tivessem acesso ao material. Criminalistas ouvidos pelo Estadão consideram defensável que os ministros tenha acesso ao material, mas questionam a forma como Zanin requisitou, já que os dados estão vinculados a uma investigação sob relatoria de André Mendonça. Além disso, o presidente da Corte, Edson Fachin, passou a conduzir, em procedimentos próprios, a crise entre ministros. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: O STF autorizará investigação contra Moraes? | Estadão Analisa 11.09.2026 1ч 3минNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a expectativa acerca da reunião da próxima terça-feira, 15, marcada para a avaliação de um pedido de investigação das mensagens de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes. Nove ministros do Supremo decidirão se o ministro Moraes será investigado por supostas relações com o ex-dono do Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, conversou nesta quinta-feira, 10, com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a sessão. Está na pauta de julgamentos o pedido feito por André Mendonça para que Moraes seja investigado por ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Fachin liberou para todos os gabinetes de ministros a íntegra do processo que trata do caso envolvendo Moraes. Ele tenta um consenso entre os ministros sobre o formato da sessão. O presidente inicialmente previu que ela seja realizada de forma presencial e aberta ao público. Parte dos ministros defende que a discussão seja a portas fechadas. A escalada da crise no Supremo colocou de vez a Corte no centro da campanha eleitoral a menos de um mês do primeiro turno e deu novo combustível a um tema que já vinha sendo explorado, sobretudo por candidatos ao Senado. Desde que o impulsionamento eleitoral nas redes sociais passou a ser autorizado, foram identificados cerca de 5 mil anúncios relacionados ao Supremo e a seus ministros, especialmente Alexandre de Moraes, com gastos que chegam a R$ 2,9 milhões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: Dino é Moraes. Fachin será o quê? | Estadão Analisa 10.09.2026 1ч 4минNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a crise no STF e as ações de seu presidente. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira, 9, retirar das mãos de Alexandre de Moraes a condução do inquérito das fake news, em tramitação há sete anos, e transferir o caso para a Presidência da Corte. Em paralelo, Fachin determinou que a investigação sobre as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, reveladas pelo Estadão e relatadas pelo ministro André Mendonça, seja submetida ao plenário da Corte na próxima terça-feira, 15. Alexandre de Moraes, que editou o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua mulher, também aparece em conversas nas quais Daniel Vorcaro lhe pergunta se deveria deixar o País diante do avanço das investigações. Quando o ministro André Mendonça, relator da Operação Compliance Zero, levantou o sigilo das apurações, Moraes usou o inquérito das fake news contra Mendonça. ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Andreazza: ‘Os precedentes do Direito Xandônico: Mendonça se serve de Moraes’ | Estadão Analisa 09.09.2026 1ч 1мин No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a crise no Supremo Tribunal Federal. A decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Andrei Rodrigues, em razão do relatório de inteligência usado por Alexandre de Moraes para atacá-lo repete práticas que antes se pensava existir apenas no gabinete do ministro Moraes. São tantos os precedentes na Corte criados pela conduta de Moraes que hoje Mendonça se vale de um deles, com a justificativa de que os fins justificam decisões monocráticas, que sempre ficariam melhor se respaldadas pelo colegiado. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, intimou o ministro André Mendonça a se manifestar sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que quer anular o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Fachin deu prazo de 72 horas para Mendonça se pronunciar. A AGU entrou com o pedido de anulação do afastamento nesta terça-feira. O recurso foi direcionado ao presidente do STF. No entendimento da AGU, que representa o governo federal em ações na Justiça, o afastamento do chefe da PF viola competência privativa do presidente da República. Mendonça submeteu a decisão à Segunda Turma da Corte, que formou maioria para validar a decisão. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Andreazza: O ‘todo institucional’ de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa 08.09.2026 1ч 1минNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal. O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal. Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes. O teor das conversas foi revelado pelo Estadão. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana. Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. “Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça. O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
O clube do uísque contra-ataca: quando Xandão defende Moraes | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 04.09.2026 1ч 12минNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 04, Carlos Andreazza fala da guerra que se instalou dentro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes está acusando o colega André Mendonça de uma série de irregularidades que ele mesmo cometeu ao longo dos últimos anos. O ministro Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Relator do caso Banco Master, Mendonça levantou na terça-feira, 1º, o sigilo de um relatório da Polícia Federal que compilou 51 mensagens comprometedoras entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão. Moraes atribui a Mendonça quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria das operações Sem Desconto e Compliance Zero. O material produzido pela corporação indica que há “quadro indicativo de que André Mendonça adota posturas muito diferentes diante de ilicitudes aparentes relacionadas aos Ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, em comparação com sua percepção no que toca ao Ministro Alexandre de Moraes, apresentando discurso de defesa quanto aos dois primeiros”. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, pediu explicações aos ministros sobre fatos relacionados ao relatório da Polícia Federal que expôs a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro. Também devem prestar esclarecimentos o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da PF, Andrei Rodrigues. Todos terão prazo de cinco dias úteis para fazer isso. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: ‘Moraes obstrutor de Justiça’ | Estadão Analisa 03.09.2026 1ч 6минNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF e suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) anunciou no início da noite desta terça-feira, 1º, que quase 100 parlamentares de oposição assinaram pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O partido também entrou com uma notícia-crime pedindo o afastamento e a prisão de Moraes por tráfico de influência e obstrução de justiça. No tribunal, a perspectiva de que o ministro Alexandre de Moraes assuma a presidência do STF no ano que vem, ao final do mandato do ministro Edson Fachin, empossado para o biênio 2025–2027, tornou-se um fator de apreensão nos bastidores da Corte. O receio central envolve o impacto sobre a credibilidade da instituição caso ela passe a ser comandada por um magistrado alvo de suspeitas não esclarecidas. Na primeira sessão após a divulgação do material, os ministros se esforçaram para conferir ao Supremo Tribunal Federal um ar de normalidade um dia após a divulgação do elo entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Ao passar por jornalistas que o aguardavam em uma das entradas do tribunal em busca de uma declaração, Moraes silenciou. Mas sorriu e cumprimentou a imprensa. O ministro costuma evitar esse contato. Ainda em Brasília, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento de denúncias feitas pelo banqueiro Daniel Vorcaro sobre supostas ameaças que alega ter sofrido na prisão para não firmar um acordo de colaboração premiada. As declarações foram dadas pelo banqueiro no gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master, durante oitiva realizada na última quinta, 27. Como revelou o Estadão, Vorcaro afirmou, em depoimento prestado à equipe do ministro, que quer delatar integrantes do “atual governo” do presidente Lula e citaria nessa delação a realização de viagem com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ele, porém, não deu detalhes nem indicou provas dessa relação. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Andreazza: ‘Clube do uísque pelado: o Moraes de Vorcaro. E o Gonet de Moraes’ | Estadão Analisa 02.09.2026 1ч 1минNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 02, Carlos Andreazza fala das novas revelações sobre o caso Master. A troca de mensagens entre Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, indica que o ministro discutia com o banqueiro a possibilidade de a Polícia Federal deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero e a estratégia que o dono do Master deveria adotar para frustrar o cumprimento da ordem de prisão preventiva contra ele expedida pela 10.ª Vara Federal do Distrito Federal. O compartilhamento de informações sigilosas entre Moraes e Vorcaro sobre os primeiros passos da investigação começou em 4 de novembro de 2025 e se intensificou à medida que se aproximava a prisão do banqueiro. Segundo investigadores, o conteúdo da conversa permite inferir que Moraes repassava a Daniel Vorcaro detalhes sensíveis sobre o andamento inicial da Operação Compliance Zero, incluindo datas e horários de diligências planejadas pela Polícia Federal. Em 15 de novembro de 2025, um sábado, Vorcaro consultou Moraes. “Acha que segunda já tenho que estar fora?”, sobre sair do País para escapar da prisão. Quarenta e oito horas depois, na noite de 17 de novembro, segunda-feira, o banqueiro foi preso pela PF quando tentava embarcar em um jato particular com destino a Malta e, depois, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde buscava concretizar a venda do Banco Master. Para investigadores, pretendia fugir do País. O ministro André Mendonça, relator do processo do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá fazer pedido formal de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes sem antes alinhar o passo com o presidente da Corte, Edson Fachin. A postura reflete uma praxe adotada por Mendonça, que tem mantido diálogos frequentes com Fachin e priorizado a consulta prévia sempre que se depara com episódios de alta tensão institucional. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: ‘Dias Toffoli contra a Lei’ | Estadão Analisa 01.09.2026 1ч 3минNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a realização de parte da propaganda eleitoral na internet de Renan Santos, o candidato do Missão à Presidência da República, bem como sustou repasses do fundo eleitoral à campanha, a realização de gastos com eventuais recursos já repassados e o direito de participar de debates em rádios, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação. As proibições se estendem também ao vice na chapa, Aroldo Medina. Não há impedimento à realização de campanha nas ruas. Na decisão, Toffoli proibiu a veiculação de propaganda em perfis e sites informados fora do prazo à Justiça Eleitoral. O Missão declara publicamente que não vai usar dinheiro do fundo eleitoral nesta campanha. Segundo o TSE, o partido tem direito a R$ 3,3 milhões do fundo. Até o momento, a campanha de Renan não registrou entrada desse dinheiro público como fonte de receita. Segundo o Toffoli, Renan deixou de comunicar no tempo indicado por lei todas as contas que mantém em redes sociais. Essas informações devem ser prestadas no momento do registro, ou um dia após a criação de novos canais. “A própria omissão de dados é indício de fraude à lei”, escreveu o ministro. Segundo a decisão, 16 perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento do registro da candidatura. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Uma eleição disputada na lama. Quem chafurda menos? Eleitor tapa o nariz e vota | Estadão Analisa 31.08.2026 1ч 2минNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a disputa das eleições majoritárias de 2026 . Do lado petista da disputa, investigação mostra que a empresa de tecnologia para a qual a lobista Roberta Luchsinger atuava fechou mais de R$ 81 milhões em contratos e aditivos com órgãos federais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O valor global dos negócios da 3Structure, firma de Florianópolis (SC), de Cleber Ribas, na esfera federal é ainda maior. A Telebras não divulga o valor do contrato de cinco anos celebrado com a firma em 2024. As investigações da Polícia Federal apontam que Roberta foi contratada por Ribas para intermediar interesses dele com órgãos públicos. Ainda segundo a PF, a suspeita é de que a lobista atuava em sociedade oculta com Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula. Como revelou o Estadão, a PF diz que Lulinha é citado em diálogo de Roberta com Cleber Ribas como “destinatário de pagamentos e de benefícios” do empresário. Os valores ainda não foram detalhados. No lado bolsonarista, o candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a dizer que não há irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração foi feita em entrevista à Record, que foi ao ar neste domingo, 30. “Absolutamente nada de errado”, disse sobre o caso. “É muito diferente do que fez o atual governo. Aí, sim, o Lula deve explicações, porque a gente não sabe até hoje, se ele é o patrocinador, se ele é o conselheiro, se ele é um sócio do Banco Master, o próprio Lula, o próprio presidente da República, ele fez uma reunião prometendo para os representantes do Banco Master que podiam esperar um pouquinho, porque o presidente do Banco Central ia ser trocado, então o governo teria uma forma de ajudá-lo (Vorcaro) a resolver os seus problemas no Banco Master”, disse. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Presidente com filho investigado manda chefe da PF se apaziguar com relator no STF | Estadão Analisa 28.08.2026 1ч 3минNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em meio às investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se reúna com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Lula também quer investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da PF envolvendo mensagens trocadas entre o filho e a empresária lobista Roberta Luchsinger. O pedido foi aceito, e Mendonça determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados no processo. Ainda sobre Lula, que como candidato à reeleição defendeu o filho, mas reconheceu que é “totalmente errado” que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, tenha recebido recursos da lobista Roberta Luchsinger, como revelado pelas investigações da Polícia Federal. O presidente foi sabatinado nesta quinta-feira, 27, pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O presidente afirmou que não existe, até o momento, uma acusação contra o seu filho, mas apenas suspeitas baseadas em conversas telefônicas e outros elementos da investigação. “Uma conversa de telefone não justifica nada. São só ilações tiradas de telefonemas”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Carlos Andreazza: ‘Quem comanda o Supremo?’ | Estadão Analisa 27.08.2026 59минNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal. A troca de comando no STF está prevista para setembro de 2027, mas na prática, a transição já começou. Alexandre de Moraes, futuro presidente, tem representado a Corte em encontros com chefes do Executivo e do Legislativo, além de promover reuniões com lideranças do Judiciário. Moraes abriu a semana conduzindo uma audiência pública com presidentes de tribunais de todo o País para discutir o combate ao crime organizado. Também chamou integrantes do Ministério da Justiça, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de prefeituras. O ministro convocou as reuniões por ser o relator de ações que contestam a Lei Antifacção. Edson Fachin, o presidente do Supremo, compareceu como convidado. No recesso de julho, quando foi presidente interino do tribunal, Moraes foi ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia de sanção de leis voltadas à proteção das mulheres. Depois do evento, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar um café. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
‘Vazamento para todos! Se vaza de Lulinha, tem de vazar de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa 26.08.2026 58минNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre os vazamentos das investigações em curso no Supremo. O advogado que representa Lulinha questionou a sequência de vazamentos em investigações envolvendo seu cliente. Em entrevista ele disse que o caso recebe tratamento desigual e que há materiais ainda não conhecidos publicamente. Ao responder sobre o que poderia surgir nas apurações, Carvalho falou sobre o caso Dark Horse, relacionado ao senador Flávio Bolsonaro e ao suposto financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo ele, ainda existe conteúdo não divulgado, incluindo áudios e vídeos citados na investigação. Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça contra o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) por conta de um vídeo produzido com inteligência artificial que, segundo sua defesa, associa sua imagem diretamente a práticas criminosas. O conteúdo apresenta o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “estrela da corrupção” e utiliza recursos de edição e IA para inseri-lo em uma narrativa sobre supostos crimes. De acordo com advogado de Lulinha, o vídeo descontextualiza imagens e fatos e constrói, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre Fábio Luís e condutas ilícitas que não teriam respaldo factual. A defesa também contesta a afirmação “eles roubaram”, usada na produção, e sustenta que o material ultrapassa os limites da crítica política ao atribuir a ele a prática de crimes. O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados sigilosos em caso envolvendo o filho do presidente Lula. A decisão diz respeito ao conteúdo de reportagens jornalísticas. O ministro se baseia em mensagens privadas e detalhes dos inquéritos que investigam tráfico de influência e a Operação Sem Desconto, que envolve as fraudes no INSS. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
“STF, PF e eleições: ‘Dark Horse’ versus ‘Dark Lobby’” | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 25.08.2026 59минNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o momento das eleições presidenciais de 2026. De um lado, uma investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie. Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo. A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela. O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista. Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro. Do outro, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta segunda-feira, 24, ao ser novamente questionado sobre a prestação de contas relacionada ao filme Dark Horse. “Vocês vão parar no tempo?”, indagou. Segundo ele, a responsabilidade pelas explicações não é dele. Três meses já se passaram desde que Flávio disse que apresentaria publicamente um relatório detalhado sobre o financiamento do longa-metragem, que contou com verba de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Flávio foi perguntado sobre a decisão de deixar a gestão dos recursos destinados ao projeto sob responsabilidade da produtora Go Up. De acordo com o candidato, a prestação de contas já foi apresentada no âmbito de uma investigação em São Paulo e divulgada pela imprensa. Ele afirmou ainda que a produtora teria gasto mais do que recebeu. O questionamento ocorre no mesmo dia em que o ministro Flávio Dino, do Supremo, autorizou a Polícia Federal a acessar dados apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo em uma operação que atingiu a Go Up. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O debate dos ausentes: Lula e Flávio Bolsonaro só podem falar em ambientes controlados 24.08.2026 1ч 3минNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a comenta os principais acontecimentos do primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2026, realizado na noite de domingo, 23, pela Band e pelo Estadão, em parceria com TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan. O encontro foi marcado pelas ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No palco, participaram Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Mesmo fora do debate, Lula acabou no centro das discussões. Os adversários direcionaram críticas ao governo e ao presidente, enquanto seus apoiadores defenderam a decisão de não participar. A justificativa apresentada pelo próprio petista foi a de que sua presença o transformaria no principal alvo dos demais candidatos. Andreazza também analisa os reflexos do debate sobre a disputa eleitoral. Uma dinâmica realizada pelo Instituto Travessia com um grupo de eleitores apontou Caiado como o candidato de melhor desempenho na avaliação dos participantes. O levantamento indicou ainda comportamentos distintos entre os eleitores dos dois nomes que lideram as pesquisas. Enquanto os participantes que declaravam apoio a Lula mantiveram sua preferência ao longo do debate, parte dos eleitores que inicialmente apoiavam Flávio Bolsonaro passou a considerar outros candidatos após o confronto. No programa, Carlos Andreazza discute o significado das ausências, a estratégia dos candidatos que participaram do encontro e os possíveis efeitos do primeiro grande confronto da campanha de 2026 sobre uma disputa que começa a ganhar novos contornos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Start #442 com Daniel Gonzales: Inovação e tecnologia na construção das cidades inteligentes 22.08.2026 23минSalvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade. Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia. São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades? No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes. O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Caso Lulinha: A PGR de Gonet, que é de Moraes (e Gilmar), e seus rigores variados | Estadão Analisa 21.08.2026 1чNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal. Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF. Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção. Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão. Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações. Assine o Estadão! https://www.estadao.com.br/assine/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information. -
‘Oligarcas do Poder: Gilmar Mendes em socorro à dupla censora Moraes e Dino’ | Estadão Analisa 20.08.2026 1ч 5минNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que defendeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um investigado que é fonte de um jornalista, no Maranhão, no inquérito que investiga os crimes de stalking e difamação ao ministro Flávio Dino. Em outra frente, a Polícia Federal descartou o crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista do Maranhão que fez publicações sobre carros oficiais usados pela família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e afirmou que não é possível “apontar com máxima certeza” se Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo, recebeu pagamentos para fazer as publicações. As constatações aparecem em relatórios da investigação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso que apura uma suposta perseguição a Flávio Dino, antes da ordem de busca e apreensão contra o informante do jornalista, cumprida no último dia 11. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Andreazza: Dobradinha Moraes-Dino: não querem a volta do diploma, mas o controle sobre o jornalismo 19.08.2026 1ч 1минNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira, 18, que a Corte volte a discutir a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão e afirmou que “a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”. A obrigatoriedade do diploma foi derrubada pelo STF em junho de 2009, quando o plenário da Corte decidiu que o certificado não poderia ser exigido para o exercício da atividade na imprensa. “Há uma decisão do Supremo, a qual respeito, obviamente, e quem sabe um dia será debatida novamente, quanto à dispensa do diploma de jornalista para o exercício da profissão. Então, isto constitui um complicador na medida em que há extensão automática deste regime de garantias a qualquer blogueiro”, disse Dino ao votar durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica após reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais. Durante o julgamento, o ministro Alexandre Moraes disse que deve ser adotada o que chamou de “regra de transição” a ser aplicada para quem já exerce a atividade profissional de jornalista. E chegou a defender que haja uma regulamentação da atividade, sem detalhar se sua ideia seria regular a imprensa ou apenas a retomada da exigência de diploma. “Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje, eu sou jornalista’, e começa, em seu blog, a ofender a honra de inúmeras pessoas e a se escudar na liberdade de imprensa. Claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério. Então, talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, uma regulamentação para evitar exatamente isso. E Vossa Excelência disse: talvez o PCC, talvez o Comando Vermelho comece... Não, infelizmente, já se infiltraram em redes de desinformação nas redes sociais”, assinalou Moraes. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Популярен в
Този подкаст се появява и в подкаст класациите на тези държави.