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Последен 16.10.2026

Os sons que marcam o dia político em análise por Ana Sá Lopes e Helena Pereira, num podcast do PÚBLICO com moderação de Ruben Martins.

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  • Pedro Nuno e Montenegro: o que a venda da TAP tem de "divertido"? 16.10.2026 7мин
    O Governo escolheu a Lufthansa como vencedor da privatização dos 44,9% do capital da TAP (outros 5% estão destinados aos trabalhadores), e já está a preparar o terreno para vender os restantes 50,1% ao grupo alemão, deixando a TAP totalmente em mãos privadas. Uma vitória do PS, mas também do Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Habitação: O momento “não sejam piegas” de Luís Montenegro 15.10.2026 14мин
    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu nesta quinta-feira aos manifestantes do Movimento pela Habitação, no Porto, que “não sejam egoístas” quanto à tranquilidade e à ordem pública, e defendeu que as forças policiais costumam ser “extraordinariamente criteriosas e respeitadoras”. Terá sido este o momento "não sejam piegas" de Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Centeno é o Passos Coelho de José Luís Carneiro? "Passos é singular, não tem gémeo" 14.10.2026 42мин
    Em entrevista ao podcast Soundbite do PÚBLICO, o secretário-geral do Partido Socialista recusou “adicionar problemas graves” ao país criando cenários de instabilidade, ainda que, considera, “uma parte do PSD deseje eleições e queria uma crise política”. Neste episódio, José Luís Carneiro fala sobre o Orçamento do Estado, Mário Centeno, os candidatos a líder do PS e sobre os cenários de governabilidade futura. Este é "um mau orçamento", diz o PS, mas o PS ao mesmo tempo viabiliza-o. O que é preciso para o Partido Socialista chumbar um orçamento? É estar em primeiro nas sondagens com uma maioria absoluta, é isso? O PS já está em primeiro. Se fosse pelas sondagens, eu devia votar contra o orçamento. Mas ainda não tem maioria absoluta.Há muitas razões para votar contra este orçamento. Desde logo, as opções políticas que estão no documento que são opções erradas do nosso ponto de vista e com uma má hierarquia. Mas pergunto: alguém entende que nesta altura criássemos uma crise política? Temos uma guerra nas fronteiras da Europa, estamos a viver o que se está a viver no Médio Oriente, com os impactos brutais na economia internacional e nas condições de vida. Criar uma crise política seria adicionar problemas mais graves. Ficaríamos a gerir o país em duodécimos, sem poder fazer face às necessidades ou circunstâncias eventualmente mais gravosas às quais teremos que fazer face. E, portanto, em função dessa avaliação, o meu juízo foi este. E depois houve um dado adicional muito importante: eu coloquei quatro exigências ao primeiro-ministro e o primeiro-ministro respondeu afirmativamente a essas quatro exigências. Bom, houve uma reunião com a direcção da bancada parlamentar. Apresentaram os termos macroeconómicos do orçamento, nada de substantivo havia. E eu percebi que havia aqui uma tendência, que, aliás, está muito presente dentro do próprio partido, como tem visto por últimos dias, havia uma tendência para criar uma crise política. É a minha interpretação. Acha que o governo queria?Há uma parte do PSD que não está confortável, como, aliás, se tem visto. Essa parte do PSD deseja eleições. Os passistas?Eu chamo a atenção que há muitos muitos sociais-democratas que queriam que o PS fosse mais intransigente nas suas posições. Vocês têm-no certamente observado. E por que é que querem que o PS seja mais intransigente? Acha que os apoiantes de Passos Coelho queriam que o PS fosse mais intransigente para provocar uma crise política?O que eu depreendo, da forma como se tem pronunciado publicamente, é de que queriam uma circunstância política que permitisse fazer aquilo que sempre desejaram, que é uma aliança com o Chega. Eu quis afirmar desde a primeira hora: o PS não contribuiria para criar qualquer crise política. Ao dar esta viabilização orçamental, está a tentar evitar também uma crise política que permita uma maioria de direita PSD-Chega?Que evite que a chave do orçamento fique nas mãos do Chega, porque era isso que estava em curso. O Chega tem interesse numa crise política e há uma parte do PSD que também quer essa crise política. As eleições em 25 foram provocadas por uma moção de censura do Chega e depois por moção de confiança do governo. Nós acabamos esta legislatura, em Julho, com o Chega a ameaçar com uma moção de confiança, regressou de férias com uma moção de censura. É por ter consciência de que há quem viva da crise e da instabilidade, que o Partido Socialista tudo procurará fazer para dar condições de governabilidade porque é necessário que o governo governe e responda às pessoas. No fundo, está a dizer que vai levar este governo até 2029.Vai depender do governo. A estabilidade não é um fim em si mesmo, ela tem de servir para responder aos problemas concretos das pessoas: o custo de vida, em primeiro lugar. Segundo, as questões da habitação. Porém, o PS não pediu nada sobre habitação e custo de vida nas quatro condições que colocou para este orçamento.Mas a habitação também está na Constituição. Este governo avançou com o programa de arrendamento que é, digamos, uma espécie de Lei Cristas 2.0. A lei do arrendamento precisava de atualização. Acontece que passa do 8 para o 80. O que é que se pode fazer?Desde logo, voltar a adoptar a medida que adoptamos em 2023 que foi a suspensão dos vistos gold e a suspensão do estatuto de residentes não habituais. Porque isto é um efeito de sobreaquecimento sobre o imobiliário. A proposta do governo tem dois graves problemas: um, dificulta a entrada no mercado de arrendamento dos mais jovens e das famílias que recorrem ao arrendamento acessível; segundo, a prazo, vai tornar-se também numa facilitação dos despejos para pessoas com mais idade. É evidente que os proprietários que têm casa para arrendar querem garantias na protecção do seu património, querem garantias no pagamento das rendas e também querem garantias na actualização das rendas. Mas isto pode ser feito com uma garantia pública. Acha que o Chega vai aprovar a proposta do Governo?Sobre o Chega, há matérias de dignidade humana onde tem havido uma predisposição muito forte de a AD a se entender com o Chega. O período de Junho e Julho foi um período negro. Há um conto de Sophia que é "O Bispo" que tem dois personagens: o dono da casa e o senhor muito importante. Encontram-se para saber como é que deveriam trair o mais pobre. Foi a imagem que [PSD e Chega] me transmitiram. Felizmente, houve o recuo em relação às questões da revisão constitucional e em relação também à questão da PSU. Eu chamo a atenção para aqueles que por vezes dizem: "Bom, mas o PS tem uma oposição que devia ser mais dura, devia ser mais contundente." Eu acho que as pessoas querem falar um pouco mais indignadas, porque as pessoas hoje também vivem muito indignadas. Eu chamo a atenção que nas matérias fundamentais, o PS foi de uma firmeza total. Como se costuma dizer, o PS faz uma oposição fofinha.Fez uma oposição dura naquilo que é essencial. Veja, na contra-reforma laboral, na PSU, na revisão da Constituição. Mas também tem havido algumas convergências, algumas mais inesperadas do que outras, com o Chega em matéria orçamental. O que é que o PS espera conseguir passar na especialidade juntamente com o Chega?Nós não procuramos nenhuma aliança nem nenhum acordo com o Chega. Agora, acontece que nas votações não podemos dizer aos outros que querem votar as nossas propostas para votarem contra as propostas. Na especialidade, vamos procurar levar de novo as questões ligadas ao custo de vida, como os bens alimentares, nomeadamente, a baixa do IVA com o cabaz dos bens alimentares essenciais, a questão dos combustíveis, o apoio aos sectores da agricultura e das pescas. O congelamento das propinas?Este orçamento não é amigo dos mais jovens. Há várias medidas, entre elas essa questão do descongelamento das propinas. Para as medidas que vamos levar à especialidade, temos receita que encontramos no orçamento. Garantimos a sustentabilidade das contas públicas. É um dever. E temos de evitar que, se o governo vier a entrar em déficit orçamental, venha a responsabilizar o Partido Socialista por isso, porque há muito tempo dizemos, e Mário Centeno tem razão naquilo que diz, quando diz que o ritmo de crescimento da despesa está muito acima do ritmo de crescimento da receita. E onde é que o governo cortou na receita? O governo cortou no IRC para todas as grandes empresas. Por exemplo, o setor da banca paga menos 35 milhões de euros por causa do IRC. Este corte no IRC para todos vai significar, ao fim de quatro anos, cerca de 3.000 milhões de euros de perda na receita. Mas depreendo que admite, então, que possa haver convergências com o Chega?Nós não vamos rejeitar apoios, agora aquilo que nós queremos garantir é que as propostas que apresentarmos na Assembleia da República sejam sustentáveis do ponto de vista orçamental porque esse é o compromisso que eu tenho com o país. Não vão desvirtuar o orçamento, como diz Miranda Sarmento?Não vamos desvirtuar o orçamento naquilo que tem a ver com a sua componente de receita e despesa. Passos Coelho já é o pró-candidato a primeiro-ministro. Já percebeu o que é que Mário Centeno quer ser?Tem estado a dar um contributo muito importante para a nossa equipa económica. Ele e outros, como o Fernando Medina, o Costa e Silva, o Siza Vieira, o bastonário da Ordem dos Economistas, o professor António Mendonça. São cerca de 25 personalidades. Mas concorda com Mário Centeno quando diz que as pessoas não têm quem votar?Compreendo o que diz o Mário Centeno. Está a falar para aquelas cerca de 45% de pessoas que não votam nas eleições legislativas. A fragmentação não significa mobilização do eleitorado. Há uma percentagem muito elevada de eleitorado que não vota. Há um eleitorado em relação ao qual nós temos de ser capazes de corresponder com políticas públicas. Mário Centeno não é o seu Passos Coelho?De modo algum. Passos Coelho é singular. Não tem gémeo. Mas os dois querem regressar. Os dois estão a tratar do seu regresso, ou não?Não. Vejo uma vontade em Passos Coelho. Aquilo que vejo no meu amigo Mário Centeno é uma vontade de dar um contributo à sociedade. Aliás, ele próprio disse que não tinha essa vontade de ser primeiro-ministro. E também disse que não tinha vontade de se candidatar. Tem vontade de contribuir. Eu acho muito importante que tenha vontade. Era o que faltava que alguém com 59 anos, com uma experiência nacional e internacional como aquela que tem, não quisesse contribuir para a vida do seu próprio país. Não compreendo é como Passos Coelho não avança com propostas para o seu país. Vi há dias uma entrevista que deu, não apresentou uma única proposta para o futuro do país, nem para a saúde, nem para a habitação, nem para os salários. Julgo que os pensionistas, quando ouvem Passos Coelho falar de reformas, ficam com os cabelos em pé. Acha que Passos Coelho seria um adversário mais fácil que Luís Montenegro?Eu estou a preparar-me para travar eleições com Luís Montenegro, mas naturalmente, preparar-me-ei para combater os adversários que aparecerem com uma proposta alternativa para o país. Passos Coelho não pode ser uma espécie de oráculo que aparece de longe a longe. Se tem propostas para o país, é muito importante que as apresente. Está à frente das sondagens. Já pensou que se nas próximas eleições o PS ganha sem maioria absoluta, Montenegro perdendo pode sair da liderança do partido, vem Passos Coelho, que faz uma coligação com o Ventura e depois impedem-no de formar governo. Já pensa que isso pode acontecer?Não é um cenário impossível. Mas chamo a atenção do seguinte: se se confirmar a hierarquia das sondagens, o PS em primeiro, o Chega em segundo e a AD em terceiro, significa que o PSD não pode deixar de viabilizar um governo formado pelo PS. Porque se o PSD apoiar um governo liderado pelo Chega, isso significa a extinção do PSD. Mas isso aplica-se a Montenegro, mas não a Passos Coelho.O Poiares Maduro e Matos Correia disseram aquilo que é essencial: para haver uma uma conformação dessas duas configurações políticas, era necessário que houvesse uma partilha de valores e, como nós temos verificado, não há uma partilha de valores democráticos com aquilo que são as ideias de um partido que quer destruir a Constituição. É incompatível. Mas então aceitaria o PSD dentro do seu governo se ganhar sem maioria absoluta?Não se trata do bloco central. Trata-se de apoio parlamentar. Nós apoiamos a formação do Governo, a composição da mesa da AR, o OE de 25 e 26. O Partido Socialista tem dado provas de responsabilidade e de compromisso com os valores democráticos. O que é que espera? O princípio da reciprocidade da parte do PSD. Mas depois podem não ser as mesmas pessoas à frente do partido.Bom, mas essa é uma realidade que temos que aguardar. Eu estou convencido que Luís Montenegro é combativo e não deixará a função sem travar o seu respectivo combate democrático. Aqui no Soundbite gostamos muito de fazer apostas: Qual é que é a probabilidade, de 0 a 100, do assalto ao gabinete do Chega ter sido uma encenação?Bom, recuso-me a fazer essa reflexão porque isso seria de tal ordem grave para as instituições e para a democracia que levaria a decisões de natureza jurisdicional, que eu não quero neste momento conceber. E qual é a probabilidade desta legislatura ir até ao fim? Pela sua conversa, imagino que 100%.Não. Depende mais do primeiro-ministro e do governo. O primeiro-ministro e o governo têm de constituir a sua maioria política no Parlamento. E quando actuam com arrogância e com insensibilidade, não se podem esquecer que é no Parlamento, com diálogo, com concertação, que podem construir a maioria política para responder às necessidades das pessoas. Não é estar no poder pelo poder. Sente que tem o partido consigo ou ainda há outros nomes a pairar que ambicionam o seu lugar?Tenho o partido unido como foi bem patente nesta última comissão nacional. Mas que haja aspirações futuras à liderança, é normal um partido como o PS. O PS é um partido plural, democrático, é um grande partido da democracia e ao mesmo tempo é um conforto para quem lidera o partido. Imagine que não havia opções futuras: isso era negativo para o PS. Assim como eu fui uma alternativa à liderança anterior, é natural que haja alternativas e aspirações futuras. É bom ver que há nas gerações que vêm a seguir, dos 40 e dos 30, pessoas que têm essa aspiração. Há gente com 31 que já são candidatos a líder.É bom. Está a falar de Miguel Costa Matos?E outros, Bruno Gonçalves, Costa Matos, João Torres. Mostra que o PS tem uma vitalidade. Vamos entrar na polémica dos últimos dias com esta questão do ministro da Administração Interna com Ricardo Carrilho. O PS vai continuar a sustentar estes casos e casinhos do governo, sem puxar as orelhas ao Governo e dizer que isto é insustentável?Já o disse ao primeiro-ministro. E disse mais: que o ministro da Administração Interna tinha a sua autoridade política fragilizada. E acrescento hoje: é insustentável continuar esta instabilidade num dos mais importantes ministérios da soberania. É insustentável, e eu espero que o primeiro-ministro tenha consciência do que se está a passar e do que foi afirmado. Acha que o Presidente pode chamar a atenção e pedir a demissão do ministro?Isso é uma matéria do foro da responsabilidade do Presidente da República. Imagino que haja diálogo sobre os vários assuntos do Estado entre o primeiro-ministro e o Presidente da República. Agora, há algo que eu sei. O que agora foi reportado por um alto responsável do Ministério da Administração Interna é de uma grande gravidade. Nós exigimos uma presença célere do ministro da Administração Interna e do ex-secretário-geral do Ministério da Administração Interna no Parlamento. As matérias anteriores são de outro foro, tinham a ver com as funções de Luís Neves enquanto diretor da Polícia Judiciária e que está a ser objeto de investigações de outro âmbito. Aqui já tem a ver com as funções de que está investido. É insustentável continuar com esta instabilidade num dos mais importantes ministérios, que é o Ministério da Administração Interna. E não é de agora, porque desde a primeira hora que este ministério tem estado em instabilidade, antes deste ministro e agora também com este ministro. Há uns tempos, Marcelo Rebelo de Sousa foi muito polémico por ter chamado "rural" a Montenegro. O senhor vem de Baião. Pergunto-lhe se se sente rural com muito orgulho, ou se não se revê nessa classificação?Sabe que eu já estou na chamada pós-modernidade que fala muito do diálogo urbano-rural. O diálogo urbano-rural é essencial para evitar as clivagens e as fissuras dentro das sociedades. Marcelo foi preconceituoso com o primeiro-ministro?Não, julgo que o fez com ironia. Marcelo é alguém que tem, aliás, uma relação muito profunda com o território rural com Celorico de Bastos. Conhecemos bem o professor Marcelo Rebelo de Sousa, não é nada preconceituoso. É uma pessoa que procura promover esse diálogo, como se dizia outrora no PS, interclassista, intergeracional e interterritorial.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • É desta que Luís Neves cai? 13.10.2026 8мин
    A exoneração de Ricardo Carrilho do cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI), depois de o Expresso e o Sol terem publicado artigos dando conta da “ruptura” entre este e o ministro Luís Neves, trouxe a público uma série de acusações do dirigente contra o governante e os seus secretários de Estado, já refutadas em comunicado assinado por todos eles. Onde Ricardo Carrilho vê pressões e “ilegalidades” cometidas pelo ministro, o MAI responde com uma “quebra de confiança” que só poderia acabar com a saída do responsável máximo da SGMAI. Luís Neves ainda tem condições para continuar ministro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Quando é que Passos Coelho pode vir a liderar o PSD? 12.10.2026 12мин
    O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho admite a possibilidade de regressar à política activa se o PSD não conseguir concretizar as reformas de que, no seu entender, o país precisa e se o próprio concluir que pode oferecer alguma coisa que “não seja mais do mesmo”. Numa entrevista em directo conduzida por Maria João Avillez, na SIC Notícias, o antigo primeiro-ministro elogiou também André Ventura, a quem reconheceu “bastante mérito” pela dimensão alcançada pelo Chega e atribuiu-lhe um “poder de iniciativa notável”. Passos Coelho considerou ainda que uma solução de bloco central entre PS e PSD não seria desejável no actual contexto político e até “​perigoso”​.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Quem tem mais medo de Mário Centeno? 09.10.2026 7мин
    O ex-ministro das Finanças, Mário Centeno, foi o ausente mais presente no debate quinzenal desta sexta-feira. Os partidos que apoiam o Governo e o próprio primeiro-ministro, Luís Montenegro, fizeram críticas ao novo administrador da área de seguros e pensões do grupo galego Abanca. Quem incomoda mais Mário Centeno? É o tema de partida para este episódio do Soundbite.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Já temos Orçamento: ainda há o risco do PS sair do barco? 08.10.2026 11мин
    O ministro das Finanças apresentou, nesta quinta-feira, o Orçamento do Estado para 2027. Pelo PS, partido que já garantiu a abstenção na generalidade, António Mendonça Mendes avisa que as dúvidas dos socialistas "têm de ser esclarecidas" e promete que o PS será "muito exigente". Na "análise preliminar" ao Orçamento do Estado dizem não ter a certeza "de estar tudo contemplado". Ainda há o risco de o PS rejeitar este Orçamento do Estado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Ventura tem razão no conflito com Aguiar Branco? 07.10.2026 10мин
    O líder do Chega, André Ventura, diz que existe uma “obsessão de Aguiar Branco em proteger Luís Neves”, falando em entraves colocados pelo presidente da Assembleia da República à Comissão de Inquérito promovida pelo Chega aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Então estavam à espera que Seguro falasse de Luís Neves? 06.10.2026 12мин
    Na sua primeira cerimónia do 5 de Outubro enquanto Presidente da República, António José Seguro saudou o Governo e o PS pela "aproximação" em torno do Orçamento do Estado (OE) para 2027. E não só incitou a que essa atitude se estenda aos restantes partidos, como à própria cultura política através de "compromissos interpartidários". O olhar era de futuro, mas o chefe de Estado exigiu "resultados" concretos já, apontando que seria um "crime" desaproveitar as condições actuais. Mas Seguro passou ao lado da polémica relacionada com Luís Neves. Inesperado? Talvez não.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Operação Influencer: É normal António Costa ainda não saber de nada? 02.10.2026 7мин
    António Costa voltou a ver recusado, pela sexta vez, o acesso ao inquérito em que é investigado por suspeitas de prevaricação no âmbito da Operação Influencer. Apesar de o inquérito já não estar em segredo de justiça interno, isso não bastou para que o actual presidente do Conselho Europeu visse o seu pedido ser atendido pelo Ministério Público, como noticia o Expresso nesta sexta-feira, o que levou a sua defesa a falar num "atentado ao Estado de direito”. Esta demora em se chegar a alguma conclusão é normal num processo desta dimensão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • A Crise Ronaldo é mesmo um assunto de Estado? 01.10.2026 9мин
    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, tentou na quarta-feira inteirar-se do incidente que motivou a saída de Cristiano Ronaldo do estágio da selecção, na Dinamarca, contactando directamente não só o jogador, mas também o seleccionador nacional e o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A Crise Ronaldo virou um assunto de Estado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Volte-face na habitação: PSD e Chega aproximam-se depois das zangas 30.09.2026 10мин
    A proposta do Governo para introduzir uma série de alterações à lei que regula o sector do arrendamento passou pelo primeiro teste. Nesta quarta-feira, a abstenção do Chega permitiu a descida deste diploma à comissão parlamentar da especialidade. Agora, os deputados terão um prazo de três meses para discutir e votar o documento. Se este vier a ser aprovado, será diferente daquele que é hoje conhecido, uma vez que PSD e Chega já estabeleceram um acordo para introduzir alterações ao diploma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Estreia. "O Homem Que Matou Duas Vezes". Episódio 1: O Apelo 30.09.2026 32мин
    Um homem mata uma ex-namorada. Uma amiga da vítima pede que se averigue o que falhou, uma vez que ele já antes matara uma ex-namorada, cumprira pena de prisão e estava ainda em liberdade condicional. O que falhou? O Homem Que Matou Duas Vezes é uma investigação de Ana Cristina Pereira, que escreveu os guiões e faz a narração, com produção de Inês Rocha, revisão de Inês Rocha e Sara de Melo Rocha, sonoplastia de Margarida Adão, música do genérico de Tiago Orato, ilustrações de José Carvalheiro e produção executiva de Amílcar Correia. A série narrativa, de sete episódios, vai além da reconstrução dos crimes cometidos por João Pedro Oliveira. Recupera a história das vítimas e do homem que as matou ao mesmo tempo que escrutina o sistema. Para conhecer a história toda, ouça os próximos seis episódios.  Se precisa de ajuda, ligue para o Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica da CIG: 800 202 148. Ou para a linha de Apoio à Vítima da APAV: 116 006. Outros créditos: som recolhido em manifestação em Lisboa, em 2024, de grupo de mulheres a cantar Canción Sin Miedo, com música e letra de Vivir Quintana; trailer Retrato de Dorian Gray, filme de 2009, realizado por Oliver Parker, com guião de Toby Finlay, a partir da obra homónima de Oscar Wilde.  See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Está feito: o Orçamento já passou 30.09.2026 11мин
    Numa altura em que "os tempos não estão para brincadeiras", o PSD decidiu dar algumas garantias ao PS na hora em que anuncia que vai avançar com um grupo de trabalho para iniciar o estudo e reflexão sobre a revisão constitucional que deverá avançar no início de 2027. No Conselho Nacional do partido, Luís Montenegro respondeu ao repto do PS sobre a revisão da Constituição, prometendo "fidelidade aos limites materiais da Constituição", respeitando o historial na construção da democracia dos socialistas, mas também realçando que não vai "excluir ninguém" do processo. Ou seja, o Chega também terá uma palavra, mas fica cumprida a última condição em aberto para o PS aprovar o Orçamento do Estado para 2027.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    O Ministério Público deduziu acusação contra quatro arguidos no caso das gémeas luso-brasileiras tratadas com o medicamento Zolgensma em Portugal: o filho do ex-Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, o antigo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, o ex-director clínico do Hospital de Santa Maria, Luís Pinheiro, e ainda a mãe das gémeas, Daniela Martins. A justiça está a funcionar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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