Devocional Alegria Inabalável
Ministério Fiel
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Devocional Alegria Inabalável é um devocional diário baseado no conteúdo Solid Joys, de John Piper. Cada episódio traz uma breve e profunda reflexão com o objetivo de alimentar a alegria em Jesus. A série acompanha o ouvinte ao longo de todo o ano, oferecendo meditações curtas para a vida cristã. O podcast é produzido pelo Ministério Fiel, ligado ao ministério Desiring God no Brasil.
Epizody
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4 de Outubro - Alegria ilimitada 04.10.2026 2minAlegria ilimitadaEu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja. (João 17.26)Imagine ser capaz de desfrutar do que é mais agradável com força e paixão ilimitadas para sempre. Agora, essa não é a nossa experiência. Três coisas são obstáculos para a nossa completa satisfação neste mundo.Um obstáculo é que nada tem um valor pessoal grande o suficiente para satisfazer os anseios mais profundos dos nossos corações.Outro obstáculo é que nos falta a força para saborear os melhores tesouros ao máximo do seu valor.E o terceiro obstáculo para a completa satisfação é que nossas alegrias aqui chegam a um fim. Nada permanece. Mas se o propósito de Jesus em João 17.26 é real, tudo isso mudará.Se o deleite de Deus no Filho se tornar o nosso deleite, então o objeto do nosso prazer, Jesus, será inesgotável em excelência pessoal. Ele nunca se tornará tedioso, decepcionante ou frustrante.Nenhum maior tesouro pode ser concebido do que o Filho de Deus.Além disso, nossa capacidade de saborear esse tesouro inesgotável não será limitada pelas fraquezas humanas. Nós apreciaremos o Filho de Deus com o próprio deleite do seu Pai.O deleite de Deus em seu Filho estará em nós e será nosso. E isso nunca acabará, porque nem o Pai nem o Filho jamais acabarão.O amor deles, um pelo outro, será o nosso amor por eles e, portanto, nunca deixaremos de amá-los. -
3 de Outubro - Amor absoluto, soberano e todo-poderoso 03.10.2026 2minAmor absoluto, soberano e todo-poderoso“SENHOR, SENHOR Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êxodo 34.6)Deus é grande em amor e fidelidade constantes.Duas figuras vêm à minha mente:1. O coração de Deus é como uma inesgotável fonte de água que borbulha amor e fidelidade desde o topo da montanha.2. Ou o coração de Deus é como um vulcão que tanto arde em amor que explode o topo da montanha e ano após ano flui com a lava do amor e da fidelidade.Quando Deus usa a palavra “grande”, ele deseja que entendamos que os recursos do seu amor não são limitados. De certa forma, ele é como o governo: sempre que há uma necessidade, ele pode apenas imprimir mais dinheiro para supri-la.Mas a diferença é que Deus tem um tesouro infinito de amor de ouro para suprir todo dinheiro que ele imprime. O governo está em um mundo de sonhos. Deus deposita de forma muito realista os recursos infinitos da sua divindade.A existência absoluta, a liberdade soberana e a onipotência de Deus são a plenitude vulcânica que explode em um transbordamento de amor. A plena magnificência de Deus significa que ele não precisa de nós para preencher qualquer deficiência em si mesmo. Em vez disso, sua infinita autossuficiência se derrama em amor para nós que precisamos dele.Nós podemos confiar em seu amor exatamente porque cremos em sua existência absoluta, na sua liberdade soberana e no seu poder ilimitado. -
2 de Outubro - Deus não é triste 02.10.2026 2minDeus não é tristeO SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. (Salmo 33.10-11)“No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmo 115.3). A implicação desse texto é que Deus tem o direito e o poder de fazer o que o deixa feliz. Isso é o que significa dizer que Deus é soberano.Pense nisso por um momento: Se Deus é soberano e pode fazer qualquer coisa que lhe agrada, então nenhum dos seus propósitos pode ser frustrado. “O SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações” (Salmo 33.10-11).E se nenhum dos seus propósitos pode ser frustrado, então ele deve ser o mais feliz de todos os seres.Essa felicidade infinita e divina é a fonte da qual o Cristão (Hedonista) bebe e deseja beber mais profundamente.Você pode imaginar como seria se o Deus que governa o mundo não fosse feliz? E se Deus murmurasse, ficasse iracundo e deprimido, como o gigante da história de João e o pé de feijão? E se Deus fosse frustrado, desanimado, abatido, triste, descontente e melancólico?Poderíamos nos unir a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63.1)? Eu penso que não.Todos nos relacionaríamos com Deus como filhos que têm um pai frustrado, abatido, triste e descontente. Eles não conseguem desfrutar dele. Eles só podem tentar não incomodá-lo, ou talvez tentar trabalhar para ele a fim de ganhar algum pequeno favor.O objetivo do Cristão Hedonista é ser feliz em Deus, se deleitar em Deus, apreciar e fruir da sua comunhão e favor. -
1º de Outubro - O objeto totalmente satisfatório 01.10.2026 2minO objeto totalmente satisfatórioAgrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. (Salmo 37.4)A busca pelo prazer não é opcional, mas ordenada (nos Salmos): “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37.4).Os salmistas buscaram fazer exatamente isso: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmo 42.1-2). “A minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63.1).O motivo da sede tem sua contrapartida satisfatória quando o salmista diz que os homens “fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber” (Salmo 36.8).Eu descobri que a bondade de Deus, sendo o próprio fundamento da adoração, não é algo a que você demonstra respeito por meio de algum tipo de reverência desinteressada. Não, ela é algo a ser apreciado: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom” (Salmo 34.8).“Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (Salmo 119.103).Como diz C.S. Lewis, Deus nos Salmos é o “objeto todo-satisfatório”. Seu povo o adora sem se envergonhar pela “grande alegria” que encontra nele (Salmo 43.4). Ele é a fonte do prazer completo e inesgotável: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16.11). -
30 de Setembro - A descoberta mais libertadora 30.09.2026 2minA descoberta mais libertadoraQuanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. (Filipenses 3.1)Ninguém jamais havia me ensinado que Deus é glorificado pela nossa alegria nele. Essa alegria em Deus é a mesma coisa que faz do louvor uma honra a Deus, e não hipocrisia.Mas Jonathan Edwards disse isso de forma clara e poderosa:Deus glorifica a si mesmo para com as criaturas também [em] duas formas: (1) revelando-se... ao entendimento delas; (2) comunicando-se aos seus corações, e na sua alegria, deleite e gozo das manifestações que ele faz de si mesmo... Deus não é glorificado apenas pela sua glória ser vista, mas por ela ser objeto de deleite...Quando aqueles que a veem se deleitam nela, Deus é mais glorificado do que se eles apenas a vissem... Aquele que testifica ter a sua ideia da glória de Deus [não] glorifica tanto a Deus quanto aquele que testifica também que aprova e se deleita nessa glória.Essa foi uma descoberta maravilhosa para mim. Eu preciso buscar a alegria em Deus, se quiser glorificá-lo como a Realidade surpreendentemente valiosa no universo. A alegria não é uma mera opção ao lado da adoração. É um componente essencial da adoração.Nós temos um nome para aqueles que tentam louvar quando não têm deleite no objeto. Nós os chamamos de hipócritas. O fato de que o louvor significa completo prazer e que o fim mais elevado do homem é beber profundamente desse prazer, foi talvez a descoberta mais libertadora que eu já fiz. -
29 de Setembro - Faça guerra contra a incredulidade 29.09.2026 2minFaça guerra contra a incredulidadeNão andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Filipenses 4.6)Quando fico ansioso por estar envelhecendo, luto contra a incredulidade com a promessa: “Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (Isaías 46.4).Quando fico ansioso acerca da morte, luto contra a incredulidade com a promessa de que “nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos” (Romanos 14.7-9).Quando fico ansioso pela possibilidade de naufragar na fé e me afastar de Deus, luto contra a incredulidade com as promessas: “aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1.6); e: “Também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7.25).Façamos guerra, não contra outras pessoas, mas contra a nossa própria incredulidade. Essa é a raiz da ansiedade que, por sua vez, é a raiz de muitos outros pecados. Então, vamos ligar nossos limpadores de para-brisa, usar o borrifador de água e manter os olhos fixos sobre as preciosas e mui grandes promessas de Deus.Pegue a Bíblia, peça ajuda ao Espírito Santo, guarde as promessas em seu coração e lute o bom combate — para viver pela fé na graça futura. -
28 de Setembro - Nosso bem é a glória de Deus 28.09.2026 2minNosso bem é a glória de DeusTu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. (Mateus 6.6)Uma objeção comum ao Hedonismo Cristão é que ele coloca os interesses do homem acima da glória de Deus, que coloca a minha felicidade acima da honra de Deus. Mas o Hedonismo Cristão muito enfaticamente não faz isso.Esteja certo de que nós, hedonistas cristãos, nos esforçamos para buscar o nosso interesse e a nossa felicidade com todas as nossas forças. Apoiamos a resolução do jovem Jonathan Edwards: “Resolvi esforçar-me para obter tanta felicidade no mundo vindouro quanto seja possível, com todo o poder, força, vigor, veemência, e até violência que eu for capaz de exercer, ou que eu puder me levar a exercer, de qualquer maneira que me seja possível pensar”.Mas nós aprendemos a partir da Bíblia (e de Edwards!) que o interesse de Deus é magnificar a plenitude da sua glória, derramando misericórdia em nós.Portanto, a busca do nosso interesse e da nossa felicidade nunca está acima de Deus, mas sempre em Deus. A verdade mais preciosa na Bíblia é que o maior interesse de Deus é glorificar a riqueza da sua graça, fazendo pecadores felizes nele — nele!Quando nos humilhamos como crianças e não nos apegamos a nós mesmos, mas corremos felizes para a alegria do abraço do nosso Pai, a glória da sua graça é magnificada e o anelo da nossa alma é satisfeito. Nosso interesse e sua glória são um.Portanto, os hedonistas cristãos não colocam a sua felicidade acima da glória de Deus quando buscam a felicidade nele. -
27 de Setembro - O poder de uma promessa superior 27.09.2026 2minO poder de uma promessa superiorEu andarei em liberdade, pois busquei os teus preceitos. (Salmo 119.45, tradução do autor)Um elemento essencial da alegria é a liberdade. Nenhum de nós ficaria feliz se não fôssemos livres daquilo que odiamos e livres para o que amamos.E onde encontramos a verdadeira liberdade? O Salmo 119.45 diz: “Eu andarei em liberdade, pois busquei os teus preceitos”.A referência é a espaços amplos. A palavra nos livra da pequenez da mente (1 Reis 4.29) e dos confinamentos ameaçadores (Salmo 18.19).Jesus diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32). A liberdade que ele tem em mente é a liberdade da escravidão do pecado (João 8.34). Ou, para expressá-lo positivamente, é a liberdade para a santidade.As promessas da graça de Deus fornecem o poder que torna as exigências da santidade de Deus uma experiência de liberdade e não de medo. Pedro descreveu assim o poder libertador das promessas de Deus: “As suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo” (2 Pedro 1.4).Em outras palavras, quando confiamos nas promessas de Deus, cortamos a raiz da corrupção pelo poder de uma promessa superior.Quão crucial é a palavra que quebra o poder dos prazeres falsos! E quão vigilantes devemos estar para iluminar os nossos caminhos e encher os nossos corações com a palavra de Deus!“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz, para os meus caminhos” (Salmo 119.105). “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmo 119.11; cf. verso 9). -
26 de Setembro - Viva confiante no poder de Deus 26.09.2026 2minViva confiante no poder de DeusA suprema grandeza do seu poder para com os que cremos. (Efésios 1.19)A onipotência de Deus significa um refúgio eterno e inabalável na eterna glória de Deus, não importa o que aconteça nesta terra. E essa confiança é o poder da obediência radical ao chamado de Deus.Existe algo mais libertador, mais emocionante ou mais fortalecedor do que a verdade de que o Deus Todo-Poderoso é o seu refúgio — durante todo o dia, todos os dias em todas as experiências ordinárias e extraordinárias da vida?Se acreditássemos nisso, se realmente deixássemos que essa verdade da onipotência de Deus se apoderasse de nós, que diferença isso faria em nossas vidas pessoais e ministérios! Quão humildes e poderosos nos tornaríamos para os propósitos salvíficos de Deus!A onipotência de Deus significa refúgio para o povo de Deus. E quando você realmente crê que o seu refúgio é a onipotência do Deus Todo-Poderoso, há uma alegria, uma liberdade e um poder que transbordam em uma vida de obediência radical a Jesus Cristo.A onipotência de Deus significa reverência, recompensa e refúgio para o seu povo pactual.Eu lhe convido a aceitar os termos do seu pacto da graça: Converta-se do pecado e confie no Senhor Jesus Cristo, e a onipotência do Deus Todo-Poderoso será a reverência da sua alma, a recompensa contra seus inimigos e o refúgio da sua vida, para sempre. -
25 de Setembro - A vida é sustentada pela Palavra de Deus 25.09.2026 2minA vida é sustentada pela Palavra de DeusDisse-lhes: Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei. Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã; antes, é a vossa vida; e, por esta mesma palavra, prolongareis os dias na terra à qual, passando o Jordão, ides para a possuir. (Deuteronômio 32.46-47)A palavra de Deus não é uma ninharia; é uma questão de vida ou morte. Se você trata as Escrituras como uma ninharia ou como palavras vazias, você perde a vida.Mesmo a nossa vida física depende da palavra de Deus, porque pela sua palavra nós fomos criados (Salmo 33.6; Hebreus 11.3), e ele sustenta “todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hebreus 1.3).A nossa vida espiritual começa com a palavra de Deus: “Segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade” (Tiago 1.18). “Fostes regenerados... mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pedro 1.23).Nós não somente começamos a viver pela palavra de Deus, mas também continuamos a viver pela palavra de Deus: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4; Deuteronômio 8.3).Nossa vida física é criada e sustentada pela palavra de Deus, e nossa vida espiritual é vivificada e mantida pela palavra de Deus. Quantas histórias poderiam ser reunidas para testemunhar o poder vivificante da Palavra de Deus!De fato, a Bíblia não é “palavra vã para você” — é a sua vida! O fundamento de toda a alegria é a vida. Nada é mais fundamental do que a pura existência — nossa criação e preservação.Tudo isso é devido à palavra do poder de Deus. Por esse mesmo poder, ele falou nas Escrituras para a criação e sustento da nossa vida espiritual. Portanto, a Bíblia não é uma palavra vã, mas é realmente a sua vida — o despertar da sua alegria! -
24 de Setembro - A busca de Jesus por alegria 24.09.2026 2minA busca de Jesus por alegriaOlhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. (Hebreus 12.2)O exemplo de Jesus contradiz o princípio do Hedonismo Cristão? Ou seja, o princípio de que o amor é o caminho da alegria e que deve ser escolhido por esse mesmo motivo, para que ninguém seja encontrado relutante em obedecer ao Todo-Poderoso, irritado sob o privilégio de ser um canal de graça ou depreciando a recompensa prometida.Hebreus 12.2 parece dizer com bastante clareza que Jesus não contradiz esse princípio.O maior labor de amor que já aconteceu foi possível porque Jesus buscou a maior alegria imaginável, ou seja, a alegria de ser exaltado à destra de Deus na assembleia de um povo redimido: “Em troca da alegria que lhe estava proposta, [ele] suportou a cruz”!Ao dizer isso, o escritor quer citar Jesus como outro exemplo, junto com os santos de Hebreus 11, daqueles que são tão desejosos e confiantes na alegria que Deus oferece que rejeitam os “prazeres transitórios do pecado” (Hebreus 11.25) e escolhem os maus tratos para que estejam alinhados com a vontade de Deus.Portanto, não é antibíblico dizer que a esperança da alegria além da cruz foi o que sustentou Cristo nas horas sombrias do Getsêmani. Isso não diminui a realidade e a grandeza do seu amor por nós, porque a alegria que ele esperava era a alegria de conduzir muitos filhos à glória (Hebreus 2.10).A alegria de Jesus Cristo está em nossa redenção, a qual redunda na glória de Deus. Abandonar a cruz e, assim, abandonar a nós e a vontade do Pai era uma perspectiva tão horrível na mente de Cristo que ele a rejeitou e abraçou a morte. -
23 de Setembro - Esperança para o pior dos pecadores 23.09.2026 2minEsperança para o pior dos pecadoresTerei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer. (Êxodo 33.19)Moisés precisava ter esperança de que Deus realmente poderia ter misericórdia de um povo de dura cerviz, que acabara de cometer idolatria e de desprezar o Deus que o tirou do Egito.Para dar a Moisés a esperança e a confiança de que necessitava, Deus disse: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia”. Em outras palavras: “Minhas escolhas não dependem do nível de mal ou de bem no homem, mas somente da minha vontade soberana. Portanto, ninguém pode dizer que é demasiadamente mau para receber graça”.A doutrina da eleição incondicional é a grande doutrina da esperança para o pior dos pecadores. Ela indica que quando se trata de ser um candidato à graça, a sua situação não tem relação alguma com a escolha de Deus.Se você não nasceu de novo e não foi levado à fé salvífica em Jesus Cristo, não afunde em desesperança pensando que a excessiva miséria ou o endurecimento da sua antiga vida é um obstáculo insuperável à graciosa obra de Deus em sua vida. Deus ama magnificar a liberdade da sua graça salvando o pior dos pecadores.Afaste-se do seu pecado; invoque o Senhor. Mesmo neste devocional, ele está sendo gracioso com você e está lhe concedendo forte encorajamento para vir a ele em busca de misericórdia.“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Isaías 1.18). -
22 de Setembro - Perca bens e familiares 22.09.2026 2minPerca bens e familiaresLembrai-vos, porém, dos dias anteriores, em que, depois de iluminados, sustentastes grande luta e sofrimentos; ora expostos como em espetáculo, tanto de opróbrio quanto de tribulações, ora tornando-vos co-participantes com aqueles que desse modo foram tratados. Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável. Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. (Hebreus 10.32-35)Os cristãos em Hebreus 10.32-35 obtiveram o direito de nos ensinar sobre o amor custoso.A situação parece ser esta: Nos primeiros dias da sua conversão, alguns deles foram presos por causa da fé. Outros foram confrontados com uma escolha difícil: Devemos seguir em secreto e ficar “seguros”, ou devemos visitar nossos irmãos e irmãs na prisão e arriscar nossas vidas e bens? Eles escolheram o caminho do amor e aceitaram o custo.“Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens”.Mas eles foram perdedores? Não. Eles perderam bens e ganharam alegria! Eles aceitaram alegremente a perda.Em certo sentido, eles negaram a si mesmos. Mas em outro, eles não o fizeram. Eles escolheram o caminho da alegria. Evidentemente, esses cristãos foram motivados para o ministério da prisão do mesmo modo que os macedônios (de 2 Coríntios 8.1-9) foram motivados para ajudar os pobres. Sua alegria em Deus transbordou em amor pelos outros.Eles olharam para as suas próprias vidas e disseram: “Porque a tua graça é melhor do que a vida” (veja o Salmo 63.3).Eles olharam para todos os seus bens e disseram: Temos um patrimônio no céu que é superior e mais durável do que qualquer uma destas coisas (Hebreus 10.34).Então, eles olharam um para o outro e disseram:Se temos de perderFamília, bens, prazer!Se tudo se acabarE a morte enfim chegar,Com ele reinaremos! (Martinho Lutero) -
21 de Setembro - Munição contra a ansiedade 21.09.2026 2minMunição contra a ansiedadeNão andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Filipenses 4.6)Quando fico ansioso pelo fato do meu ministério ser inútil e vazio, luto contra a incredulidade com a promessa de Isaías 55.11: “Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”.Quando fico ansioso por ser fraco demais para fazer meu trabalho, luto contra a incredulidade com a promessa de Cristo: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12.9).Quando fico ansioso quanto a decisões que preciso tomar a respeito do futuro, luto contra a incredulidade com a promessa: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (Salmo 32.8).Quando fico ansioso por enfrentar adversários, luto contra a incredulidade com a promessa: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31).Quando fico ansioso pelo bem-estar daqueles que amo, luto contra a incredulidade com a promessa de que se eu, sendo mau, sei dar boas coisas aos meus filhos, quanto mais o “Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mateus 7.11).E eu luto para manter meu equilíbrio espiritual com a lembrança de que todo aquele que deixou casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos ou campos por amor de Cristo receberá “o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna” (Marcos 10.29-30).Quando fico ansioso por estar doente, luto contra a incredulidade com a promessa: “Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra” (Salmo 34.19).E com tremor, eu considero a promessa: “A tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Romanos 5.3-5). -
20 de Setembro - Quase não hedonista o suficiente 20.09.2026 1minQuase não hedonista o suficienteNão acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam. (Mateus 6.19-20)A mensagem que precisa ser gritada a partir das grandes instituições financeiras é esta: Homem secular, você quase não é hedonista o suficiente!Deixe de se satisfazer com os pequenos rendimentos de 5% de prazer que são corroídos pelas traças da inflação e pela ferrugem da morte. Invista nas ações valorizadas, de alto rendimento e divinamente garantidas do céu.Dedicar uma vida aos confortos materiais e emoções é como jogar dinheiro em um buraco. Mas investir uma vida na obra de amor produz lucros de alegria insuperáveis e intermináveis:“Vendei os vossos bens e dai esmola. [E assim] fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome” (Lucas 12.33).Esta mensagem é uma notícia muito boa: Venha a Cristo, em cuja presença há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. Junte-se a nós na obra do Hedonismo Cristão. Porque o Senhor falou: É mais bem-aventurado amar do que viver no luxo! -
19 de Setembro - Nosso privilégio inefável 19.09.2026 2minNosso privilégio inefávelDisse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. (Êxodo 3.14)Uma implicação do magnífico nome, EU SOU O QUE EU SOU, é que esse Deus infinito, absoluto e autodeterminado se aproximou de nós em Jesus Cristo.Em João 8.56-58 Jesus está respondendo às críticas dos líderes judeus. Ele diz: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se. Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU”.Jesus poderia ter tomado palavras mais exaltadas em seus lábios? Quando Jesus disse: “antes que Abraão existisse, EU SOU”, ele tomou toda a majestosa verdade do nome de Deus, a envolveu na humildade de servo, se ofereceu para expiar toda a nossa rebelião e abriu caminho para que nós vejamos a glória de Deus sem temor.Em Jesus Cristo, nós que nascemos de Deus temos o inefável privilégio de conhecer a Yahweh como nosso Pai — EU SOU O QUE SOU — o Deus...• que existe;• cuja personalidade e cujo poder são devidos unicamente a si mesmo;• que nunca muda;• de quem todo poder e toda força no universo fluem;• e a quem toda a criação deve conformar a sua vida.Que aqueles que conhecem o nome de Deus confiem nele. -
18 de Setembro - A única verdadeira liberdade 18.09.2026 1minA única verdadeira liberdade Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8.31-32) O que é a verdadeira liberdade? Você é livre? 1. Se você não tem o desejo de fazer algo, você não é totalmente livre para fazê-lo. Oh, você pode reunir a força de vontade para fazer o que não quer fazer, mas ninguém chama isso de completa liberdade. Não é assim que queremos viver. Há um constrangimento e pressão sobre nós que não desejamos. 2. E se você tem o desejo de fazer algo, mas nenhuma capacidade para fazê-lo, você não é livre para fazer isso. 3. E se você tem o desejo e a capacidade de fazer algo, mas nenhuma oportunidade, você não é livre para fazê-lo. 4. E se você tem o desejo de fazer algo, a capacidade de fazê-lo e a oportunidade de fazê-lo, mas isso finalmente o destrói, você não é totalmente livre — não é livre, de fato. Para sermos totalmente livres, devemos ter o desejo, a capacidade e a oportunidade de fazer o que nos fará felizes para sempre. Sem desapontamentos. E somente Jesus, o Filho de Deus que morreu e ressuscitou por nós, pode tornar isso possível. Se o Filho o libertar, verdadeiramente você será livre. -
17 de Setembro - Adoração em uma tempestade de relâmpagos 17.09.2026 2minAdoração em uma tempestade de relâmpagos Porque assim como o relâmpago, fuzilando, brilha de uma à outra extremidade do céu, assim será, no seu dia, o Filho do Homem. (Lucas 17.24) Eu estava em um voo noturno de Chicago a Minneapolis, quase sozinho no avião. O piloto anunciou que havia uma tempestade sobre o lago Michigan e em Wisconsin. Ele seguiria para o oeste para evitar turbulências. Enquanto eu me sentava ali olhando para a escuridão total, de repente todo o céu ficou iluminado, e uma espécie de caverna de nuvens brancas baixou quatro milhas em relação ao avião e depois desapareceu. Um segundo depois, um gigantesco túnel branco de luz explodiu de norte a sul através do horizonte, e novamente desapareceu na escuridão. Logo depois, os relâmpagos eram quase constantes, e erupções de luz rebentavam de nuvens e por detrás de distantes montanhas brancas. Sentei-me ali, balançando a cabeça quase em incredulidade. Ó Senhor, se estas são apenas as faíscas do afiar da sua espada, o que será o dia da sua aparição! E me lembrei das palavras de Cristo: “Como o relâmpago, fuzilando, brilha de uma à outra extremidade do céu, assim será, no seu dia, o Filho do Homem” (Lucas 17.24). Mesmo agora, quando me lembro daquela visão, a palavra glória é repleta de sentido para mim. Agradeço a Deus por repetidamente ter despertado o meu coração para desejá-lo, vê-lo, sentar-me na festa do Hedonismo Cristão e adorar o Rei da Glória. A sala do banquete é muito grande. -
16 de Setembro - A festa final da alma 16.09.2026 2minA festa final da almaUma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo. (Salmo 27.4) Deus não é indiferente ao desejo contrito da alma. Ele vem, ergue o fardo do pecado e enche nosso coração de alegria e gratidão. “Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. SENHOR, Deus meu, graças te darei para sempre” (Salmo 30.11-12). Mas a nossa alegria não surge apenas ao olharmos para trás, em gratidão. A alegria também surge ao olharmos adiante, em esperança: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Salmo 42.5-6). “Aguardo o SENHOR, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra” (Salmo 130.5). Finalmente, o coração não anseia por nenhuma das boas dádivas de Deus, mas pelo próprio Deus. Ver a Deus, conhecê-lo e estar em sua presença é a festa final da alma. Além disso, já não há mais busca. As palavras falham. Chamamos isso de prazer, alegria e deleite. Mas esses são indicadores fracos para a indizível experiência: “Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo” (Salmo 27.4). “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16.11). “Agrada-te do SENHOR” (Salmo 37.4). -
15 de Setembro - A única felicidade duradoura 15.09.2026 2minA única felicidade duradouraAssim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. (João 16.22)“A vossa alegria ninguém poderá tirar” porque a sua alegria decorre de estar com Jesus, e a ressurreição de Jesus significa que você nunca morrerá; você nunca será separado dele.Veja, duas coisas precisam ser verdadeiras para que a sua alegria jamais seja tirada de você. Uma é que a fonte da sua alegria dure para sempre e a outra é que você permaneça para sempre. Se você ou a fonte da sua alegria for mortal, a sua alegria será tirada de você.E, oh, quantas pessoas têm se contentado com isso! Coma, beba e se alegre, eles dizem, porque amanhã morreremos, e só (Lucas 12.19). A comida não dura para sempre, e eu não duro para sempre. Então, vamos aproveitar ao máximo enquanto pudermos. Que tragédia!Se você é tentado a pensar dessa forma agora, por favor, considere tão seriamente quanto puder que se a sua alegria fosse estar com Jesus, a sua alegria ninguém poderia tirar — nem nesta vida, nem na vida que está por vir.Nem a vida, nem a morte, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá tirar a nossa alegria em Jesus Cristo (veja Romanos 8.38-39).A alegria de estar com Jesus é uma corda inquebrantável, desde agora até a eternidade, a qual não será cortada nem pela sua morte, nem pela nossa.
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