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A semana política em debate pela secção de política do PÚBLICO.
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Seguro em cima do muro no 10 de Junho e o Governo a hastear bandeiras ideológicas 11.06.2026 31minNeste episódio do Poder Público, analisamos as comemorações do 10 de Junho nos Açores, marcadas pelo discurso que Marcelo Rebelo de Sousa classificou como "cinco vezes excepcional": a intervenção do Presidente da República, António José Seguro. Entre citações poéticas e apelos à moderação, terá o Chefe de Estado apontado o dedo ao Governo pela gestão da soberania nacional na Base das Lajes ou terá ficado "em cima do muro" com um discurso redondo que agradou a gregos e troianos? O debate segue para o primeiro veto político de Seguro, aplicado ao projecto do CDS (com apoio de PSD e Chega) que visava proibir "bandeiras ideológicas" em edifícios públicos. Está o Presidente a traçar uma linha vermelha contra as cedências ao populismo? Olhamos também para a Prestação Social Única (PSU) e para a reforma laboral. Com 600 milhões de euros do PRR em risco, o Governo de Luís Montenegro vê-se num impasse parlamentar entre as exigências "punitivas" do Chega e a tradição humanista do PS. Será André Ventura, mais uma vez, o "parceiro preferencial" inevitável do PSD?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Os 50 minutos de Passos e Seguro entre o cravo e a ferradura 28.05.2026 31minEste episódio começa com um aviso: o Poder Público não vai para o ar no dia 4 de Junho, quinta-feira, feriado do Corpo de Deus. A conversa segue com tema mais quente: a intervenção de Pedro Passos Coelho no lançamento do livro Constituição Fluida, de Carlos Blanco de Morais. O ex-primeiro-ministro usou palavras duras para criticar os “políticos do mainstream” que vestiram a “casaca do populismo”. E sublinhou que, entre o original e a cópia, o “genuíno sempre se manifesta de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço” e que, no fim, o “postiço fica sem nada, como um prostituto sem carácter”. Uma pergunta impõe-se: a quem eram dirigidas estas palavras? Passos Coelho também disse que “era bom que as coisas ganhassem um pouso mais de ritmo”. Aqui, há dúvidas de que se referia à governação e de que o alvo das críticas era o Governo? Luís Montenegro para ter percebido quem era o alvo e reagiu, no Parlamento, descrevendo-se a si próprio como um "corredor de endurance". Mas afinal, o que é que Passos Coelho está a construir com estas intervenções? Na quarta-feira realizou-se o debate quinzenal com Luís Montenegro e houve um tema incontornável: a demissão de António Pombeiro. Pombeiro era secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna e demitiu-se por não conseguir conviver com alegadas "irregularidades" durante o tempo de Paulo Viegas Nunes na liderança do SIRESP – cargo para o qual voltou a ser nomeado. Pombeiro foi muito vocal nas críticas, mas Luís Neves defendeu a seriedade e a idoneidade de Viegas Nunes e José Luís Carneiro também saiu em sua defesa. Quem sai mais fragilizado desta polémica? No mesmo debate quinzenal, o Livre desafiou o Governo a retirar o pacote laboral (Carneiro também já o tinha feito). Depois de tudo e com uma greve geral em cima da mesa, será que isso ainda é uma possibilidade? Como tema final, conversamos sobre o relatório feito pelos serviços de Belém na sequência da primeira Presidência Aberta na zona centro. A principal conclusão é que a “governação” nas tempestades foi descoordenada e pouco clara. O Governo ficou em silêncio. O que é que isso significa? Há mal-estar entre os dois palácios? Os minutos finais do episódio são reservados para o Público e Notório. O Poder Público volta no dia 11.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O diabo nos detalhes da lei laboral e o cavaquismo de Montenegro 21.05.2026 30minNo Poder Público desta semana, regressamos ao pacote laboral, que deu finalmente entrada no Parlamento, numa versão que não corresponde à proposta inicial do Governo nem ao resultado das negociações com os parceiros sociais. No capítulo da amamentação, por exemplo, que foi por onde o Governo começou por desvendar esta reforma no Verão passado, a ministra Maria do Rosário Palma Ramalho voltou ao início e exige prova de dispensa de seis em seis meses, e o põe o limite nos dois anos, mas admite ceder. Para quê ir buscar uma proposta tão criticada? Em seguida, passamos para a moção com que Montenegro se recandidata a líder do PSD, dizendo que ainda sonha com uma maioria absoluta e que, como Cavaco, tem pesadelos com as forças de bloqueio, isto é, o PS, o Chega, e "resistências corporativas" como do Tribunal de Contas. Será isto um sinal de que o primeiro-ministro está a preparar caminho para eventuais eleições antecipadas? Ainda há tempo para avaliar a possibilidade de as mudanças à lei do Tribunal de Contas avançarem, e fazer o balanço do congresso do CDS.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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PSD dribla Ventura na nacionalidade. E como será na reforma laboral? 14.05.2026 39minsa no Poder Público desta semana começa com o pacote laboral. Chumbado pela concertação social, vai entrar no Parlamento pela mão do Governo – nesta quinta-feira é aprovada a legislação em Conselho de Ministros. Esta manhã publicámos um texto sobre o desejo do Governo de negociar o pacote laboral com o PS e com o Chega. Será que ainda é possível? Ainda a propósito de PSD e Chega, mas noutra matéria, ficámos a saber que os sociais-democratas não vão entregar uma proposta de revisão constitucional e pretendem chumbar as propostas do Chega. A Iniciativa Liberal, por seu turno, já entregou as suas propostas e acusou o PSD de andar a empatar. Andamos a perder tempo com a revisão constitucional? Esta semana lidámos com outro tema que tem constitucional no título, mas não tem nada que ver com a revisão. É sobre a renúncia do juiz presidente do Tribunal Constitucional, que o PÚBLICO já tinha noticiado, e que se confirmou entretanto. O Chega insinuou que José João Abrantes sai por pressão do PS. Falamos sobre as implicações desta saída num processo que estava longe de ter uma solução simples. Também nos últimos dias, o Presidente da República devolveu ao Parlamento a polémica lei que cria pena acessória de perda da nacionalidade. Será que esta lei ainda tem um caminho para fazer? O tema tem gerado forte polarização política e social com o debate sobre segurança e criminalidade a contaminar a discussão sobre nacionalidade. Ainda dedicamos uns minutos ao imbróglio que se passa com a Comissão Nacional de Eleições. E, depois, terminamos com o Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Campos de férias militares e a esquerda e Seguro numa relação complicada 07.05.2026 36minEsta é a primeira quinta-feira de Maio, o dia do tudo ou nada no pacote laboral. Vamos deixar esse tema fora do episódio de hoje porque o destino da reforma vai saber-se, provavelmente, entre o momento de gravação deste podcast e o momento da sua publicação. Para evitar especulações, vamos deixar o assunto para uma das nossas próximas conversas. Não hão-de faltar oportunidades. Assim sendo, começamos por um tema que aqueceu a semana. O programa “Defender Portugal” que as bancadas da AD apresentaram como uma solução para salvar as Forças Armadas. Trata-se de um conjunto de incentivos para aproximar os jovens da carreira militar. Dois exemplos: um apoio de 439 euros e a possibilidade de tirarem a carta de condução, desde que estejam dispostos a ficar de três a seis semanas a “Defender Portugal”. A proposta tem pernas para andar? Houve quem dissesse que era uma espécie de "escuteiros". No dia 9 de Maio faz dois meses que o Presidente da República tomou posse e, pelo que escrevemos no PÚBLICO, a esquerda afastou-se de Seguro neste período, em especial nos últimos dias, por causa da Lei da Nacionalidade. Será apenas nesta matéria que a esquerda está de pé atrás com Seguro ou há mais questões que os podem distanciar? Outro tema que tem ganho espaço noticioso – e que ainda hoje ganhará depois de o Chega apresentar a sua proposta – é a revisão constitucional que quase ninguém quer. O PSD atirou-a para a segunda fase da legislatura, o PCP não quer mas irá a jogo, o PS não quer. Que futuro para esta revisão, já que tem de ser feita por dois terços dos deputados? O episódio termina após o momento Público e Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O pecadilho de Aguiar-Branco e Montenegro deixa tudo em aberto na reforma laboral 30.04.2026 29minPassaram uns dias desde a cerimónia dos 52 anos do 25 de Abril, mas ainda vamos a tempo de trocar ideias sobre o que lá se passou e em especial sobre dois discursos marcantes: o de José Pedro Aguiar-Branco, presidente do Parlamento, e o de António José Seguro, Presidente da República. Foi o primeiro discurso presidencial neste contexto, para Seguro. Começamos esta conversa com a análise dos dois discursos, da sua importância, e discutimos sobre se foram contraditórios ou complementares. Não esquecemos que, no final da intervenção da segunda figura do Estado, o deputado do PS Pedro Delgado Alves se virou de costas para o palanque em sinal de protesto. O deputado escreveu um artigo no PÚBLICO a explicar as suas razões. A cerimónia do 25 de Abril foi o ponto alto da semana, em termos políticos, mas houve outros assuntos a registar. Na quarta-feira foi dia de debate quinzenal e foi o último antes do primeiro de Maio, um feriado que costuma levar muitos trabalhadores às ruas em protesto. Talvez por isso o debate tenha sido marcado pelo tema da reforma laboral, do PTRR, pensões de reforma e a possível greve geral de 3 de Junho. De registar as declarações de Luís Montenegro sobre leis laborais: o primeiro-ministro parece ter tentado preparar terreno para um eventual falhanço da reforma quando disse que o país "não vai acabar" se não houver reforma laboral. Como tema final, abordamos as declarações de Duarte Cordeiro, que por estes dias disse, sobre as insinuações de tacticismo, que Pedro Nuno Santos falhou o alvo, caso se estivesse a referir a ele. Acrescentou que não fala sobre 2029 e insistir que não está a preparar nenhuma candidatura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A ministra que não quer negociar e o socialista que vai andar por aí... livre e solto 23.04.2026 35minBem-vindos ao Poder Público numa semana que, em termos políticos, tem sido dominada pela reforma laboral. A UGT ameaçou chumbar a proposta do Governo, o Presidente quis ouvir os parceiros, o Governo pressionou para um acordo. Ainda nesta quinta-feira haverá novidades. O PS disse que não aprova esta reforma, os parceiros sociais são muito críticos da proposta. Haverá outro caminho a não ser aprová-la com o Chega? Quais seriam os riscos políticos de o Governo desistir da proposta? E podemos esperar grande contestação nas ruas no primeiro de Maio que se aproxima, por causa da reforma laboral? Enquanto isso, no PS, a semana animou um bocadinho com a possibilidade de Duarte Cordeiro vir a concorrer à liderança no partido num momento que já não for o momento de José Luís Carneiro. A agitação começou depois de Duarte Cordeiro ter recusado o convite para a direcção do PS, assumindo que queria sentir-se livre para “discordar”. Esta “liberdade para discordar” foi logo interpretada como uma futura candidatura à liderança. Vamos ter Duarte Cordeiro a competir pelo lugar de secretário-geral do PS? Pedro Nuno Santos (que voltou ao Parlamento esta semana) disse uma frase lapidar: “Tenho muito mais respeito pelo José Luís Carneiro do que pelos tacticistas”. Isto consuma a distância entre Pedro Nuno Santos e Duarte Cordeiro, duas pessoas que eram muito próximas? Em que espaço político vai mover-se Duarte Cordeiro? Como sempre, os minutos finais do episódio são para o Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Ventura e Pacheco Pereira no “galinheiro” e zero transparência em Portugal 16.04.2026 32minA semana política começou com um evento inusitado, na segunda-feira: um debate entre José Pacheco Pereira e André Ventura sobre o antes e o depois do 15 de Abril. Foi o historiador que desafiou o líder do Chega para esta espécie de “duelo”, depois de Ventura ter dito a que “pouco tempo depois do 25 de Abril havia mais presos políticos do que havia antes do 25 de Abril de 1974.” E a frase foi proferida na sessão solene dos 50 anos da Constituição. O debate durou mais de uma hora, que era o que estava previsto, aconteceu na CNN e também passou na rádio. É um dos temas da conversa desta semana. Além destas duas estrelas televisivas, esta semana tivemos o regresso da popstar Marcelo. O que anda o ex-Presidente a tramar? E, já agora, o que está o actual Presidente a planear para as comemorações do 10 de Junho? Seguro decidiu que este ano serão na Ilha Terceira e que o “curador” será Miguel Monjardino. Trata-se de um analista de geopolítica que passou pelos EUA e por Inglaterra e que vive nos Açores. O Presidente pediu-lhe que faça um discurso em que "explique ao país o que está a acontecer" e "o que precisa de ser feito" a nível mundial. A expectativa é grande… Os minutos finais do episódio são reservados para uma notícia das últimas horas. “Deixou de ser possível saber quem financia partidos e campanhas políticas”. Este é o título de uma notícia nossa, escrita na sequência de um parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos. O pedido foi feito pela Entidade das Contas após queixas de vários partidos políticos. O parecer diz que “a associação de um donativo a determinado partido político ou candidatura é, em regra, susceptível de revelar, directa ou indirectamente, as opiniões ou convicções políticas do doador” e que esse dado está legalmente protegido. Onde fica a transparência? Terminamos com o momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A indiscrição do discreto Seguro e a aritmética das listas para o Constitucional 09.04.2026 33minTemos vivido dias intensos do ponto de vista da actualidade internacional que já vão tendo os seus efeitos em termos domésticos. Por cá, discutem-se e decidem-se medidas de apoio aos combustíveis, na sequência do aumento de preços por causa da guerra no Médio Oriente, mas ainda não se tomam decisões muito definitivas porque nunca se sabe quando é que o conflito vai, afinal, acabar. Em termos internos, a semana ficou marcada pela primeira Presidência Aberta de António José Seguro e pelos acordos ou pré-acordos para cargos no Conselho de Estado, na Provedoria da Justiça, no Conselho Económico e Social, no Tribunal Constitucional, entre outros. O Presidente andou pelo centro do país e, logo no segundo dia, o primeiro-ministro apanhou boleia e aproveitou para dar algumas explicações sobre as polémicas criadas em torno dos apoios às vítimas do comboio de tempestades do início do ano. Seguro insistiu muito na questão dos atrasos nos pagamentos e pediu aos portugueses que fizessem férias na região centro. Depois dos incêndios de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa fez ele próprio férias na região centro. Será que as Presidências Abertas podem ser um teste à relação entre palácios? E será que vamos ver o actual Presidente de calções de banho em Vieira de Leiria? O início do ano foi marcado pelas tempestades, mas foi também marcado pelo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, cujas consequências estamos a começar a sentir no bolso. O custo da energia é uma das maiores preocupações das famílias. O PS apresentou várias propostas e José Luís Carneiro acusou o Governo de lucrar com os sacrifícios dos portugueses. Haverá aqui algum fundo de verdade? Finalmente foi desbloqueada a questão dos nomes para os órgãos externos ao Parlamento, mas o Tribunal Constitucional continua de fora, apesar de se ter chegado a um acordo de adiar a eleição para Maio e para distribuir três nomes por PSD, PS e Chega. Um dos órgãos que já ficou fechado foi o Conselho de Estado, tendo o PSD e o Chega decidido avançar com uma lista conjunta e o PS com uma lista própria. O voto é secreto, portanto, teremos de esperar por dia 16 para saber como corre. Mas para já não se prevê qualquer surpresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O chão comum da Constituição e o PS no lugar de oposição 02.04.2026 30minTemos desde esta quarta-feira uma lei da nacionalidade aprovada no Parlamento com os votos do PSD, do Chega, do CDS e da Iniciativa Liberal. Foi uma negociação que só terminou antes do debate sobre o tema. Neste podcast trocamos uma ideias sobre o assunto, incluindo sobre o que desbloqueou estas negociações e o que pode acontecer à lei. O novo Presidente da República nunca se pronunciou sobre o diploma e não sabemos o que esperar de Belém, mas analisando o que foi dito em campanha, podemos ter uma ideia. Também tentamos antecipar o posicionamento dos socialistas, que acabaram por ficar à margem da nova legislação, aprovada apenas à direita. Noutro campeonato, a nossa Constituição faz hoje 50 anos e, a este propósito, o Instituto de Políticas Públicas do ISCTE fez um inquérito aos portugueses sobre a lei fundamental. A satisfação dos inquiridos com a Lei Fundamental é grande, mas, ainda há sim, há temas em que a revisão é desejada, nomeadamente o número de deputados e o enriquecimento ilícito. No final do programa, fazemos referência ao congresso do PS do último fim-de-semana, em Viseu. José Luís Carneiro prometeu um PS de oposição, sem comprometer a estabilidade, mas ao mesmo tempo sem ficar em silêncio. A estratégia do PS para os próximos tempos na oposição ficou clara? O que podemos esperar? Os últimos minutos são dedicados ao Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Os workshops de Carneiro e a (mu)dança de juízes no TC 26.03.2026 36minPassou uma semana e não se chegou a nenhum ponto de equilíbrio quanto à nomeação para os órgãos externos do Parlamento. O problema continua a estar essencialmente na escolha dos três juízes para o Tribunal Constitucional (TC). Neste episódio não repetimos a discussão da semana passada, mas vamos avaliar uma novidade: o Chega decidiu propor o nome do juiz Luís Brites Lameiras para um dos lugares disponíveis. O que é que sabemos sobre este juiz proposto pelo Chega? André Ventura já disse que tinha garantias de haver acordo para o TC, dando a entender que este nome pode ajudar a desatar o novelo e a decisão que tem sido sucessivamente adiada. Porém, a história pode complicar-se: o PÚBLICO noticiou no início da semana que pode haver um quarto juiz em causa, uma vez que o presidente do Tribunal Constitucional pondera antecipar a sua saída. A propósito do congresso do PS, José Luís Carneiro anunciou que vai levar uma série de independentes à reunião magna, entre eles Carlos Tavares (ex-CEO do grupo Stellantis), António Costa Silva (antigo ministro da Economia e do Mar), Paulo Jorge Ferreira (reitor da Universidade de Aveiro). Falamos sobre os objectivos desses convites e falamos também sobre a moção sectorial pela qual Miguel Costa Matos (um dos jovens turcos do PS) deu a cara e na qual se pede proximidade, diálogo e novos rostos. Entretanto, o Presidente da República convocou o seu primeiro Conselho de Estado para dia 17 de Abril e fez nomeações para a sua Casa Civil, mantendo parte da equipa de Marcelo Rebelo de Sousa. Olhamos para os nomes, que ainda são sobretudo administrativos, e conversamos sobre o tipo de equipa de que o novo Presidente vai precisar. Depois, terminamos com o momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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TC abre guerra entre partidos e as medidas para responder à outra guerra 19.03.2026 36minEsta semana começamos a conversa por um tema que não é muito sexy, mas que é suficientemente importante trocarmos umas ideias sobre ele. Trata-se dos órgãos externos do Parlamento (como a Provedoria da Justiça, o Tribunal Constitucional ou alguns conselhos superiores), que estão há meses com lugares em aberto porque dois terços dos deputados não se entendem para chegarem a nomes consensuais o suficiente para serem eleitos numa votação secreta. Estas eleições sempre tiveram uma tendência para gerar impasses, mas o tripartidarismo tornou a questão ainda mais difícil. O tema entrou nas reuniões entre partidos e Presidente da República e, aparentemente, António José Seguro está decidido a ajudar a chegar a um compromisso. Na quarta-feira, O Governo apresentou algumas medidas para apoiar as famílias no âmbito de mais uma crise energética criada pela guerra no Médio Oriente. Durante três meses, estarão em vigor ajudas como uma comparticipação de 25 euros na botija de gás solidária e menos dez cêntimos por litro no gasóleo profissional. José Luís Carneiro achou que podia ter-se ido mais longe, porque fez as contas e disse que a medida do gás só vai beneficiar “105 mil pessoas” quando “há 2,5 milhões de pessoas que são afectadas” pelas variações dos preços. Resta saber se há margem orçamental para, depois da tempestade, dar uma resposta mais robusta a esta guerra sem um orçamento rectificativo. Finalmente, falamos sobre um caso que aconteceu na Câmara de Lisboa com um vereador do Chega. A deputada Rita Matias pediu a demissão de Bruno Mascarenhas depois de se ter sabido que a sua namorada alegadamente arrendava casas clandestinas a imigrantes. Porém, depois do apelo de Rita Matias, Bruno Mascarenhas veio dizer, na SIC, que não se demite e que tem a garantia de que André Ventura não vai propor a sua demissão. André Ventura tem-se mantido razoavelmente calado. Encerramos o episódio com o Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Quem desiste primeiro do acordo laboral? Seguro já mostra trabalho 12.03.2026 29minEste episódio foi gravado três dias após a tomada de posse do novo Presidente da República. António José Seguro fez o seu primeiro discurso, prometeu estabilidade e pediu compromissos. Analisamos essa intervenção, assim como o caderno de encargos e a lista do que está mal no país deixada pelo chefe de Estado. Entretanto, Seguro foi para o terreno (Arganil) e fez uma tentativa de mediação em matéria de lei laboral, apelando a que patrões e sindicatos voltassem a sentar-se à mesa das negociações. O Governo logo disse que não quer eternizar a discussão. Será que ainda se pode salvar este pacote? E, se não houver acordo, será a primeira derrota de Seguro? Outra questão que exploramos no episódio de hoje tem que ver com o que noticiámos por antecipação sobre um dos temas que vai sair do Conselho de Ministros. Trata-se de uma alteração legislativa para que um só herdeiro possa desbloquear heranças indivisas. O que se pretende com esta proposta? Vai ser pacífico? O Poder Público não termina sem o momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Montenegro desafia ego de Passos e Marcelo leva Vhils para Belém 05.03.2026 29minEste episódio começa com uma saudação ao PÚBLICO pelos seus 36 anos: 10% do valor da edição de aniversário, que saiu nesta quinta-feira, reverte para a causa dos desalojados de Leiria, pessoas que ficaram sem telhado ou mesmo sem casas. Também é possível ajudar comprando uma assinatura anual. A semana foi marcada essencialmente por dois temas fortes: os estilhaços do ataque ao Irão na vida política do país e as diversas intervenções de uma figura do PSD que até aqui tinha demonstrado muita reserva. O reaparecimento público de Pedro Passos Coelho tem animado a política, mas no dia de debate quinzenal percebeu-se que não é uma animação divertida, pelo menos do ponto de vista do primeiro-ministro. Luís Montenegro chegou ao ponto de propor eleições directas em Maio e de desafiar Passos a apresentar-se como alternativa à actual liderança do PSD. Quando Luís Montenegro desafia implicitamente Passos Coelho a clarificar posições ou a avançar, está a consolidar autoridade ou a revelar fragilidade? Passos é uma alternativa real dentro do espaço do centro-direita? Numa das suas intervenções recentes, Passos Coelho disse que a AD devia ter feito um acordo de governação com o Chega e a IL. Que PSD é este que Passos Coelho representa? Estas e outras perguntas são discutidas no episódio de hoje. Mas há outro tema que aqueceu a semana. A Base das Lajes, nos Açores, tem sido historicamente um activo estratégico no relacionamento bilateral com os EUA e tem servido os interesses militares dos Estados Unidos e seus aliados, incluindo na anterior Guerra do Golfo. Aconteceu agora outra vez, no âmbito do ataque ao Irão. Num momento de instabilidade internacional (Ucrânia, Médio Oriente), não há dúvidas de que a sua utilização ganha nova relevância e nova polémica. Que o diga o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel. O Governo tem sido suficientemente transparente no caso da utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos? Que custos políticos pode ter a atitude do executivo neste dossier? O Poder Público debruça-se ainda sobre os últimos dias de mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, cujo sucessor, António José Seguro, toma posse na segunda-feira, dia 9. Foi anunciado que Marcelo escolheu ter um "retrato" oficial feito por Vhils. A obra não será uma pintura tradicional mas sim uma narrativa visual construída a partir de recortes de imprensa. Será que isto reflecte a forma como o próprio interpreta e quer que a sua presidência seja recordada? O episódio termina com o Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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As nomeações de Santa Engrácia, os trabalhos de Luís Neves e o desafio a Carneiro 26.02.2026 27minO Poder Público de hoje conta com uma voz menos habitual, mas já nossa conhecida. A Liliana Borges junta-se a nós para comentar os temas da semana. Um deles tem que ver com um acerto no Governo. A ministra da Administração Interna não sobreviveu aos impactos políticos do mau tempo e foi substituída no sábado pelo antigo director da Polícia Judiciária. Foi uma escolha inesperada, mas elogiada. O facto de Luís Neves não alinhar na “narrativa de insegurança” do Chega valeu-lhe elogios da esquerda, por exemplo. Vamos avançar para um tema que envolve os órgãos externos do Parlamento, que não são mais do que o Tribunal Constitucional, a Provedoria de Justiça, o Conselho de Estados, os conselhos superiores da Magistratura, do Ministério Público, de Informações, e de Segurança Interna. Há quase 70 lugares vagos em 15 entidades, que têm de ser preenchidos por eleição, mas os partidos não se entendem para isso. Já falharam três datas. Este é um problema recorrente sempre com justificações diferentes. Será que os problemas vão ser resolvidos até dia 6 de Março? Fechamos com dois temas: a reunião do primeiro-ministro e do Presidente da República eleito em Queluz e o congresso do PS. Por um lado, tentamos antecipar como será a relação entre os dois. Por outro lado, a propósito do congresso do PS que José Luís Carneiro se precipitou a marcar na sequência das presidenciais, falamos sobre eventuais desafios para Carneiro, depois de os “seguristas” terem pedido um adiamento para que possa haver uma candidatura alternativa a Carneiro. As críticas são “ausência de dinamismo” e “cultura burocrática e carreirista”. A recta final do episódio é preenchida pelo Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Marcelo marcou o passo ao Governo nas tempestades e uma ministra que dá trabalho 19.02.2026 33minO Poder Público desta semana é moderado por David Santiago, editor de Política, em substituição da directora-adjunta Sónia Sapage. Como não nos permitimos adiar reuniões devido a ausências, vamos concertar posições para um programa só com trabalhadores e sem patrões, o inverso do que aconteceu nesta quarta-feira no Ministério do Trabalho. Depois da gravação deste episódio, terá lugar o debate quinzenal em que se espera uma oposição em peso contra Luís Montenegro, que além de fazer o seu habitual papel de primeiro-ministro estará presente no Parlamento também na qualidade de ministro da Administração Interna. Entretanto, a esquerda à esquerda do PS juntou-se para tentar forçar o Governo a pagar 100% do salário dos trabalhadores em layoff em consequência dos vendavais. O Chega já disse que apoia, mas o PS, que também quer um layoff a 100%, não se decide por uma posição clara. Por outro lado, o líder socialista José Luís Carneiro avisou o primeiro-ministro, como noticiou o PÚBLICO, de que a paciência tem limites por não ver correspondida a sua disponibilidade para convergências. O que poderá José Luís Carneiro fazer se perder a paciência? Esta semana, escrevemos sobre os planos furados de Marcelo Rebelo de Sousa no ocaso em Belém. Queria “sair de levezinho” e sai em “intensidade elevada”. Será que o Presidente da República sentiu necessidade de dar colo ao Governo e ocupar espaços que considerou deixados vazios? Ainda por causa dos efeitos do mau tempo, fala-se cada vez mais num eventual orçamento rectificativo, ou suplementar, como Costa eufemisticamente lhe chamou na pandemia, e o Governo procura obter flexibilidade junto de Bruxelas porque não é possível pagar prejuízos imprevisíveis sem furar a nova regra de ouro da governança da zona euro – a despesa líquida primária. Será que o Governo vai ser obrigado a actualizar as contas de 2026 e terá margem de manobra junto de Bruxelas? O executivo queria ter-se reunido na quarta-feira com os parceiros sociais – categoria onde não coloca a CGTP –, mas a UGT faltou, lamentando a indisponibilidade da ministra Rosário Palma Ramalho para encontrar uma data consensual. A reunião acabou por não se realizar e foi convocado novo encontro para segunda-feira. A pergunta que nos fazemos é: que é que isto augura sobre o processo negocial em curso? Finalmente, o Presidente da República eleito já avisou que quer uma reforma laboral com acordo da UGT. Palma Ramalho e, sobretudo, Luís Montenegro parecem estar de mãos atadas e eventualmente terão de fazer cedências consideráveis para conseguirem que não fique tudo na mesma. O episódio só termina depois do momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Um peixe fora de água no MAI e um Presidente discreto em Belém 12.02.2026 31minO Poder Público está de volta alguns dias passados sobre a eleição de António José Seguro como Presidente da República. Os resultados ainda não são finais, porque há 20 freguesias que adiaram a votação para o próximo domingo, mas já nada mudará a dimensão da vitória. Seguro ultrapassou os três milhões e 400 mil votos e Ventura obteve mais de 1,7 milhões. Neste episódio, olhamos para os resultados pela primeira vez e falamos sobre a vitória de António José Seguro e sobre o número muito expressivo de votos atingido por André Ventura. Será que 1,7 milhões é o seu limite ou o presidente do Chega pode ir mais longe em legislativas? E o resultado de Seguro, é seu e só seu? O que dizer das sondagens desta vez, acertaram? Passadas estas presidenciais, não se esperam mais eleições a nível nacional nos próximos três anos. E nesta fase, o país tem muito com que se preocupar. O mau tempo vai continuar a impactar o território nos próximos dias e o Governo já teve uma baixa: a ministra da Administração Interna apresentou a demissão, que foi aceite pelo primeiro-ministro. A demissão da ministra aconteceu depois de um artigo de opinião publicado nas páginas do nosso jornal onde Gouveia e Melo defendia que Maria Lúcia Amaral devia deixar o Governo. Coincidência? Por enquanto, Luís Montenegro assumiu a pasta da Administração Interna e foi para o terreno (ontem vimo-lo com o Presidente da República debaixo do mesmo guarda-chuva, o que trouxe à memória uma imaginem icónica do passado)— o que levou ao adiamento do debate quinzenal. Ganha tempo para uma remodelação de fôlego, se for essa a intenção, mas no imediato dá peso político ao ministério. Depois de um perfil tão académico, que perfil o primeiro-ministro devia procurar? O episódio só termina depois do momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Tempestade: um Governo que chegou tarde, uma ministra sem noção e uma porta aberta ao populismo 05.02.2026 29minFaltam três dias para sabermos quem vai ser o próximo Presidente da República, apesar de as sondagens persistentemente apontarem António José Seguro como vencedor incontestado, por uma grande diferença. Serão três dias e muita chuva e mau tempo, como aconteceu na última semana, incluindo o dia de reflexão. Neste episódio, vamos dar algum tempo de antena ao mau tempo, avaliando a resposta do Governo e do Presidente da República à tempestade. Na entrevista que deu ao PÚBLICO e à Renascença, o ministro das Finanças defendeu nesta quinta-feira a sua colega da Administração Interna, dizendo que é uma “pessoa altamente prestigiada”, uma “académica respeitada” e que se empenhou a fundo. Mas as críticas à sua ausência nos momentos iniciais foram duras. O mau tempo acabou também por contaminar as campanhas de António José Seguro e de André Ventura, que foram ao distrito mais afectado pela tempestade Kristin, cada um no seu estilo. Na sondagem desta semana, a última antes das eleições. Seguro perdeu ligeiramente terreno para Ventura: desceu de 70% nas intenções de voto para 67 e Ventura subiu de 30 para 33. O ex-líder do PS é o que capta mais votos de eleitores que na primeira volta votaram noutros candidatos. Mas, segundo o relatório da sondagem, ainda há um número significativo de inquiridos que permanece indeciso ou diz que votará em branco ou nulo. Quem pode beneficiar disso? O episódio termina depois do Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Seguro combate a desmobilização e, afinal, Ventura não quer as elites 29.01.2026 32minO Poder Público é um podcast em que conversamos sobre actualidade política. E a actualidade que interessa continuam a ser as presidenciais. Neste fim-de-semana muitos eleitores vão votar na segunda volta e já tiveram a oportunidade de conhecer uma sondagem sobre o assunto. Foi feita pelo centro de sondagens da Católica para o Público, a RTP e a Antena 1 e aponta para um resultado de 70% para António José Seguro e 30% para André Ventura. A confirmarem-se estes números, vamos ter António José Seguro como Presidente. O que significa que já podemos especular sobre a convivência entre Montenegro e Seguro. É um dos temas da conversa. Assim como o grande adversário de Seguro, que pode ser a desmobilização do seu eleitorado. Entretanto, a campanha voltou à estrada esta semana depois de os dois candidatos terem participado num frente-a-frente televisivo. Falamos sobre a prestação dos dois, num debate surpreendentemente calmo. E também dedicamos uns minutos a discutir os apoios dos candidatos. Há cada vez mais gente (de vários quadrantes políticos, do CDS ao Bloco de Esquerda) a assumir que vai votar em Seguro. Que fenómeno é este que pôs Seguro a passar de “poucochinho”, em 2014, a “incontornável”, em 2026? E o que mudou para o candidato do Chega ter começado por pedir o apoio da AD e da IL e agora dizer que quer é o povo? O episódio termina depois do momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Presidenciais: a táctica de Montenegro, a estratégia de Ventura e o desafio de Seguro 22.01.2026 36minEstamos de volta com a resposta à pergunta que mais fizemos nos últimos tempos. Quem passa à segunda volta das presidenciais? Ditaram os portugueses que fosse António José Seguro e André Ventura, separados por mais de 400 mil votos. No pelotão do meio ficaram, por esta ordem, João Cotrim Figueiredo, com quase um milhão de votos; Gouveia e Melo, com quase 700 mil; e Marques Mendes com mais de 600 mil. Juntando-lhe mais 315 mil dos pequeninos, há dois milhões e meio de votos a disputar até ao dia 8 de Fevereiro. Com tantos votos em disputa, a vitória é possível para qualquer um dos candidatos e o nível da participação eleitoral terá uma palavra a dizer na definição do vencedor. Assim como os apoios e, desde a noite eleitoral, tem havido sucessivas manifestações públicas e alguns silêncios. Luís Montenegro escolheu não endossar os votos da AD, assim como a líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, ou o CDS. Entretanto, os candidatos já começaram a ensaiar a estratégia para a segunda volta e ainda ontem, Pedro Pinto, do Chega, pôs as coisas entre o candidato socialista e o que combate o socialismo. O desafio para Seguro é descolar do PS. A sua estratégia passar por ser o rosto da candidatura pela democracia liberal. Nos próximos dias e semanas vamos voltar a ter duas campanhas na rua, que é uma situação política que já não vivíamos há 40 anos. E nós estaremos por aqui pelo menos mais duas vezes antes das eleições. Até à próxima quinta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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