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como a psicanálise pode nos ajudar a refletir sobre o mundo em que vivemos e as mudanças do nosso tempo? o podcast da @floatvibes traz sessões de análise com os pesquisadores e psicanalistas André Alves @andre.alves.oli e Lucas Liedke @lucasliedke para escutar as VIBES culturais e comportamentais que estão submersas no nosso inconsciente.
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ISSO É TRAUMA? 14.05.2026 1t 32mino trauma é inassimilável. será que é por isso que as buscas globais por essa palavra no Google triplicaram entre 2015 e 2025? estamos tentando entender melhor o que é trauma… e também o que não é trauma?desde sempre, a noção de trauma criou um campo muito vasto na literatura, na arte, na cultura popular, e hoje, obviamente, na internet. o termo entrou com tudo na gramática do mal-estar contemporâneo, um tempo em que o sofrimento muitas vezes não é só narrado, ele é compartilhado, performado e estilizado. e existe uma vida livre de trauma? possivelmente não. mas será que estamos assim todos tão traumatizados? o conceito se tornou um referencial cultural dominante, uma tentativa de fazer com que a nossa dor seja escutada e levada a sério em um mundo que dá mais valor ao que é certificado por um diagnóstico. só que, quando tudo é rotulado, empacotado e até vendido como trauma, como fazer para distinguir e atravessar as verdadeiras experiências traumáticas?para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a neuropsicóloga e psicanalista Maria Nogueira Maria.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo - encontro online (ao vivo no dia 19/05 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências. outros episódios do Vibes em Análise citados:O Silêncio do ABUSOCulto ao AUTOCONTROLECOMPULSÕES Digitaispara mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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COMPULSÕES DIGITAIS 30.04.2026 1t 29mindurante muito tempo, discutimos a tecnoadicção como um fenômeno ligado sobretudo a mídias sociais, videogames e pornografia. mas a lógica da compulsão digital vem se deslocando cada vez mais para outros domínios: as finanças gamificadas e cheias de cashbacks, as apostas e mercados de previsão, os chatbots e interfaces de IA sem os quais se tornou impossível viver, os aplicativos de trading e, para muita gente, o irresistível jogo dos cupons e das compras online. são mundos híbridos entre informação e entretenimento em que parece que a gente está sempre à beira de criar algum tipo de dependência. fissura. abstinência. círculo vicioso. acesso hiperfacilitado. falta de regulação. um sistema de recompensas sequestrado. sacrifícios e perdas em tantas áreas da vida. será que ainda tem como escolher usar… ao invés de simplesmente se sentir usado?.. e não sentir que a sua autonomia individual está sendo colonizada? alguns usuários se excedem mais que outros, mas a verdade é que o excesso está programado no próprio modo de uso. são arquiteturas que transformam as necessidades humanas legítimas em circuitos de engajamento economicamente exploráveis.para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos o David Nemer, Antropólogo da Tecnologia e Professor e Pesquisador da Universidade da Virgínia.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, encontro online (ao vivo no dia 05/05 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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COMUNIDADES: EROSÃO OU RECOMEÇO? 16.04.2026 1t 31mino historiador Eric Hobsbawm diz assim: “a palavra ‘comunidade’ nunca foi utilizada de modo mais indiscriminado e vazio do que nas décadas em que as comunidades no sentido sociológico passaram a ser difíceis de serem encontradas na vida real”. ou seja, relações mais fluidas ou precárias, empuxo ao hiper-individualismo, grupos temporários, múltiplos e frágeis. a gente está vivendo a era dos simulacros de comunidades?o grupo de corrida ou de crossfit, o clube do livro, o culto/igreja, o grupo de whatsapp de mães da escola…são muitos os tipos de grupos que têm ofertado algum senso de comunidade. para muitos de nós, resgatar ou mesmo criar e cultivar o sentimento de pertencimento vem se tornando uma questão de sobrevivência. afinal, estar vivo hoje é enfrentar um paradoxo muito angustiante: quais os limites entre a individualidade e a solidão? qual é o balanço na nossa vida entre Eu e Nós? um conflito que está na base do que o sociólogo Richard Sennett chamou de tirania da intimidade. nesse contexto, como engajar em uma comunidade? para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a ensaísta, pesquisadora e professora de Comunicação na UFF, Paula Sibilia.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo. encontro online (ao vivo no dia 21/04 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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VC TEM FETICHE? 02.04.2026 1t 13mina gente conhece muito bem o roteiro: depois do “e aí, beleza”, "qual sua idade?”, “onde vc mora?”... é bem comum que venha aquela pergunta: “vc tem fetiche?” tem os que tem uma tara por determinadas partes do corpo, tem os que gostam de fazer sexo em lugares públicos, tem também quem diz que o único fetiche possível é o dinheiro. sem falar que a essa altura do tecnoerotismo, todo mundo conhece alguém que caiu nas graças da produção de conteúdo erótico ou se aventurou no sexting com IA. será que estamos investigando e falando mais sobre as especificidades do que nos excita?o cenário de recessão sexual indica que estamos transando menos, e que o tesão que levava ao ato cedeu lugar às interfaces mediadas e à tentação dos algoritmos. enquanto isso, as categorias do pornô se multiplicam a cada dia e os creators eróticos prometem realizar todas as suas fantasias, aquelas mais específicas que você não tem coragem de contar pra ninguém. mas afinal, qual é o limite de um fetiche? e o quanto ele pode libertar ou quem sabe aprisionar o exercício da nossa libido?para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a influenciadora Veronica Domingues, que gosta de unir temas um pouco polêmico com humor em suas redes sociais.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo. encontro online (ao vivo no dia 07/04 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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CONVERSAS QUE NÃO CONSEGUIMOS TER 19.03.2026 1t 33min“oi, será que a gente pode conversar?” sempre tem uma coisa que a gente queria dizer mas não consegue falar, não sabe nem por onde começar. e tem também aquilo que a gente não tá disposto a escutar… e temos até medo de como podemos reagir. sentimentos reprimidos, mensagens nunca respondidas… às vezes falta tempo ou espaço ou coragem mesmo. ou então alegamos que estamos sem paciência pra DR. e quase sempre… falta palavra. esse episódio é para todo mundo que não aguenta mais o peso de uma comunicação interrompida e perigosamente insuficiente. como é que pode… na era mais conectada da história, nesse faladeiro sem fim que atravessa nossos dias, a comunicação com quem mais importa ficar tão truncada, difícil e fragmentada? quando chega a hora de ter aquela conversa importante, a gente pode travar, se irritar, desanimar e fugir — como se muitos de nós estivéssemos sofrendo de um sério caso de canseira relacional. e aí, será que dá para cavar uma oportunidade e ter aquela conversa que você simplesmente ainda não conseguiu ter?para expandir a nossa escuta sobre esse assunto, contamos com a participação da linguista e escritora Jana Viscardi.e se você quer aprofundar o tema desse episódio junto com o André e o Lucas, inscreva-se no Sessão em Grupo. um encontro online (ao vivo no dia 24/03/26 às 19h, mas que pode ser assistido depois) em que vamos desdobrar as principais questões do episódio, ampliar as hipóteses e trazer novas referências. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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NOSTALGIA & REGRESSÃO 11.12.2025 1t 24mindancinhas, caretas, figurinhas, desafios, gatinhos, vozinhas, brincadeiras, pegadinhas e fofurinhas. é impossível passar 10 minutos na internet sem cruzar com conteúdos, digamos, bem infantis e infantilizadores. tudo num limite estranho entre inocência e apenas bobagem. é o criador de conteúdo histriônico que experimenta comidas aos berros — e tem milhões de visualizações por isso. ou tantos nutricionistas que só conseguem falar sobre boas escolhas na alimentação na base do humor. ou do escracho. isso sem falar nos funkos, reborns, labubus, coleções infinitas de brinquedos. e, claro, a pérola de 2025: adulto de chupeta e mamadeira. o psicanalista Donald Winnicott defendia que o sujeito se constitui a partir de uma tendência inata para a integração, o aprimoramento das relações interpessoais e o amadurecimento psíquico. e claro que, para esse desenvolvimento todo acontecer, o ambiente tem que contribuir positivamente. mas que ambiente estamos oferecendo para a juventude para além de uma cultura que infantiliza os adultos? e mais: como a indústria cultural e o mercado vêm fazendo uso da Nostalgia como um recurso emocional que provoca familiaridade, senso de identidade e conforto emocional?para ampliar a nossa escuta sobre o tema, contamos com a participação do Fabio Belo, psicanalista e professor de psicanálise da UFMG e apresentador do podcast Conversas virtuais sobre psicanálise.* esse episódio tem o apoio de Hinge, o aplicativo de relacionamentos que foi feito para ser deletado. faça o download clicando aqui.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Zamunda Studioedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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SENTIDOS DO TRABALHO parte 2 13.11.2025 1t 24min“eu sou o meu trabalho” ou “o meu trabalho é uma parte de mim"? a discussão sobre a dimensão do trabalho nas nossas vidas não é nova, só que os tempos atuais são atravessados por diversos fatores que complexificam ainda mais a distinção entre vida pessoal e profissional. daí se fala mais sobre gestão de tempo, procrastinação, cansaço compulsivo, autoaperfeiçoamento, as ciladas da automação, as condições do sujeito emprecariado, a pejotização, a plataformização e o medo do desamparo financeiro e da obsolescência do ser humano diante do avanço da tecnologia. os descontentamentos com o trabalho são um dos temas favoritos da internet - e não é para menos. a relação dos brasileiros com o trabalho anda estranha, pra dizer o mínimo. o Brasil é o 4º país mais estressado do mundo e o 2º no ranking de casos de burnout. dados recentes mostram que o país registrou mais de 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais. esse é o maior número desde 2014. tem gente que ainda diz que o brasileiro não gosta de trabalhar, mas desse jeito, quem aguenta? claro que a questão é estrutural. no fim, não é só que talvez você esteja em crise com o trabalho; é que o trabalho em si também está em crise. uma crise econômica, social e política. uma crise que precisa de muita elaboração. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, tivemos a honra de escutar o psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e também criador do maior canal de psicanálise no YouTube, Christian Dunker. (@chrisdunker)para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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TRETAS ONLINE 23.10.2025 1t 29mindesabafos, rage-baiting, vídeos absurdos, opiniões forçadas, postagens sensacionalistas, guerras musicais, indignação, haters e muito, mas muito textão. é impossível passar um dia sequer nas mídias sociais sem passar raiva. a gente até sabe que o nosso ódio tem sido instrumentalizado para aumentar o engajamento e, mesmo assim, parece que se tornou impossível resistir. e a nossa única certeza é que hoje a internet vai estragar o meu dia.será que um comentário negativo tem o poder de anular 100 elogios? sim. até porque a gente sabe que a “condição cronicamente online” é sobre estar sempre à flor da pele. existiu um tempo em que os nossos sentimentos eram mais retidos na nossa vida privada, mas hoje sentimos em público: os afetos e as emoções passam a ser mais sociais, conectados pela tecnologia. e aí é fácil cair em um modo de viver e interagir com mais Tempestividade, ou seja — é intenso, elétrico, estimulante e dopamínico.para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos o arte educador Guilherme Terreri (@rita_von_hunty)para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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NÃO SABER DIZER NÃO 09.10.2025 1t 14minNÃO se tornou uma palavra de ordem do autocuidado contemporâneo. mas como foi que chegamos até aqui? “não saber dizer NÃO” virou um tipo de sintoma cultural do nosso tempo, de uma sociedade marcada por excessos, tanto de ofertas quanto de demandas. e aí, conseguir estabelecer bem os limites e saber dizer NÃO passa a ser visto como um sinal positivo de resistência, um gesto político importante ou talvez até um estilo de vida aspiracional.mas e quando não se consegue dizer esses NÃOs? muita gente não resiste ao impulso de agradar e se submete ao que não queria. mas como se diz nos quatro cantos da internet, “toda vez que se diz sim querendo dizer NÃO, morre um pedaço de você.” — a frase eternizada por Albert Einstein resume como a dificuldade de dizer NÃO pode produzir ansiedades, angústia e conflitos relacionais. e, muitas vezes, escancara a dificuldade do sujeito de decidir a favor de si mesmo.para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a empresária e investidora Monique Evelle.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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MANUAL IMPOSSÍVEL DA TRAIÇÃO 25.09.2025 1t 19mindizem que só existe um erro na vida que não pode ser corrigido: a traição. talvez porque poucas experiências emocionais da nossa vida sejam capazes de abalar tanto a nossa confiança no outro, em nós mesmos, nas relações. a traição provoca uma série de questionamentos: por que você fez isso? por que dói tanto? não me ama mais? ou quem sabe nunca me amou? e agora, tem volta? você me perdoa? eu sou capaz de perdoar? e, em última instância, por que as pessoas traem?tantas questões nos provocam a imaginar se dá pra pensar em um Manual da Traição. — afinal, o que fazer quando você foi traído? e o que fazer quando foi você que traiu ou continua traindo?... qualquer resposta pronta e definitiva pra essas perguntas seria muita ingenuidade, mas vamos levantar alguns pontos que podem nos ajudar a pensar sobre a complexidade da traição.para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a escritora e psicanalista Ana Suy.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome
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O FANTASMA DA INSÔNIA 11.09.2025 1t 25min1 em cada 3 brasileiros sofre de insônia. são cerca de 73 milhões de pessoas. enquanto isso, o consumo de medicamentos para dormir só aumenta e se populariza de forma irrestrita. mas o que mais podemos pensar e falar sobre o fenômeno contemporâneo da insônia para além dos dados alarmantes e das críticas à indústria farmacêutica?para a psicanálise, é na improdutividade do sono que se produzem algumas das pontes mais frutíferas com o desejo e com o inconsciente. como disse Aristóteles, o sono não produz nada, mas contém a potencialidade de toda produção. só que quando somos tomados por uma epidemia de distúrbios do sono, vamos ter que elaborar melhor toda a potencialidade da insônia. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, contamos com a participação do psicanalista, psiquiatra e professor de psicopatologia clínica Mario Eduardo Costa Pereira.- Cupom Emma Colchões: VIBES (link)para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e você ainda pode se tornar assinante do Vibes em Análise e receber conteúdos exclusivos e antecipados.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraarte, edição e montagem: Jessica Correa
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DA RIXA AO RANÇO 05.06.2025 58minficar de bode, enjoar, pegar antipatia, ou birra, peguei ar. tem certas pessoas que despertam aversão de cara, ou um tipo de raiva, desprezo e até repulsa. às vezes você sabe muito bem por quais razões isso acontece, mas em alguns casos você não faz a menor ideia. e no meio dessa ciranda de afetos, uma certeza parece inabalável e irreversível: você pegou ranço. a palavra "ranço" vem do latim “rancidus”, que significa "gordura ou manteiga estragada" — ou seja, é aquela coisa que passou do ponto, oxidou, e começou a exalar um cheiro forte e desagradável. ranço definitivamente não é indiferença, e persiste com o tempo.enquanto a rixa até parece que tem explicação, o bode pode vir de uma pessoa que basicamente não te fez nada, ou que você nem conhece direito — ela só é quem ela é. o jeito irrita, a presença incomoda, dá até preguiça de conviver ou chegar perto pra conhecer.é basicamente uma sensação de querer eliminar pessoas do nosso círculo social ou mesmo do nosso campo de visão. será que a gente anda tendo menos tolerância para lidar com os outros? e o que podemos fazer com essas rixas e ranços que nos atravessam?para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a escritora, podcaster e fundadora da plataforma Obvious, Marcela Ceribelli.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar, eliminar os breaks comerciais e ainda receber conteúdos exclusivos, pode nos apoiar através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomerefs.Introdução à obra de Melanie Klein — Hannah SegalBom dia, obvious — Intimidade Sintética (com André Alves)Why you're lonely — Robert Putnam (entrevista New York Times)
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INTIMIDADES SINTÉTICAS 13.05.2025 1t 15mino filme Her (Ela), de 2013, onde um escritor se apaixona por sua assistente virtual, nunca pareceu tão atual. e é muito curioso pensar que a ficção futurista se passa exatamente em 2025.segundo o Institute of Family Studies, 1 em cada 4 jovens adultos acha que namorados/as gerados por IA podem vir a substituir o romance na vida real. e uma pesquisa da Talk, mostrou que 31% dos brasileiros acreditam que as pessoas deveriam ter o direito de casar com uma IA. enquanto isso, a OpenAI (criadora do ChatGPT) alega uma suposta preocupação sobre usuários que estão se tornando emocionalmente dependentes de IAs. mas o problema também está aqui entre nós, pois as relações entre humanos não andam nada bem. não só estamos sofrendo de solidão e nos relacionando menos, mas nossa saúde social é cada vez mais atravessada e intermediada pelas lógicas bastante nocivas das ferramentas digitais. conquistar e cultivar intimidade se tornou um desafio do nosso tempo. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a psicanalista e pesquisadora de relacionamentos Carol Tilkian do projeto Amores Possíveis.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar, eliminar os breaks comerciais e ainda receber conteúdos exclusivos, pode nos apoiar através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomerefs.Reinvenção da Intimidade — Christian DunkerYour A.I. Lover will change you — The New YorkerO amor rasteiro das máquinas inteligentes — Deivison Faustino (Outras palavras)
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CAFÉ COM DEUS PSICANÁLISE 15.04.2025 1t 24mina religião pertence ao campo das ilusões? a fé é um mecanismo de alienação psíquica?na psicanálise, Freud não diz que Deus não existe, mas nos convida a pensar em como a religião é uma espécie de neurose coletiva — uma doutrina que pode nos guiar e orientar em direção à transcendência e espiritualidade… ou nos aprisionar em um modelo de controle social ou mesmo em uma mentalidade de seita; até porque toda religião sempre envolve um exercício de poder.para complicar, os períodos de grandes incertezas e instabilidade são conhecidos pelo aumento do apelo às religiões, ainda mais no Brasil, onde 90% da população (Ipsos) acredita que Deus ajuda a superar crises. esse é um pacto coletivo que assegura nossa inserção na cultura e na civilização, e que tenta proteger o ser humano do desamparo existencial. ao mesmo tempo, sabemos que a religião também pode servir justamente para fazer uso e tirar aproveitar do nosso desamparo. aí realmente… é aquele Deus nos acuda.* para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a economista e ativista Alessandra Orofino do podcast Calma Urgente e o psicanalista e professor no Instituto de Psicologia da USP, Gabriel Binkowski.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substackfaça parte do nosso grupo no Telegrame se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar, eliminar os breaks comerciais e ainda receber conteúdos exclusivos, pode nos apoiar através do apoia.sepesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomerefs.O Futuro de uma Ilusão — Freud Religião e psicanálise - Gabriel Binkowski, Edin Abumanssur, Eduardo Silva (Orgs)A fé e o fuzil: Crime e religião no Brasil do século XXI — Bruno Paes Manso
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MAL-ESTAR NA ADOLESCÊNCIA 27.03.2025 1t 13minser adolescente nunca foi fácil. é o furacão de hormônios, as inseguranças da sexualidade, a pressão dos pais, da escola, dos amigos, da vida social. e, no meio de tudo isso, ainda ter que decidir o que fazer da vida (/do futuro). é uma fase inevitável de angústias, incertezas e novos sintomas. só que o estado atual do mundo tem intensificado ainda mais esse caldeirão pulsional. a juventude é, afinal, a esponja do mundo. ou seja, absorve e intensifica as características mais potentes — ou mais destrutivas — do espírito do tempo. por isso mesmo, ser adolescente hoje vem com uma camada extra de pressão: do sucesso na internet à busca pela beleza perfeita. do desempenho máximo ao sonho de se tornar bilionário. e, claro, a responsabilidade de salvar o mundo. e assim, uma etapa da vida que é fundamentalmente sobre experimentação pode se tornar uma experiência desafiadora de inadequação.das crises de saúde mental ao bullying e episódios de violência, adolescer nos tempos atuais é uma condição de mal-estar. ainda mais quando a sopa de letras da teoria geracional insiste em propagar estereótipos e preconceitos. sim, a juventude atual merece mais do que um diagnóstico de “geração perdida”. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos o comunicador e pesquisador o Matheus Sodré e o psicanalista e também pesquisador Sandro Cavallote. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo no Telegrame assine nossa newsletter no Substacke se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar, retirar os breaks comerciais e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar apoiador da floatvibes através do apoia.sepesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsEsse Sujeito Adolescente — Sonia AlbertiDocumentário Social Studies Geração Quarto — Hugo Monteiro
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CULTO AO AUTOCONTROLE 11.03.2025 1t 10minestudar mais. trabalhar melhor. retomar a dieta. parar de fumar. praticar exercícios físicos. dormir e acordar na hora certa…é tudo uma questão de disciplina e força de vontade? se você acredita que sim, parabéns! você é seguidor do CULTO AO AUTOCONTROLE.em um tempo tomado pelo desempenho, a internet e a cultura estão cheias de abordagens, métodos, conteúdos e objetos culturais que prometem sucesso e bom desempenho, desde que o sujeito contemporâneo seja muito dedicado, rigoroso.. e, claro, consiga dominar tudo o que sente e faz. na tentativa de lidar melhor com essa crescente demanda por autocontrole, recorremos aos campos da Inteligência Emocional, Estoicismo, Terapia da Aceitação e Compromisso, Neurociência, Hábitos Atômicos, Detox e Menus de Dopamina… e tantas outras abordagens e discursos.ironicamente, o que não falta são queixas de falta de foco e procrastinação. daí o que o sujeito do CULTO AO AUTOCONTROLE faz? mergulha em frustração, culpabilização, vergonha e doses implacáveis de autocrítica. uma busca pela melhor versão que, geralmente, não acaba nada bem. não dá pra viver no descontrole , mas também não vai dar pra só alimentar uma contínua guerra contra si mesmo. e para nos ajudar a elaborar esse tema, convidamos o Thiago Guimarães, que você talvez conheça como Ora Thiago, o canal em que ele fala sobre cultura pop e comportamento. para mais VIBES, acesse os perfis floatvibes: InstagramTikTokfaça parte do nosos grupo no Telegramassine nossa newsletter no Substacke se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se!pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsAgainst Self-Criticism — Adam Philips A estetização do mundo, Gilles Lipovetsky e Jean Serroy PRODUTIVIDADE (em tempos de IA)
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O SILÊNCIO DO ABUSO 20.02.2025 1t 18minexistem dores e machucados que você enxerga… como um hematoma ou uma cicatriz na pele. tem outras que se escondem na nossa alma. são as feridas que povoam nossa mente… e que muitas vezes nos silenciam, e a gente já nem sabe como tentar se curar ou pedir ajuda.abusøs e assédiøs acontecem de muitas formas: no físico, psicológico, no verbal, não-verbal. um toque não consentido, uma palavra que humilha, um segredo que nos corrói por dentro. esse é um mal mais comum do que se pensa, que se infiltra em espaços onde deveria existir segurança — na nossa casa, no ambiente de trabalho, na escola, no transporte público, nas nossas relações com estranhos que acabamos de conhecer… ou com pessoas muito muito… íntimas.falar mais sobre esse tema tão difícil é imprescindível porque precisamos nos educar, nos fortalecer, desconstruir mitos e medos. e romper com o pacto de silêncio que encobre a violência. é dar suporte a quem precisa, criar redes de acolhimento, fortalecer leis que possam proteger e punir.e, acima de tudo, é preciso falar mais e escutar mais — sem invalidar, sem minimizar. quando um relato desses encontra espaço, quando uma vítima é vista e acreditada e protegida, o ciclo começa a se romper. e, um dia, talvez… O Silêncio do ABUSO se transforme em justiça e cura.para expandir nossa escuta e trazer vozes femininas importantes para essa conversa, contamos com as participações da psicanalista Ana Laura Prates e da jornalista e escritora Milly Lacombe.para mais VIBES, acesse os perfis floatvibes: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo no Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar membro através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refs.Por que o homem comum estupra? — Vera IaconelliO corpo guarda as marcas: Cérebro, mente e corpo na cura do trauma — Bessel van der KolkFerenczi — Christian Dunker
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SAUDADE DO FUTURO 26.12.2024 1t 4minas emoções dessa época de virada do ano sempre nos provocam a pensar no nosso grau de impotência (ou impossibilidade) perante o futuro. afinal, o que está nas nossas mãos para repetir, mudar ou simplesmente deixar ir?já faz tempo que muitos teóricos e autores chamam atenção para uma noção de futuro obscuro na contemporaneidade; uma espécie de colapso da capacidade humana de imaginar e projetar futuros desejáveis para o sujeito e para o coletivo.e é entre sentimentos ambíguos de nostalgia, esperança, medo, grandes expectativas e frustrações, que chegamos nessa hora mágica de encarar nossos sonhos e desejos e se lançar à incerteza do amanhã.para ampliar o entendimento sobre essas passagens temporais, contamos com a participação do Renato Noguera, doutor em filosofia pela UFRJ, professor, autor de diversos livros, e pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.—pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Zamundaedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomeesse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsDepois do Futuro — Franco BerardiRevista Cult — O lento cancelamento do futuro O desaparecimento dos rituais: Uma topologia do presente — Byung-Chul Han
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CYBERCONDRIA 03.12.2024 1tvocê sofre de medo ou preocupação excessiva com doenças? e como os conteúdos sobre saúde, diagnósticos e tratamentos intensificam esses sentimentos? hipocondria é um nome um tanto problemático para fazer referência a um tipo de transtorno psíquico de ansiedade que faz o sujeito sofrer da dúvida ou certeza de doenças que não consegue identificar ou tratar.mas o que acontece quando esse fenômeno é potencializado por uma condição cronicamente online — marcada pelo ritmo algorítmico do conteúdo, por uma crescente onda de médicos creators e influenciadores que têm suas próprias doenças como vertical editorial? nesse contexto hipermidiático, os efeitos psicossomáticos desse mal-estar podem ser ainda mais perigosos. para expandir a escuta nesse tema tão complexo, contamos com as falas dos psicanalistas Rubens M. Volich e Mario Eduardo Costa Pereira.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Zamundaedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refs.Impasses da alma, desafios do corpo: Figuras da hipocondria — Rubens M. VolichA Body Made of Glass: A Cultural History of Hypochondria — Caroline CramptonAs formas corporais do sofrimento: a imagem da hipocondria — Maria Helena Fernandes
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CRISE & RISO 14.11.2024 1t 1minqual é o limite do humor? esse clássico debate filosófico e ético provoca conversas acaloradas há séculos. o humor pode ser considerado fútil ou inteligente. ou nobre e virtuoso. mas também grotesco... geralmente, tudo meio junto e misturado. o que parece ser unânime é que, tem dias e situações em que só o humor salva. como diz o meme, “tenho certeza que só não enlouqueci até hoje porque acho tudo muito engraçado.”mas afinal, a comédia reflete o estado atual da cultura e da sociedade ou só serve para nos deixar alienados? pode ser um tipo de saída criativa ou reflexão crítica da realidade? ou apenas nos alienar ao acharmos graça de tudo?para pensar nas funções e efeitos do humor, contamos com o ator, humorista, roteirista e escritor Gregório Duvivier. e também com a Nadja Moraes, que é psicanalista, palhaça e pesquisadora do humor. esse episódio tem o apoio da WALK, uma iniciativa criada para abrir a cabeça das marcas e ajudar elas a serem parte da solução para um mundo melhor. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.apresentaçãoAndré AlvesLucas LiedkerefsObras Completas vol. 7: O chiste e sua relação com o inconsciente — FreudFarofa da Estupidez — Maria HomemO Palhaço e o psicanalista: Como escutar os outros pode transformar vidas — Christian Dunker e Cláudio ThebasPsicanálise e Humor - por Nadja Moraes, Casa do Saber
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