Professor HOC
Heni Ozi Cukier
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Heni Ozi Cukier (HOC) é cientista político, professor e palestrante. Formou-se em Filosofia e Ciências Políticas nos Estados Unidos. É mestre em Resolução de Conflitos e Paz Internacional pela American University, em Washington DC.
Nos Estados Unidos, trabalhou no Conselho de Segurança da ONU, na Organização dos Estados Americanos (OEA), no Woodrow Wilson Center e em outras organizações americanas.
HOC também é professor de Relações Internacionais e tem popularizado o conhecimento sobre geopolítica por meio de seu canal PROFESSOR HOC no YouTube, que é o maior canal de geopolítica do Brasil.
Episode
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A PRÓXIMA PANDEMIA? SURTO DE EBOLA NO CONGO 01.06.2026 35mntUm novo surto de Ebola voltou a colocar a República Democrática do Congo em alerta.Mas essa não é apenas uma história sobre um vírus.É uma história sobre um país gigantesco, rico em minerais estratégicos, mas marcado por décadas de guerras, interferência externa, grupos armados, fronteiras frágeis e um Estado que muitas vezes não consegue controlar o próprio território.O epicentro do surto está no leste do Congo, uma das regiões mais instáveis da África. É ali que milícias disputam poder, que populações inteiras são obrigadas a fugir de suas casas, que hospitais operam sob ameaça e que a desconfiança contra autoridades e organizações internacionais pode ser tão perigosa quanto a própria doença.O Ebola se espalha pelo contato humano. Mas, no Congo, ele também avança pelas rachaduras deixadas pela guerra: deslocamento em massa, colapso da infraestrutura, pobreza, desinformação, rotas de comércio, fronteiras porosas e ausência do Estado.Neste vídeo, eu te explico por que esse novo surto preocupa tanto a comunidade internacional, como a crise sanitária se conecta à instabilidade no leste congolês, qual é o papel de grupos armados como o M23, por que países vizinhos observam a situação com medo e como uma epidemia pode se transformar em um problema regional.Porque, no fim, o Ebola no Congo não é apenas uma emergência médica.É o retrato de um país onde saúde pública, guerra, mineração, fronteiras e poder internacional se misturam.
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A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL VAI TIRAR SEU EMPREGO? 01.06.2026 22mntA inteligência artificial era tratada como uma bolha: empresas gastando centenas de bilhões em data centers, investidores eufóricos, pouca clareza sobre lucro e muita comparação com a bolha das ferrovias e a bolha da internet.Mas algo mudou.Com a chegada de ferramentas como Claude Code, Codex e Cursor, a IA deixou de ser apenas um chatbot que responde perguntas e começou a se transformar em agentes capazes de executar tarefas reais: programar, pesquisar, analisar, criar produtos, automatizar processos e aumentar brutalmente a produtividade.Neste vídeo, eu explico por que a tese da “bolha da IA” ficou mais complicada, como a Anthropic se tornou uma das empresas de crescimento mais impressionantes da história recente, por que a demanda por chips e data centers explodiu e qual é o risco real por trás de tudo isso.A pergunta central é simples: a IA está finalmente provando seu valor econômico — ou estamos apenas vendo uma bolha ainda maior se formar?
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A RÚSSIA ESTÁ PERDENDO A GUERRA NA UCRÂNIA 26.05.2026 47mntDurante mais de quatro anos, a narrativa dominante sobre a guerra na Ucrânia foi de avanço russo lento, mas constante. Moscou pagava caro em vidas, mas ganhava terreno. A pressão sobre Kyiv era real, e o apoio ocidental diminuía. Essa narrativa começou a rachar.Em abril de 2026, pela primeira vez desde a incursão ucraniana em Kursk em agosto de 2024, a Rússia sofreu perda líquida de território. A Ucrânia liberou mais terra do que a Rússia capturou. As baixas russas atingiram 35 mil por mês, um recorde grotesco desde o início da invasão, e 96% delas foram causadas por drones. Pela primeira vez na guerra, a Ucrânia mata e fere russos mais rápido do que Moscou consegue repor.A Ucrânia mudou de estratégia. Em vez de disputar trincheira por trincheira contra um exército maior, passou a atacar vulnerabilidades em todo o sistema militar-industrial russo: refinarias de petróleo, plantas que fabricam sistemas de navegação de drones e mísseis, depósitos de combustível, hubs de guerra eletrônica e postos de comando. Alvos a mais de mil quilômetros da fronteira estão sendo atingidos regularmente. 70% da população russa agora vive dentro do alcance de drones ucranianos. Em março, a Ucrânia ultrapassou a Rússia em número de ataques de drone de longo alcance lançados.Dentro da Rússia, os sinais de deterioração se acumulam. O desfile do Victory Day em 9 de maio aconteceu sem blindados pela primeira vez em vinte anos. Putin vive em bunker por medo de ataques. O diretor do centro de testes de drones russo admitiu publicamente que perderam a liderança para os ucranianos. E a própria Rússia se sabotou ao desabilitar o Telegram na linha de frente e perder o acesso ao Starlink, degradando a comunicação das suas próprias forças.Neste vídeo, a gente analisa como a Ucrânia virou o jogo sem depender dos Estados Unidos, por que a Rússia não consegue se adaptar na mesma velocidade, e o que isso significa para o futuro da guerra.
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O HOMEM QUE SALVOU A HUMANIDADE 26.05.2026 21mntEm 27 de outubro de 1962, um submarino soviético no fundo do Caribe quase disparou um torpedo nuclear contra a Marinha dos Estados Unidos. A tripulação estava sufocando, sem contato com Moscou, sob o que acreditavam ser um ataque real. Dois dos três oficiais a bordo votaram a favor do disparo. O terceiro disse não.Esse homem se chamava Vasili Arkhipov. E essa é a história de como um único voto separou o mundo do apocalipse nuclear.Neste vídeo, a gente reconstrói o que aconteceu dentro do submarino B-59, explora o que teria acontecido se o torpedo tivesse sido disparado e mostra por que a arquitetura da segurança nuclear global ainda depende de decisões humanas tomadas sob pressão extrema
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O GRANDE MEDO DE XI JINPING 19.05.2026 18mntNeste vídeo, analisamos um dos maiores medos de Xi Jinping: que o Partido Comunista Chinês apodreça por dentro.A campanha anticorrupção de Xi não é apenas uma tentativa de limpar abusos dentro do Estado chinês. Ela também é uma ferramenta de controle político, disciplina ideológica e reorganização das lealdades dentro do Partido e do Exército de Libertação Popular.Depois de consolidar seu poder, Xi passou a falar cada vez mais em “auto-revolução” do partido, evocando o espírito de Yan’an, a antiga base revolucionária de Mao Zedong. Mas por trás dessa linguagem histórica existe uma preocupação muito concreta: evitar que a China repita o destino da União Soviética.Neste episódio, explicamos como as purgas, investigações e punições dentro do Partido Comunista Chinês revelam a obsessão de Xi com corrupção, deslealdade, facções internas e colapso político.Porque, para Xi, a maior ameaça à China talvez não venha dos Estados Unidos, de Taiwan ou de uma guerra externa. Talvez venha de dentro do próprio partido.
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TRUMP E XI JINPING: A REUNIÃO QUE PODE REDESENHAR O MUNDO 19.05.2026 37mntTrump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
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TRUMP E XI JINPING: A REUNIÃO QUE PODE REDESENHAR O MUNDO 14.05.2026 37mntTrump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
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COMO SERIA O MUNDO SE A ALEMANHA TIVESSE VENCIDO A 2ª GUERRA MUNDIAL? 11.05.2026 21mntE se Hitler tivesse tomado a decisão certa em Dunquerque?Em maio de 1940, mais de 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa praia no norte da França. O Canal da Mancha ficava atrás deles. As divisões Panzer alemãs estavam a poucos quilômetros. A França já estava praticamente derrotada. E a Grã-Bretanha parecia à beira do colapso.Então aconteceu uma das decisões mais debatidas da Segunda Guerra Mundial: Hitler mandou parar.Essa pausa abriu a janela para a Operação Dínamo, a evacuação de Dunquerque, que salvou centenas de milhares de soldados aliados e permitiu que a Grã-Bretanha continuasse lutando.Mas e se essa ordem nunca tivesse sido dada?Neste vídeo, imaginamos uma realidade paralela assustadora: a destruição do Exército Britânico em Dunquerque, a queda política de Churchill, uma possível paz entre Londres e Berlim, uma Alemanha nazista sem front ocidental, a União Soviética enfrentando Hitler praticamente sozinha e um mundo pós-guerra completamente diferente do nosso.Dunquerque não foi apenas um episódio militar. Foi um daqueles momentos raros em que a história inteira pareceu depender de uma margem estreita, de uma decisão específica, de um erro de cálculo.Porque, às vezes, a diferença entre o mundo que existe e o mundo que poderia ter existido é muito menor do que gostaríamos de acreditar.Inscreva-se no canal para mais análises de história, geopolítica e os grandes momentos que moldaram o mundo.
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O GRANDE PROBLEMA QUE NINGUÉM NOTOU NO ATENTADO CONTRA TRUMP 05.05.2026 19mntNa noite de 25 de abril, Cole Tomas Allen tentou romper o checkpoint do Washington Hilton com duas armas para atingir o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Foi neutralizado antes de chegar ao alvo. É a terceira tentativa de assassinato contra Trump desde 2024 — no mesmo hotel em que John Hinckley baleou Reagan em 1981.Mas o atirador não é a história. O salão é.Pelo menos doze ocupantes da linha sucessória estavam ali dentro: o vice-presidente JD Vance, o Speaker Mike Johnson, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário da Guerra Pete Hegseth. O protocolo de "designated survivor" foi discutido antes do evento — e dispensado. Em poucos metros quadrados concentrava-se o presidente, o seu sucessor imediato e os nomes que já disputam, em silêncio, a herança política de 2028.
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POR QUE UM CHAMPANHE CUSTA TÃO CARO? A IDEIA QUE MUDOU A ECONOMIA: HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.10 30.04.2026 19mntUma garrafa de champanhe vendida por 2 mil reais não custou nem perto disso para ser produzida. Marx e Adam Smith achavam que o valor vinha do trabalho. Estavam errados.No século XIX, um economista britânico chamado William Jevons mudou para sempre a forma como entendemos o valor das coisas — e, de quebra, como entendemos nossas próprias decisões.A ideia dele, a "utilidade marginal", é uma das mais poderosas da história da economia.Neste episódio da série A História do Dinheiro, a gente explica como Jevons e Alfred Marshall construíram o modelo que domina a economia até hoje: oferta, demanda, concorrência perfeita e o famoso "homem econômico racional". Uma teoria elegante, poderosa — e que alguns consideram perigosamente simplificada.
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A BATALHA QUE CRIOU O MUNDO QUE VIVEMOS: MIDWAY 30.04.2026 26mntEm junho de 1942, o Japão dominava o Pacífico e não perdia uma batalha há seis meses. Do outro lado, os Estados Unidos operavam com três porta-aviões que só sobreviveram a Pearl Harbor por sorte.Tudo indicava que o próximo confronto seria o golpe final japonês. Mas numa sala abafada no porão de um prédio em Pearl Harbor, um grupo de criptoanalistas interceptou o plano inteiro do inimigo — e transformou uma armadilha japonesa numa emboscada americana.O que aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de junho de 1942 destruiu quatro porta-aviões, matou centenas dos melhores pilotos do Japão e inverteu o rumo da maior guerra do Pacífico. Tudo em menos de um dia.Neste vídeo, eu reconstruo cada decisão, cada erro e cada acaso que fizeram de Midway a batalha mais importante do século XX — e explico por que o mundo que ela criou ainda é o mundo em que a gente vive.
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O FIM DA MAIOR ALIANÇA MILITAR DA HISTÓRIA 24.04.2026 46mntA maior aliança militar da história não está enfrentando uma crise de orçamento. Está enfrentando uma crise de propósito.Por 77 anos, a OTAN funcionou como a espinha dorsal da segurança ocidental. Hoje, entre a guerra no Irã, a guerra na Ucrânia abandonada por Washington e uma Casa Branca que trata garantias de segurança como moeda de barganha comercial, a aliança chegou ao ponto mais frágil desde sua fundação em 1949.O gatilho foi a guerra contra o Irã, iniciada em fevereiro sem consulta aos aliados. A recusa europeia em participar do bloqueio no Estreito de Ormuz expôs uma ruptura que vinha sendo construída há anos. França fechou seu espaço aéreo. Espanha chamou a guerra de ilegal. Alemanha questionou se o envolvimento cabia no mandato defensivo da aliança. A resposta de Washington veio em tom de ameaça: considerar a saída da própria OTAN.Neste vídeo, destrinchamos a arquitetura dessa fratura. Como três crises simultâneas — Ormuz, Donbass e o flanco nórdico-ártico — colidem com uma aliança que opera por consenso e já não tem consenso algum. Por que o rearmamento europeu, por mais acelerado que esteja, não se traduz em capacidade militar no prazo que a Rússia exige. E por que a maior vulnerabilidade da OTAN hoje não é o adversário externo, mas a dúvida sobre o próprio compromisso americano com o Artigo 5.
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SITUAÇÃO NO IRÃ FOI RESOLVIDA? A GUERRA VAI VOLTAR? ESTREITO DE ORMUZ FECHADO? 16.04.2026 1j 5mntA guerra durou quarenta dias. O cessar-fogo está de pé. As negociações seguem. Parece que acabou.Não acabou.Os EUA e Israel tinham alguns objetivos no conflito, como desmantelar o programa nuclear iraniano, mudar o regime e reabrir o Estreito de Hormuz. Quarenta e oito dias depois, o regime sobreviveu, o programa nuclear continua em pé e o estreito — que estava aberto antes da guerra — só fechou porque a guerra começou.O Irã saiu militarmente enfraquecido, mas politicamente radicalizado. A liderança que emergiu do conflito é mais extrema do que a que existia antes. E enquanto diplomatas negociam no Paquistão, o cessar-fogo é usado para reposicionar peças no tabuleiro.Hoje na live, vou fazer um panorama completo do conflito: o que a guerra produziu, o que o cessar-fogo resolve — e o que ele deixa sem resposta.
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MARX ESTAVA CERTO SOBRE O CAPITALISMO? HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.9 15.04.2026 20mntNeste vídeo, vamos entender quem foi Karl Marx, por que suas ideias sacudiram a Europa do século XIX e como o marxismo se tornou uma das forças políticas mais influentes da história. Partindo da frase de abertura do Manifesto Comunista — “Um espectro ronda a Europa” —, o vídeo mostra como Marx enxergava o capitalismo, a luta de classes, a exploração do trabalho e o caminho que, segundo ele, levaria ao colapso do sistema.Ao longo do episódio, você vai ver como Marx interpretava o conflito entre burguesia e proletariado, de onde vem a ideia de mais-valia, por que ele acreditava que o capitalismo carregava dentro de si as sementes da própria destruição e como essas teorias deram origem a regimes que marcaram profundamente o século XX. Mas o vídeo também entra no outro lado da história: as críticas à teoria marxista, o fracasso econômico de muitos países comunistas e o debate sobre o que ainda resta de relevante em Marx hoje.Mais do que falar de um pensador, este vídeo busca responder a uma pergunta central: Marx estava vendo uma verdade profunda sobre o capitalismo ou construindo uma teoria que o tempo tratou de desmontar?
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QUEM MANDA NO MUNDO? 13.04.2026 30mntO poder no século XXI não se mede mais apenas por exércitos, territórios ou PIB. Ele se mede pela capacidade de mover mercados com uma frase, redesenhar fronteiras com uma decisão, influenciar eleições a milhares de quilômetros de distância e determinar o que bilhões de pessoas vão pensar, comprar e temer no dia seguinte.Em um mundo fragmentado entre potências em declínio, impérios em ascensão e atores não-estatais cada vez mais influentes, a pergunta "quem realmente manda no mundo?" deixou de ter uma resposta óbvia. Não são mais apenas presidentes e primeiros-ministros. São homens e mulheres que controlam fluxos de capital maiores que economias inteiras, que decidem o futuro da inteligência artificial, que comandam as rotas do petróleo, que moldam a opinião pública global — e alguns que operam nas sombras, longe dos holofotes, mas com influência que supera a de muitos chefes de Estado.Neste vídeo, apresentamos um ranking das 10 pessoas mais poderosas do mundo em 2026. A lista combina poder político formal, influência econômica, alcance militar, controle sobre tecnologias críticas e capacidade de determinar a direção dos acontecimentos globais. Algumas escolhas são óbvias. Outras vão surpreender. E a posição número 1 é um reflexo direto do momento geopolítico mais tenso desde o fim da Guerra Fria.Prepare-se para uma jornada pelos bastidores do poder real — aquele que não aparece nas manchetes, mas que define o mundo em que vivemos.
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CESSAR-FOGO NO IRÃ? QUEM SAI VENCEDOR? VAI DURAR? 13.04.2026 30mntEm 7 de abril de 2026, após 40 dias de guerra, EUA e Irã anunciaram um cessar-fogo de duas semanas mediado pelo Paquistão. No papel, é o fim da escalada que levou o Oriente Médio à beira de um conflito global. Na prática, o acordo já nasceu rachado.Horas depois do anúncio, Israel executou a maior onda de ataques contra o Hezbollah desde o início da guerra: mais de 100 alvos atingidos em 10 minutos no Líbano. O Estreito de Hormuz, que deveria reabrir imediatamente, segue praticamente paralisado — centenas de petroleiros ancorados no Golfo Pérsico, esperando uma garantia que não vem. O parlamento iraniano já acusa os Estados Unidos de violar três pontos do plano de 10 itens apresentado por Teerã, e a questão do enriquecimento de urânio — o mesmo ponto que derrubou as negociações em fevereiro — continua sem solução.
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ARTEMIS II: O HOMEM VOLTA PARA A LUA 07.04.2026 1j 20mntOR QUE A LUA VIROU O TABULEIRO DA NOVA GUERRA FRIA | Artemis II e a corrida espacial do século XXIA NASA acabou de lançar quatro astronautas rumo à Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. Mas a Artemis II não é só uma missão espacial — é uma declaração geopolítica. Enquanto os EUA tentam retomar a liderança no espaço, a China avança com o programa lunar próprio, constrói sua estação espacial e já planeja uma base permanente no polo sul lunar. A Lua deixou de ser um símbolo e virou um ativo estratégico.
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MISSÃO IMPOSSÍVEL: O RESGATE DE CINEMA DOS PILOTOS AMERICANOS NO IRÃ 07.04.2026 28mntUm F-15E Strike Eagle abatido nas montanhas do Irã. Dois tripulantes ejetados em território inimigo. Um coronel americano escondido numa fenda de rocha a 2.100 metros de altitude, enquanto a Guarda Revolucionária oferece 60 mil dólares pela sua cabeça e vasculha cada vale das montanhas Zagros.O que aconteceu nas 48 horas seguintes é uma das operações de busca e resgate mais complexas já conduzidas pelos Estados Unidos — e envolveu CIA, SEAL Team Six, uma pista agrícola abandonada transformada em base avançada, aviões destruídos de propósito, ataques aéreos israelenses coordenados e uma campanha de desinformação para enganar o comando iraniano em tempo real.Neste vídeo, reconstruímos passo a passo como o piloto foi localizado, como os operadores entraram no Irã, por que dois MC-130J e quatro MH-6 Little Bird tiveram que ser destruídos dentro do território inimigo, e o que essa operação revela sobre o verdadeiro estado da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.Porque por trás do "WE GOT HIM!" postado por Trump, existe uma história que expõe tanto a sofisticação das forças especiais americanas quanto as rachaduras na narrativa de domínio aéreo absoluto que a Casa Branca vinha vendendo desde o início do conflito.
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NOVA ORDEM MUNDIAL? 07.04.2026 42mntAs esferas de influência que definiram a ordem global por décadas estão se redesenhando diante dos nossos olhos. Alianças antigas perdem força, novos polos de poder emergem e regiões inteiras do planeta passam a ser disputadas por atores que, até pouco tempo atrás, não estavam na mesa.Neste vídeo, eu mergulho na história das esferas de influência — como elas se formaram, por que funcionaram e o que está fazendo tudo mudar agora. Da Guerra Fria ao mundo multipolar, passando por disputas econômicas, militares e tecnológicas que estão redesenhando o mapa do poder global.O tabuleiro está girando. A pergunta é: quem vai ocupar os espaços vazios?
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OS ENXAMES DE DRONES QUE VÃO MUDAR A GUERRA 07.04.2026 16mntDrones já mudaram a guerra. Mas o que acontece quando eles param de precisar de gente para voar?Na Ucrânia, empresas estão desenvolvendo enxames de drones que se coordenam entre si, escolhem alvos sozinhos e atacam em sequência — tudo com um único operador. Neste vídeo, eu explico como essa tecnologia funciona, de onde vem a inspiração (spoiler: da natureza), quais empresas estão na frente dessa corrida e por que isso pode mudar completamente a dinâmica de qualquer campo de batalha.Do míssil britânico Brimstone aos sistemas ucranianos Pasika e Nemyx, passando pelo programa americano Swarm Forge: o futuro da guerra autônoma já começou.Se inscreva no canal e ative o sininho para não perder nenhum vídeo do HOC.
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