Podcast Iluminação Diária
Monge Butsukei 佛攜
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Podcast diário que aborda a sabedoria budista através de ensinamentos, histórias e reflexões práticas. O objetivo é oferecer inspiração para iluminar o dia a dia e apoiar a transformação pessoal dos ouvintes. Conduzido pelo Monge Butsukei 佛攜, cada episódio traz uma perspectiva simples e acessível para aplicar no cotidiano.
Episode
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#984 - Budismo para Iniciantes: 7 Conceitos Essenciais 02.09.2026 18mntTUDO SOBRE BUDISMO CLIQUE AQUI -
#983 - Budismo para Iniciantes: Quem foi Buda? 02.09.2026 16mntTUDO SOBRE BUDISMO https://tudosobrebudismo.lovable.app -
#982 - Budismo para iniciantes - O que é o Budismo? 01.09.2026 27mntGUIA DE INTRODUÇÃO AO BUDISMO https://pay.hotmart.com/F95799406A?off=gi3za5h4&checkoutMode=10GUIA ESSENCIAL DOS ENSINAMENTOS DE BUDA https://pay.hotmart.com/W93314372G?off=0b0va8d1&checkoutMode=10 -
#981 - Budismo para iniciantes - A essência do Budismo 29.08.2026 17mntNeste vídeo vou explicar os ensinamentos essências do Budismo. -
#980 - Transforme Sua Mente em Aliada 29.08.2026 9mntLIVRO: CLIQUE AQUI -
#979 - #3 Fugir também cansa | Capítulo 1 | Livro A ARTE DE SOLTAR O CONTROLE 26.08.2026 10mntLIVRO DO VÍDEO: https://pay.hotmart.com/K101214734I?off=y4nf70fh&checkoutMode=10 -
#978 - O Medo de Não Ser Suficiente Está Controlando Você | Capítulo 2 | Livro A ARTE DE SOLTAR O CONTROLE 26.08.2026 35mntLIVRO: https://pay.hotmart.com/K101214734I?off=y4nf70fh&checkoutMode=10 -
#977 - Você não está no controle | Capítulo 1 | Livro A ARTE DE SOLTAR O CONTROLE 21.08.2026 23mntLINK DO LIVRO: https://pay.hotmart.com/K101214734I?off=y4nf70fh&checkoutMode=10 -
#976 A ARTE DA ACEITAÇÃO 10.08.2026 6mntTUDO SOBRE BUDISMO: CLIQUE AQUI -
#975 A ARTE DE SOLTAR O CONTROLE 09.07.2026 25mntLIVRO: A ARTE DE SOLTAR O CONTROLE CLIQUE AQUI -
#974 - Mudar Faz Parte da Natureza - PID 12.05.2026 10mntAPP Sobre Budismo CLIQUE AQUI -
#973 - O QUE É APEGO E POR QUE ELE TE FAZ SOFRER 01.05.2026 16mntVocê já passou raiva no trânsito por nada? Já ficou ruminando uma briga durante dias? Já se cobrou tanto por um erro que não conseguiu dormir?Tudo isso tem um nome no budismo: apego. E ele é a fonte de quase todo sofrimento que você sente no seu dia a dia.Nesse vídeo, eu te explico de forma simples e sem complicação:- O que é apego de verdade (e por que ele aparece em quase tudo na sua vida)- Os três tipos de apego que o budismo mapeia (você vai se reconhecer nos três)- Por que a gente se apega, mesmo sabendo que isso causa sofrimento- A diferença entre amar uma pessoa e estar apegado a ela- Uma prática simples pra você fazer essa semana e começar a soltarINSCREVA-SE pra acompanhar a sequência. Toda semana um vídeo novo sobre budismo de um jeito simples e prático.BIBLIOTECA DE LIVROS: CLIQUE AQUI -
#972 - BUDISMO PARA QUEM ESTÁ COMEÇANDO DO ZERO 01.05.2026 13mntBiblioteca de Livros: CLIQUE AQUISiga também no Instagram:https://www.instagram.com/sobrebudismo/ehttps://www.instagram.com/mongezenbudista/ -
#971 - Fui Curado 16.03.2026 8mntEsse episódio te ajudou em algo? -
#970 - O velório do filho 15.03.2026 8mntPoema do senhor Euler para o filho falecido:“Era só um meninoQue ouvia histórias pra dormirQue se deitava entre eu e sua mãe Que aprendeu a orar e louvar com os pais Era só um meninoQue tinha a mãe por proteção e o pai por herói Era só um estudanteQue aprendeu violão Aprendeu fazer bom bom e ganhar seu dinheiro próprio Era só um jovemQue acreditou na mensagem da cruz e se guardou em fé Que sofreu bullying e aprendeu também a fazer...Era apenas um jovem bancário e estudioso...Que fugiu de seus paisQue voltou pra seus paisQue acreditou em família em casamento...Era apenas um homem Que resolveu crescer Que resolveu se exaltarQue resolveu ser corajoso Pensou em cuidar de tudo só seu modoUm homem formado que cai e levanta...De novo cai e levanta E de novo cai e levanta...É só um homem, que precisa descansar e recarregar as baterias...Rever conceitos e levantar a cabeça Um homem orgulhoso mas com um coração de menino...Amado por sua mãe Amado por seu paiAmado por seu violão e seu dom” -
#969 - Como perdi o foco e fui do Instagram a dieta da família Gracie 14.03.2026 8mntA atenção plena não significa viver num estado perfeito de concentração, como se a mente nunca fosse se dispersar. Isso não existe. A mente humana se move, se distrai, se perde, se apega, corre atrás de estímulos e se deixa levar por impulsos. O ponto da prática não é impedir que isso aconteça. O ponto é perceber mais cedo quando isso está acontecendo.Essa diferença muda tudo. Porque uma pessoa sem treino mental é carregada o tempo inteiro sem perceber. Ela vai sendo puxada pelo celular, pelas emoções, pelas reações automáticas, pelas circunstâncias externas, e acredita que está escolhendo, quando na verdade só está sendo conduzida. Já quem pratica também se distrai, também cai no automático, também se perde por momentos. Só que essa pessoa desenvolve a capacidade de voltar. E voltar rápido é uma forma profunda de liberdade.Voltar para o que estava fazendo. Voltar para a respiração. Voltar para o corpo. Voltar para o momento presente. Voltar para a intenção inicial. Voltar para si.A transformação não está em nunca sair do eixo. Está em não passar a vida inteira longe dele. É esse retorno consciente, repetido muitas vezes, que fortalece a mente e nos impede de sermos dominados pelo que acontece fora e dentro de nós. -
#968 - Budismo e Corrida - O que Aprendi em 1 Ano 29.01.2026 34mntLIVRO CLIQUE AQUI -
#967 - Por Onde Recomeçar Depois de Quebrar? 28.01.2026 11mntLIVRO RECOMEÇO CLIQUE AQUI -
#966 - Ansiedade 27.01.2026 15mntLIVRO ANSIEDADE CLIQUE AQUI -
#965 - Minha História Com o Abandono e o Que Ele Me Causou 15.01.2026 7mntLINK DO POST CLIQUE AQUIEu aprendi cedo uma verdade dura: abandono não faz barulho, faz eco. Eu nasci adotado e, antes mesmo de ter memória, meu corpo já conhecia ausência. Aos três anos, meu pai foi para o Japão e só voltou quando eu tinha dezoito. Minha mãe me amou do jeito que conseguia, mas a história dela era cheia de turbulência, e eu cresci muitas vezes largado. Eu era filho único, e ainda assim passei por longos períodos sozinho em casa. Às vezes eu apanhava. Às vezes eu só me sentia invisível.A vida foi virando um ciclo repetido. Minha mãe saía, se envolvia com alguém, e nós nos mudávamos para a casa dessa pessoa. Com a mudança, vinha um bairro diferente, uma escola diferente, uma rotina diferente. Depois aconteciam brigas, a relação acabava, e nós voltávamos para a casa da minha avó. Passava um tempo, e tudo recomeçava. Eu cresci entre idas e voltas, entre recomeços que eu não escolhia, tentando me adaptar rápido para não ser mais um problema. Teve um Natal, quando eu era adolescente, em que eu passei sozinho em casa. A mesa vazia e o silêncio daquele dia ficaram marcados em mim de um jeito que eu só entendi muito tempo depois.Naquela época, eu não chamava isso de trauma. Eu chamava de normal. Só que o abandono cresce com a gente. Ele muda de roupa, mas continua morando por dentro. Na vida adulta, ele apareceu como ciúme, apego, necessidade de controle e uma vontade constante de agradar para me encaixar. Eu queria ser aceito como quem procura um chão firme, e eu nem sabia por quê. Eu só reagia. Eu confundia medo com amor. Confundia carência com cuidado. Confundia controle com proteção.Foi a prática que me deu um espelho. A meditação, a respiração e a atenção ao que acontece dentro foram me ensinando a ver pensamentos como pensamentos e emoções como ondas. Aos poucos, eu comecei a perceber os padrões: antes de sentir, eu já estava tentando garantir. Antes de confiar, eu já estava cobrando. Antes de me respeitar, eu já estava me moldando. E então a raiz apareceu com clareza: não era amor demais. Era abandono antigo pedindo certeza, pedindo prova, pedindo que alguém ficasse.Quando eu vi isso, eu pude começar a fazer diferente. Eu parei de tratar meus impulsos como verdade e comecei a tratá-los como sinais. Eu passei a respirar antes de reagir, a escutar o corpo quando ele queria controlar, a reconhecer o medo sem obedecer a ele. Eu fui aprendendo a ficar comigo mesmo sem mendigar presença e sem negociar minha dignidade. O abandono ainda existe na memória, mas hoje ele não dirige minha vida. Eu conduzo com lucidez.
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