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O Podcast Canaltech é um resumo diário das principais notícias de tecnologia, publicado de terça a sábado a partir das 7h. O conteúdo é produzido pela equipe do Canaltech, um dos maiores portais de tecnologia do Brasil. O podcast oferece uma forma prática de se manter atualizado sobre o mundo tech.
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Algoritmos podem aumentar a desinformação nas eleições? Entenda os riscos 15.09.2026 38minCom a aproximação das eleições, a desinformação volta a ocupar o centro das atenções. Uma imagem fora de contexto, um vídeo manipulado ou uma informação falsa podem circular rapidamente pelas redes sociais e alcançar milhares de pessoas antes mesmo de serem desmentidos. Mas entender esse problema exige olhar além de quem cria ou compartilha uma informação falsa. As próprias plataformas têm um papel importante nessa dinâmica. Os algoritmos ajudam a determinar o que aparece na tela de cada usuário, quais publicações ganham mais visibilidade e quais assuntos permanecem circulando por mais tempo. Em um período eleitoral, esse funcionamento levanta dúvidas sobre o impacto das redes sociais na formação da opinião pública. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Débora Salles, coordenadora-geral do NetLab, sobre os desafios para combater a desinformação nas redes sociais e o que muda quando essa discussão acontece em meio a uma eleição. A entrevista aborda como as plataformas influenciam a circulação de informações, o papel dos algoritmos na distribuição de conteúdo e as dificuldades para conter uma informação falsa depois que ela começa a ganhar alcance. A conversa também passa pela responsabilidade das big techs. Afinal, até onde uma plataforma pode ser considerada apenas o espaço onde determinado conteúdo foi publicado e a partir de que momento ela também precisa responder pela maneira como esse conteúdo é distribuído? Com novas tecnologias tornando cada vez mais fácil criar e manipular conteúdos, identificar o que é verdadeiro também se torna uma tarefa mais complicada para quem está do outro lado da tela. Em um cenário em que informação, tecnologia e política estão cada vez mais conectadas, saber como as redes sociais moldam aquilo que vemos pode ser tão importante quanto identificar uma notícia falsa. Como se proteger da desinformação? Qual é a responsabilidade das plataformas? E o que muda quando tudo isso acontece durante uma eleição? Você também vai conferir: Golpe usa app do Mercado Livre para roubar dados, data center que terá TikTok como cliente pode ser barrado no Ceará e Europa investe bilhões para desafiar Starlink de Elon Musk. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
É hora de comprar ar-condicionado para enfrentar o El Niño? 14.09.2026 28minO El Niño voltou e pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão de 2026. Com a possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, muita gente já começa a pensar em uma solução para enfrentar os dias e as noites de calor. Mas será que vale a pena comprar um ar-condicionado antes do verão? E como escolher um aparelho que seja adequado para o ambiente sem provocar um susto na conta de luz? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Daniel Fraianeli, gerente de Produtos da TCL SEMP para a área de ar-condicionado comercial, e Álvaro Ruoso, gerente de Produtos da empresa para a área de ar-condicionado residencial. Os executivos explicam por que antecipar a compra pode facilitar a busca por preços, aparelhos e instaladores. No auge do calor, o aumento da procura pode elevar os valores e tornar mais difícil encontrar um profissional disponível para realizar a instalação. A conversa também mostra que escolher o aparelho mais barato nem sempre significa economizar. Um ar-condicionado com capacidade abaixo da necessária pode trabalhar por mais tempo e consumir mais energia. Por outro lado, um equipamento potente demais para o ambiente também pode prejudicar o conforto. Durante o episódio, os convidados explicam como calcular a capacidade adequada, por que observar a eficiência energética e quais cuidados tomar com a infraestrutura e a instalação. A inteligência artificial também entrou nessa discussão. Sensores e sistemas automatizados já permitem que alguns aparelhos ajustem o funcionamento de acordo com a temperatura, os hábitos dos usuários e até a localização do celular. Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Celulares, relógios e eSIM: os planos da Huawei para o Brasil 12.09.2026 18minA Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O iPhone Duo pode mudar o mercado de celulares dobráveis? 11.09.2026 29minA Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. Depois de anos acompanhando a evolução desse segmento, a empresa apresentou o iPhone Duo e abriu uma nova fase na disputa com Samsung, Motorola, Xiaomi, Huawei e Google. Mas a espera valeu a pena? O primeiro dobrável da Apple realmente oferece algo diferente dos aparelhos que já estão no mercado? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. Marcelo Fischer conversa com Bruno Bertonzin, redator de produtos do Canaltech, sobre os principais lançamentos da Apple e as mudanças na estratégia da empresa. Além do iPhone Duo, a companhia apresentou os novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. A geração traz câmera com abertura variável, novo processador e melhorias de eficiência energética, mas mantém a tradição de mudanças mais discretas entre um ano e outro. Outra novidade está no calendário. A Apple deixou o iPhone 18 convencional para o começo do próximo ano, quando o aparelho deve dividir espaço com uma nova versão de entrada. Na avaliação de Bruno, essa decisão pode ajudar a empresa a manter seus celulares em evidência no período em que concorrentes como Samsung e Xiaomi apresentam seus principais lançamentos. O grande assunto da conversa, porém, é o iPhone Duo. Bruno explica por que a Apple demorou tanto para lançar um dobrável e compara o aparelho com os modelos mais recentes da Samsung. Entre os destaques estão o suporte à Apple Pencil, as animações criadas para a transição entre as telas e recursos que aproveitam o celular parcialmente dobrado. Por outro lado, espessura, peso, design e preço ainda podem favorecer os concorrentes. A chegada da Apple também pode acelerar a evolução de todo o segmento. Com uma nova gigante na disputa, outras fabricantes ganham mais pressão para recuperar recursos, aprimorar seus aparelhos e tornar os celulares dobráveis mais atraentes. Você também vai conferir: Robôs da OpenAI criam rede para se comunicar sem autorização, WhatsApp ganha novo visual com efeito de vidro no iPhone e roubos de carros elétricos mais que dobram em São Paulo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como levar inteligência artificial para a escola pública? 10.09.2026 15minInteligência artificial, plataformas digitais e análise de dados já fazem parte das discussões sobre o futuro da educação. Mas como levar essas tecnologias para a escola pública sem ignorar desafios como acesso à internet, infraestrutura e falta de tempo dos professores? Esse é um dos temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. O repórter João Melo acompanhou o evento e conversou com Bianca Dantas Silva, gerente de inovação da Fundação 1Bi, organização que desenvolve tecnologias sociais gratuitas em parceria com professores de escolas públicas. Entre os projetos está o AprendiZAP, plataforma que reúne conteúdos pedagógicos, atividades, avaliações e formação continuada para educadores. A iniciativa também conta com Mari, uma assistente de inteligência artificial treinada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e metodologias da plataforma. A proposta é usar a IA para apoiar tarefas reais do cotidiano dos professores, como adaptar materiais às necessidades dos estudantes ou preparar uma mensagem para os familiares. Mas inovação, nesse caso, não significa depender apenas da internet. A Fundação também trabalha com conteúdos que podem ser impressos, baixados ou usados offline para atender escolas com diferentes condições de infraestrutura. Na conversa, Bianca explica ainda como os dados podem ajudar a acompanhar a aprendizagem, quais cuidados são necessários no uso da inteligência artificial e por que a tecnologia precisa ser pensada como ferramenta de apoio ao professor. Você também vai conferir: Meta falha em barrar anúncios de abuso infantil criado por IA, Casio lança relógio “indestrutível” para condições extremas e filme revive a turbulenta demissão de Sam Altman da OpenAI. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Tecnologia pode ajudar a diminuir a desigualdade no mercado de trabalho? 09.09.2026 13minA presença feminina ainda é pequena em setores historicamente ocupados por homens e a Transpetro é um exemplo desse desafio. Hoje, as mulheres representam apenas 15% do quadro de funcionários da companhia, enquanto os homens são 85%. Para tentar mudar esse cenário, a empresa estabeleceu metas progressivas para ampliar a participação feminina em cargos de liderança até 2030. As ações incluem programas voltados ao desenvolvimento de lideranças femininas e mudanças nos processos internos de recrutamento e seleção. Em entrevista ao Podcast Canaltech durante o Summit Mulheres nas Profissões, Juliana Orta, gerente executiva de Recursos Humanos da Transpetro, explicou que o desafio começa antes mesmo da contratação. Por ser uma empresa estatal, a admissão de funcionários acontece por meio de processos seletivos públicos. Isso limita a possibilidade de a companhia escolher diretamente quem será contratado. A estratégia, segundo a executiva, é estimular mais mulheres a disputar essas vagas. Entre as iniciativas estão visitas a universidades e centros técnicos para apresentar oportunidades profissionais e incentivar candidatas a participarem dos processos seletivos. A companhia também mantém convênios para apoiar a formação de mulheres na engenharia. Outra mudança está prevista para um novo processo seletivo público da Transpetro, que contará com um mecanismo de paridade de gênero. A proposta é aumentar o equilíbrio entre homens e mulheres entre os profissionais selecionados. Dentro da companhia, a estratégia também passa pelas posições de liderança. A Transpetro possui metas definidas pelo conselho de administração e acompanhadas anualmente para aumentar a representatividade feminina até 2030. Tecnologia e inteligência artificial também começam a fazer parte dessa transformação. Embora a IA não seja utilizada na admissão por processo seletivo público, a Transpetro já recorre à tecnologia e à automação em etapas de processos internos para posições de liderança. Segundo Juliana, porém, o uso ainda acontece com cautela e acompanhado de avaliações humanas. Para a executiva, transformar um ambiente historicamente masculino exige principalmente consistência. Mudanças culturais levam tempo, e a expectativa é que a representatividade avance até que metas específicas de gênero deixem de ser necessárias. Você também vai conferir: ONU alerta para riscos de IAs poderosas demais, golpe do sósia usa semelhança facial para roubar identidades e GPT-6 Astra chega mais poderoso e com alerta de segurança Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como dados e IA estão transformando grandes projetos de construção 08.09.2026 15minEmpresas acumularam enormes quantidades de dados nos últimos anos. Mas, quando o assunto é inteligência artificial, ter mais informação nem sempre significa conseguir resultados melhores. Para Sasha Crotty, executiva da Autodesk responsável pela estratégia de dados para arquitetura, engenharia e construção, um dos principais desafios agora é melhorar a qualidade das informações e torná-las acessíveis para diferentes profissionais e sistemas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Crotty explica que dados organizados podem permitir que a IA encontre riscos que seriam difíceis de identificar manualmente. Em uma obra, por exemplo, a tecnologia pode analisar o atraso na entrega de um material, calcular o impacto nas etapas seguintes e ajudar a reorganizar o cronograma. E o Brasil pode estar em uma posição interessante nessa transformação. A partir das conversas que teve com empresas no país, Crotty avalia que o mercado brasileiro está entre os líderes em alguns aspectos relacionados à estruturação, organização e consistência dos dados. A evolução também levanta questões sobre privacidade, propriedade dos dados e o papel das pessoas nas decisões tomadas com ajuda da IA. Para Crotty, os seres humanos continuam responsáveis por definir os limites e objetivos da tecnologia. Ela compara a IA a uma colega de trabalho, mas ressalta que, às vezes, ela se parece mais com uma estagiária que ainda precisa aprender a ser profissional. No futuro, essa relação pode se tornar ainda mais próxima. Em vez de apenas receber comandos, agentes de IA poderão acompanhar projetos continuamente, apresentar alternativas e mostrar o impacto de uma decisão em fatores como custo e sustentabilidade. Você também vai conferir: Elon Musk prevê 1 bilhão de robôs no mundo até 2036, TikTok vai permitir áudios nos comentários dos vídeos e Senado aprova incentivo para atrair data centers de IA ao Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O que faz uma região virar um polo de inovação? 07.09.2026 18minDurante muito tempo, falar de startups e tecnologia no Brasil significava olhar principalmente para os grandes centros econômicos. Mas esse mapa começa a ficar mais diverso, com novos ecossistemas de inovação ganhando espaço em diferentes regiões do país. Santa Catarina é um dos exemplos mais consolidados desse movimento. O estado levou cerca de quatro décadas para construir um ecossistema que hoje é referência nacional e tenta levar esse desenvolvimento para além de Florianópolis. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Fábio Wagner Pinto, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, explica que essa trajetória foi construída a partir da colaboração entre empresas, universidades, entidades e poder público. A estratégia agora passa também por aproveitar as características econômicas de cada região. No oeste catarinense, por exemplo, a força do agronegócio abre espaço para soluções voltadas ao setor. No norte, aparecem áreas como as indústrias metalmecânica e moveleira. Para Fábio, políticas públicas podem ajudar a desenvolver novos polos de inovação, desde que estejam conectadas às vocações locais. Outro desafio é aproximar a pesquisa acadêmica dos problemas enfrentados pelas empresas, aumentando as chances de transformar conhecimento em produtos e negócios. Quando o olhar se amplia para o restante do Brasil, outros sinais de descentralização começam a aparecer. Rodrigo Soares, presidente do Sebrae Nacional, afirma que a plataforma da entidade já reúne 26 mil startups. Segundo ele, o Nordeste passou da terceira para a segunda posição entre as regiões com maior número de startups dentro da atuação do Sebrae. No Norte, o executivo destaca 400 startups aceleradas pelo programa Inova Amazônia. Para Soares, esses movimentos mostram que empreendedores de diferentes partes do país começam a encontrar mais oportunidades para desenvolver seus negócios sem depender exclusivamente dos polos tradicionais. O cenário também acontece em um momento de amadurecimento do mercado brasileiro de startups. Depois de um período marcado por grandes rodadas de investimento e crescimento acelerado, empresas passaram a enfrentar um ambiente de capital mais seletivo e maior cobrança por sustentabilidade dos negócios. Para o presidente do Sebrae, um dos desafios é ajudar essas empresas a atravessar o chamado “vale da morte”, período em que uma startup ainda precisa provar seu modelo de negócio e conquistar condições para continuar crescendo. As duas entrevistas foram gravadas durante o Startup Summit 2026, em Florianópolis, evento que reuniu startups, investidores, grandes empresas e delegações internacionais. Você também vai conferir: Óculos da Meta vão impedir gravações escondidas, WhatsApp vai te lembrar daquela mensagem que você esqueceu de enviar e Empresas brasileiras avançam na IA, mas ainda têm dificuldade para medir o retorno. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura, Marcelo Fischer e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
A nova geração de notebooks quer aposentar o carregador? 05.09.2026 20minDurante muito tempo, escolher um notebook potente significava aceitar alguns compromissos: máquinas mais pesadas, baterias que duravam menos e desempenho reduzido quando o computador era desconectado da tomada. A ASUS quer mudar essa lógica com o Zenbook A16, novo notebook premium da marca que chega ao Brasil combinando uma tela de 16 polegadas com peso de apenas 1,2 kg. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Murilo Tunholli, da ASUS Brasil, explica que uma das principais apostas do modelo está no Snapdragon X2 Elite Extreme, da Qualcomm. O processador usa arquitetura ARM, que busca combinar desempenho com maior eficiência energética. Segundo o executivo, a proposta é fazer com que o notebook mantenha uma experiência semelhante mesmo quando está longe da tomada. A comparação feita durante a entrevista é com o celular. Ninguém espera que um smartphone fique mais potente quando é conectado ao carregador. A ideia é aproximar o comportamento do notebook dessa experiência. A bateria também ganha destaque. A ASUS estima até 21 horas de reprodução de vídeo offline. Em situações mais próximas do cotidiano, a empresa fala em até 18 horas de streaming e mais de 15 horas de navegação na internet. Outro desafio foi chegar a esses números sem transformar o A16 em um notebook pesado. A fabricante optou por uma bateria de 70 Wh e reorganizou componentes internos para preservar o peso de 1,2 kg. O desempenho gráfico também faz parte da estratégia. A GPU integrada Adreno é voltada principalmente para produtividade e aplicações de criação, mas a ASUS afirma que o avanço dos gráficos integrados começa a diminuir a necessidade de uma placa de vídeo dedicada em determinadas atividades. No Brasil, o Zenbook A16 chega inicialmente vendido exclusivamente pela loja online da ASUS por R$ 22.999. A empresa pretende acompanhar a recepção do produto antes de decidir sobre uma eventual expansão para outros canais. A estratégia já foi adotada com o Zenbook A14, que começou como produto importado e, após a aceitação no mercado brasileiro, passou a ter fabricação local e presença em mais varejistas. Durante a conversa, Murilo também explica como tecnologias apresentadas primeiro nos modelos premium podem chegar posteriormente a outros produtos do catálogo da ASUS. Você também vai conferir: Netflix supera auge da TV paga com plano que exibe anúncios, estudo revela quanto dura a bateria de um carro elétrico e 6G poderá funcionar como radar e detectar até quem está offline. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Alexa com IA quer entender contexto e agir cada vez mais por você 04.09.2026 28minA Alexa chegou ao Brasil em 2019 conhecida principalmente como uma caixa de som inteligente capaz de tocar músicas, responder perguntas e executar comandos simples. Sete anos depois, a Amazon tenta levar a assistente para uma nova fase. Com a Alexa Plus, a proposta é transformar aquela lógica de comandos mais rígidos em uma conversa mais natural. A nova versão usa inteligência artificial generativa para entender melhor o contexto, manter o assunto entre uma pergunta e outra e personalizar respostas a partir das informações compartilhadas pelo usuário. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Talita Taliberti, country manager de Alexa no Brasil, explica que essa evolução exigiu uma reformulação da arquitetura por trás da assistente. Segundo a executiva, a Alexa Plus trabalha com mais de 70 modelos de linguagem diferentes. A escolha do modelo depende do tipo de tarefa realizada. Um pedido para criar uma história, por exemplo, exige uma abordagem diferente de um comando para acender uma lâmpada. Essa diferença também é importante para reduzir erros. Em tarefas criativas, uma resposta ruim pode ser corrigida pelo usuário. Já em uma casa conectada, a precisão se torna mais crítica: ao interpretar que uma sala está escura, a assistente precisa entender que deve acender as luzes e não executar outra ação por engano. A mudança também aponta para uma Alexa capaz de fazer mais coisas no mundo real. A Amazon já demonstrou, por exemplo, uma integração em desenvolvimento que permitirá pedir um Uber diretamente por voz. Essa transformação acontece enquanto a casa conectada ganha espaço no Brasil. De acordo com dados apresentados pela Amazon durante a entrevista, 2025 terminou com 29 milhões de dispositivos de casa conectada ativos e integrados à Alexa no país, crescimento de 32% em relação ao ano anterior. Talita também destaca o impacto da automação para pessoas com deficiência ou limitações físicas, já que comandos por voz podem proporcionar mais autonomia em tarefas cotidianas. Ao mesmo tempo, uma assistente que aprende preferências, guarda informações e está presente dentro de casa levanta uma questão inevitável: privacidade. A executiva explica quais controles estão disponíveis para o usuário, incluindo o bloqueio físico de microfone e câmera, além da possibilidade de administrar e apagar históricos de voz. Para o futuro, a Amazon enxerga uma Alexa cada vez mais proativa. Em vez de esperar sempre por um comando, a ideia é que a assistente consiga entender hábitos e antecipar algumas necessidades sem ultrapassar os limites definidos pelo próprio usuário. Você também vai conferir: OpenAI cria “botão de emergência” para desligar IAs fora de controle, PF consegue recuperar mensagens apagadas do WhatsApp e Novo retrovisor consegue identificar distrações do motorista. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Por que o Brasil não deveria depender das IAs das big techs 03.09.2026 22minElas respondem perguntas, escrevem textos, ajudam a programar e estão começando a ser incorporadas a diferentes serviços. Mas existe uma questão que vai além do que aparece na tela: quem controla a tecnologia por trás dessas ferramentas? Hoje, os modelos mais avançados de inteligência artificial são desenvolvidos principalmente por grandes empresas estrangeiras. Para Felipe Iszlaji, sócio-fundador e CEO da Clarisse.ai, depender exclusivamente dessas tecnologias pode deixar países e empresas vulneráveis a mudanças de preço, restrições de acesso e decisões tomadas fora do Brasil. Em entrevista ao Podcast Canaltech, o executivo defende que a inteligência artificial generativa deve ser encarada cada vez mais como uma infraestrutura tecnológica, assim como aconteceu com outras tecnologias essenciais. Isso não significa, porém, que o Brasil precise gastar bilhões de dólares tentando construir do zero um concorrente para os modelos mais avançados do mundo. Segundo Iszlaji, uma alternativa é aproveitar modelos abertos e adaptá-los com dados brasileiros. A estratégia permitiria desenvolver sistemas menores, mais baratos e especializados em áreas importantes para empresas e para o setor público. A língua também entra nessa discussão. Embora os principais modelos disponíveis hoje consigam conversar em português, o executivo argumenta que ainda existem diferenças na forma como essas ferramentas compreendem e produzem conteúdo relacionado à cultura e à linguagem brasileira. Durante a conversa, ele cita construções comuns em textos gerados por IA que parecem naturais em inglês, mas pouco espontâneas em português. Para setores como mídia, editoras e produção de conteúdo, essa diferença pode ter impacto direto no trabalho. O episódio também discute os cuidados necessários no uso individual dessas ferramentas. Iszlaji alerta para o risco de tratar sistemas de inteligência artificial como se fossem pessoas e de recorrer a eles para todas as decisões do cotidiano. A recomendação é usar a tecnologia de maneira crítica, buscando aplicações que realmente economizem tempo ou gerem valor, sem terceirizar completamente o próprio raciocínio. Você também vai conferir: Xiaomi lança celular com bateria gigante por cerca de R$ 1.900, Magalu fecha parceria para vender produtos no Mercado Livre e Google lança aulão gratuito para ajudar estudantes no Enem. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Seu celular já pode substituir uma câmera profissional? 02.09.2026 32minAs câmeras se tornaram um dos principais campos de disputa entre as fabricantes de smartphones. Sensores maiores, lentes externas e recursos de inteligência artificial estão aproximando os celulares de equipamentos profissionais, mas até onde essa evolução pode chegar? Este episódio do Podcast Canaltech explica por que a indústria passou a investir tanto em fotografia e o que realmente define a qualidade de uma câmera de celular. Afinal, uma quantidade maior de megapixels não garante, sozinha, uma imagem melhor. O tamanho do sensor, a qualidade das lentes, a estabilização e o processamento da imagem também influenciam o resultado. O problema é que todos esses componentes precisam caber dentro de um aparelho compacto, que ainda deve reservar espaço para bateria, processador e outras peças. Na entrevista, André Varga, diretor de produtos da JOVI no Brasil, explica como avanços em áreas aparentemente distantes da fotografia, como a fabricação de baterias mais compactas, começaram a liberar espaço para sensores maiores dentro dos aparelhos. A conversa usa o JOVI X300 Ultra como exemplo dessa evolução. O smartphone conta com um kit fotográfico que permite acoplar lentes externas ao aparelho, com distâncias focais equivalentes a 200 e 400 milímetros. O executivo também fala sobre a relação entre fotografia óptica e inteligência artificial. Enquanto os recursos de software podem aprimorar automaticamente uma imagem, fotógrafos profissionais costumam buscar mais controle sobre o resultado, inclusive a possibilidade de registrar uma foto sem o tratamento feito pela IA. Outro ponto abordado é o preço. Hoje, as tecnologias mais avançadas ainda estão concentradas principalmente nos aparelhos premium. A tendência, porém, é que sensores maiores, estabilização óptica e câmeras de alta resolução cheguem gradualmente a modelos mais acessíveis. Você também vai conferir: Bug no Google Mensagens pode enviar conversas privadas para contatos errados, Instagram vai identificar perfis de influenciadores criados por IA e Oracle oferece curso gratuito de IA para negócios. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Startups atraem R$ 396 milhões em intenção de investimento no Startup Summit 01.09.2026 14minR$ 396 milhões em intenção de investimento. Esse foi o volume registrado nas rodadas de negócios do Startup Summit 2026, realizado em Florianópolis. Ao longo dos três dias de evento, mais de 160 fundos de investimento participaram de quase 2 mil reuniões com startups. A dinâmica coloca empreendedores frente a frente com diferentes investidores para apresentar seus negócios e discutir possíveis aportes. O valor não significa que R$ 396 milhões foram efetivamente investidos durante o evento. Nas rodadas, os investidores registram quanto estariam dispostos a investir nos negócios apresentados, e essas informações ajudam a formar o indicador de intenção de investimento. Mas dinheiro não foi o único assunto que movimentou o ecossistema. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Sabrina Rocha, organizadora do Startup Summit, contou que a inteligência artificial apareceu entre as principais preocupações de empreendedores e empresas nesta edição. A discussão já não passa apenas por adotar novas ferramentas. As empresas também estão tentando entender como preparar infraestrutura e equipes para o avanço da tecnologia e como a IA pode transformar seus próprios modelos de negócio. Startups brasileiras de olho no mundo A internacionalização também ganhou espaço. Segundo Sabrina, mais de 30 delegações participaram da Feira de Negócios, em iniciativas para aproximar empresas estrangeiras do mercado brasileiro e ajudar startups nacionais interessadas em expandir para outros países. O movimento aconteceu em uma edição que reuniu mais de 11 mil participantes. E o Startup Summit já olha para o próximo ano, quando chega à décima edição. Para 2027, porém, a estratégia não é simplesmente aumentar o tamanho do evento. A organização afirma que pretende priorizar a qualidade das conexões, dos parceiros e da experiência oferecida aos participantes. No novo episódio do Podcast Canaltech, Sabrina Rocha explica como são calculadas as intenções de investimento, fala sobre os assuntos que mais mobilizaram o ecossistema nesta edição e conta o que está sendo preparado para o futuro do Startup Summit. Você também vai conferir: Processo acusa xAI de usar conteúdo de abuso infantil para treinar o Grok, Projeto prevê indenizações de até 500 mil reais em acidentes com elétricos e Rock in Rio estreia transmissão pela nova TV 3.0. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Da internet à IA: por que novas tecnologias ainda assustam? 31.08.2026 24minA inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos — e trazendo dúvidas que não são exatamente novas. Para Janete Vaz, presidente do Conselho do Grupo Sabin, o momento atual lembra a chegada da internet às empresas. Na época, também havia medo de perder empregos e de não conseguir acompanhar a transformação. Hoje, segundo ela, a história começa a se repetir com a IA. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Janete defende que a tecnologia seja usada para liberar tempo e melhorar a qualidade do trabalho, mas sem colocar as ferramentas no centro das organizações. Dados e automação podem ficar com as máquinas. Já escuta, acolhimento, integração e liderança continuam dependendo das pessoas. A conversa também passa pela presença das mulheres na tecnologia e nos espaços de decisão, diversidade e os desafios para preparar empresas e profissionais para essa nova fase. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: Usar o celular na rua na Itália pode gerar multa; Novas medidas de segurança da Meta chegam ao Brasil?; Lançamentos da Netflix de setembro. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de João Melo, André Magalhães e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Duas telas no notebook: o novo Zenbook Duo e os planos da ASUS para o futuro 29.08.2026 16minE se o seu notebook já viesse com duas telas? Essa é a proposta do novo Zenbook Duo, da ASUS, que chega ao Brasil com duas telas OLED de 14 polegadas e um teclado físico removível. na prática, o usuário pode transformar o equipamento em uma espécie de estação de trabalho portátil, com duas telas disponíveis no mesmo computador. Marcelo Fischer esteve no lançamento do produto e conversou com Manuel Castro, Diretor Comercial da ASUS, sobre a tecnologia por trás do Zenbook Duo, as escolhas de design e os desafios de colocar duas telas, um processador de alto desempenho e uma bateria de 99 wh em um notebook que ainda precisa ser transportável. A conversa também passa pelo futuro dos notebooks, pelo crescimento da inteligência artificial e pelo impacto da demanda por chips, memória e SSDs nos preços dos computadores. Você também vai conferir: Galaxy S26 FE já tem data para chegar ao Brasil; Powerbank gigante da BYD pode carregar carros em tempo recorde; Novos radares com IA chegam a mais uma rodovia de SP. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Diversidade virou questão de sobrevivência para as empresas? 28.08.2026 11minTer pessoas diferentes dentro de uma empresa não é apenas uma questão de diversidade. Para Gisele Stefano, superintendente da TV Band, essa mistura também pode ser determinante para entender o mercado e manter um negócio relevante. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a executiva defendeu que as empresas precisam refletir internamente a diversidade que encontram entre seus próprios consumidores, reunindo mulheres, homens, jovens e profissionais mais experientes nos espaços de decisão. Gisele resume essa ideia de uma maneira simples: é preciso ter “o cabelo branco e o cabelo preto na mesma mesa”. Para ela, diferentes perspectivas ajudam as empresas a enxergar melhor o mercado e se tornam uma questão de sobrevivência para os negócios. Primeira mulher a ocupar a superintendência da TV Band nos 89 anos do Grupo Bandeirantes, Gisele também falou sobre liderança feminina, desenvolvimento profissional e o papel da educação na própria trajetória. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: Nova IA do WhatsApp vai avisar usuários sobre golpes; Samsung derruba Apple do trono e vira maior marca de celulares do mundo; Samsung lança Notebooks Galaxy Book 6 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira, Raphael Giannotti e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Seus dados estão protegidos na era da inteligência artificial? 27.08.2026 29minFotos, currículos, documentos, publicações em redes sociais e até informações de clientes podem acabar sendo processados por ferramentas de inteligência artificial. Mas o fato de um dado estar disponível na internet significa que ele pode ser usado livremente? A resposta é não. No novo episódio do Podcast Canaltech, Carlos Lima, sócio do Failla Lima Riva Advogados, explica como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) se aplica ao avanço da inteligência artificial e quais limites continuam valendo para empresas e plataformas. Segundo o especialista, a LGPD “envelheceu bem” justamente porque foi construída a partir de princípios que permitem sua aplicação mesmo diante de novas tecnologias. Isso significa que informações pessoais continuam protegidas mesmo quando estão publicamente acessíveis na internet. Você também vai conferir: Bill Gates lista profissões em risco e alerta para jovens; Vaza celular da Xioami que vai desafiar a Samsung; Rockstar quebra o silêncio sobre os vazamentos de GTA 6. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo, Diego Corumba e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
TikTok e a segurança de menores: é possível proteger crianças online? 25.08.2026 23minO TikTok foi multado em R$ 153,7 milhões pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por falhas na proteção de dados de crianças e adolescentes. Mas como uma rede social pode identificar usuários menores de idade e restringir recursos sem, ao mesmo tempo, ampliar a coleta de dados pessoais? Neste episódio, Marcelo Fischer conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, sobre verificação de idade, reconhecimento facial, controles de segurança, privacidade por padrão e auditorias. O especialista explica como diferentes mecanismos podem ser combinados para reduzir riscos e por que proteger crianças e adolescentes na internet é uma responsabilidade compartilhada entre plataformas e famílias. Você também vai conferir: Microsoft paga usuários para indicar o Edge; Galaxy S27 Ultra pode ter tela autorregenerativa; Amazon e Twitch são processadas por treinamento de IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Tecnologia não basta: os desafios para o futuro da medicina 25.08.2026 15minA inteligência artificial já está mudando a medicina, da formação dos profissionais à pesquisa e ao atendimento. Mas, para Margareth Dalcolmo, preparar a saúde para o futuro exige muito mais do que dominar novas ferramentas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a médica, pesquisadora, professora e escritora defende que os profissionais sejam treinados nas melhores tecnologias, mas também nas “melhores humanidades”. Essa necessidade ganha ainda mais peso diante de outra transformação: o envelhecimento do Brasil. Dalcolmo lembra que o país já tem mais de 6 milhões de pessoas com mais de 80 anos e afirma que, em cerca de uma década, teremos mais pessoas com 60 anos ou mais do que menores de 15 anos. Para ela, formar médicos para essa nova realidade significa discutir não apenas inteligência artificial e novas tecnologias, mas também cuidado, envelhecimento e até como garantir dignidade na finitude da vida. Mulheres na ciência A conversa também passa pela presença feminina na ciência e em posições de liderança. Dalcolmo defende igualdade de oportunidades e resume sua visão em uma frase: “Mulher não é cota, mulher tem mérito.” Ela também recupera uma metáfora apresentada pela ministra Cármen Lúcia no Summit Mulheres nas Profissões: as mulheres já se livraram do espartilho físico, mas ainda precisam romper um “espartilho virtual” que pode fazê-las duvidar da própria capacidade. A entrevista foi gravada no Studio Summit, durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: BYD promete recarregar carros elétricos em apenas cinco minutos, prime Video vai dobrar produções originais na América Latina e app aprende seus hábitos e ajuda a lembrar o que falta em casa. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Marcelo Fischer e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Se a tecnologia prevê problemas, por que as obras ainda atrasam? 24.08.2026 16minObras que atrasam, ficam mais caras do que o previsto ou precisam passar por mudanças durante a execução ainda fazem parte da realidade. Ao mesmo tempo, empresas de arquitetura, engenharia e construção já contam com modelos digitais, simulações e inteligência artificial capazes de identificar problemas antes que eles cheguem ao canteiro. Então por que essa conta ainda não fecha? Essa é uma das discussões do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Design & Make Summit 2026, evento da Autodesk realizado em São Paulo. Em entrevista ao Canaltech, Sylvio Mode, diretor-presidente da Autodesk Brasil, explica que o principal desafio já não está apenas na existência da tecnologia, mas no nível de adoção dessas ferramentas pelas empresas. Segundo o executivo, processos tradicionais na construção podem levar a perdas superiores a 30%. Com sistemas digitais integrados, ele afirma que esse desperdício pode cair para menos de 5%. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a esse processo ao permitir analisar diferentes possibilidades de um projeto antes mesmo da construção. Na prática, a IA pode ajudar a comparar alternativas de projeto considerando eficiência energética, exposição à luz solar, custos e até a necessidade de terraplanagem. Mas, para Mode, ainda existe uma diferença grande entre as empresas mais digitalizadas e o restante do setor. Outro desafio é a formação profissional. Segundo o executivo, muitos trabalhadores ainda chegam ao mercado sem preparo para lidar com essas novas ferramentas, o que aumenta a necessidade de capacitação dentro das próprias empresas. A conversa também passa pelo impacto ambiental da construção e pelos limites da IA. Para Mode, a supervisão humana continua indispensável: a tecnologia pode ampliar as possibilidades de análise, mas não substitui a responsabilidade de quem toma a decisão. Você também vai conferir: WhatsApp prepara IA para transformar fotos horizontais em verticais, vazamento na Latam expõe dados pessoais e informações de clientes eTikTok tem recursos para aumentar a privacidade da sua conta. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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