Macro Review

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C6 Invest
Land Brazilië
Taal PT-BR
Afleveringen 232
Laatste 14.09.2026

Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o Brasil e a economia global. Ouça aqui reflexões sobre juros, inflação, PIB, dólar e tudo aquilo que impacta seus investimentos. O podcast tem participação mensal de Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, que analisa o movimento nos mercados globais.

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  • #229 | A inflação americana pede um freio 14.09.2026 16min
    O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) se reúne nesta semana para decidir os próximos passos dos juros nos Estados Unidos, com a inflação elevada e persistente no centro das atenções. Os principais índices de preços no país continuam mais de um ponto percentual acima da meta da autoridade, que é de 2%. Ou seja, ainda há um esforço relevante a ser feito para alcançar o “alvo”. Por que esse cenário preocupa? É hora de o Fed subir os juros e colocar um freio na inflação americana? No minuto 07:38, Felipe Mecchi, da equipe econômica do C6 Bank, analisa o que os membros do Fed têm dito em entrevistas e discursos recentes e que podem ajudar a prever a decisão do comitê nesta quarta-feira. Ouça ainda no episódio: Alta de juros já chegou na Europa; Petróleo volta a superar os US$ 100; Inflação brasileira tem maior queda em quatro anos. 
  • #228 | Existe risco de uma recessão no Brasil? 08.09.2026 15min
    Não há motivos, por ora, para acender o alerta sobre o crescimento da economia brasileira. O PIB segue num ritmo próximo de 2% ao ano, como mostram os números do segundo trimestre divulgados pelo IBGE. Por outro lado, há de se reconhecer que existe, sim, uma desaceleração em curso, em especial quando o assunto é o consumo das famílias. Diante de um PIB que avança a um ritmo mais lento, cabe analisar: qual a chance de a economia perder temperatura a ponto de esfriar de vez? O risco de uma recessão no curto prazo é real?  No minuto 07:13, a economista Claudia Moreno explica como a trajetória da dívida pública brasileira também pode aumentar os riscos para o crescimento do PIB.  Ouça ainda no episódio: Emprego forte aumenta chances de alta de juros nos EUA; Europa também se aproxima de um aperto nas taxas. 
  • #227 | Por que os juros longos estão mais altos no mundo? 31.08.2026 21min
    A notícia de que o Tesouro dos Estados Unidos irá ampliar a recompra de títulos públicos americanos (Treasuries) de longo prazo movimentou as conversas do mercado financeiro nas últimas semanas. A decisão foi interpretada como um sinal de incômodo das autoridades americanas com o nível dos juros de longo prazo nos EUA, que atingiram máximas em quase 20 anos.  Mas esse movimento está longe de ser exclusivo dos EUA: os juros longos também têm subido em vários outros países, como Japão, Alemanha e Reino Unido. Por que o mercado tem exigido retornos maiores para financiar os governos? Estamos caminhando para um futuro de juros mais altos?  No minuto 11:16, entenda também a visão da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, sobre o que tem movimentado os mercados globais. Ouça ainda no episódio: Discurso de chefe do BC americano reforça chance de alta de juros; EUA endurecem sanções econômicas contra o Irã; O movimento dos mercados globais, com J.P. Morgan Asset Management; Inflação brasileira tem terceiro mês de alívio. 
  • #226 | O problema de uma dívida pública mais amarrada à Selic 24.08.2026 16min
    Os juros altos são um dos grandes problemas enfrentados por famílias e empresas – e isso não é uma novidade. Mas a Selic elevada também tem sido uma dor de cabeça para a dívida pública. Até uma década atrás, boa parte da dívida brasileira era atrelada a uma taxa prefixada, definida no momento da emissão. Agora, quase metade do valor financiado tem como fator de correção a evolução da taxa Selic.  Assim, quando os juros sobem, o custo da dívida do governo acompanha – como está acontecendo agora. Por que o perfil da dívida pública mudou? E o que isso significa para a economia como um todo? No minuto 06:57, a economista Claudia Rodrigues também explica como outros países administram suas dívidas – e como o Brasil se compara a eles. Entenda, ainda:  O incômodo do Tesouro americano com os juros longos; Novos riscos na guerra do Oriente Médio fazem petróleo subir. 
  • #225 | Economia brasileira não esfriou – só parou de esquentar 17.08.2026 14min
    Os números mais recentes de atividade econômica divulgados pelas pesquisas setoriais do IBGE podem suscitar dúvidas sobre o ritmo da economia brasileira. À primeira vista, pode parecer que o Brasil esfriou. Uma análise mais detalhada dos números sugere que, sim, o crescimento está diminuindo aos poucos, mas a economia não está em uma situação ruim.É como uma panela que esteve em fogo alto por muito tempo e, agora, está apenas mantendo a temperatura quente. O que isso significa para famílias e empresas? E o que esperar para o PIB daqui em diante?No minuto 06:18, a economista Claudia Moreno analisa o que o novo ritmo de crescimento da economia representa para o desemprego e o mercado de trabalho.Entenda, ainda:  Preços elevados reforçam expectativa por alta de juros nos EUA;No Brasil, a inflação de serviços é a grande questão para o controle dos preços.
  • #224 | Ainda há espaço para mais cortes de juros no Brasil? 10.08.2026 15min
    Os juros brasileiros caíram novamente. Na última quarta-feira (5), o Banco Central decidiu cortar a taxa Selic pela quarta vez no ano, para 14%, conforme era esperado.  As atenções do mercado estavam mais voltadas ao comunicado que acompanhou a decisão, em busca de pistas sobre os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom).  Afinal, ainda há espaço para continuar reduzindo a Selic ou é hora de uma pausa? Qual caminho permitirá ao BC trazer a inflação de volta à meta? No minuto 06:04, a economista Claudia Moreno também explica, por que, apesar dos últimos cortes de juros, a Selic continua muito elevada, trazendo custos importantes para a economia e para a própria sociedade brasileira. Entenda, ainda:  Criação de vagas diminui nos EUA, mas Fed deve elevar os juros; Um possível acordo para ajudar a remediar a crise no Oriente Médio; Por que Japão e EUA estão tentando frear a desvalorização do iene. 
  • Especial ‘Visão Global’ | A corrida da IA e as perspectivas para os mercados 04.08.2026 42min
    O Visão Global é um encontro periódico que o C6 Bank promove com o J.P. Morgan Asset Management para discutir o que mexe com a economia global e os mercados.  Na edição de 4/8, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, conversa com Bianca Alvarenga, coordenadora de conteúdo de economia e investimentos do C6 Bank, sobre um dos temas mais discutidos do momento: a Inteligência Artificial (IA). Ainda vale a pena investir em IA? Onde estão hoje as principais oportunidades relacionadas a essa transformação? Ao longo do episódio, elas discutem as perspectivas para as empresas de tecnologia, os setores que podem se beneficiar do avanço da IA e como o investidor brasileiro pode aproveitar esse movimento. -- Importante: caso você seja um produtor de conteúdo e queira reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que antes solicite autorização ao C6 Bank. 
  • #223 | Quando virá o remédio do Fed para a inflação? 03.08.2026 18min
    Mais uma vez, o comunicado publicado após a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi sucinto. Essa tem sido a marca de Kevin Warsh, nomeado presidente do Fed há dois meses. Foram dois recados principais passados pela autoridade na semana passada: sim, a inflação americana está alta e, sim, o Fedpromete levar os preços para a meta de 2%.  Mas não está claro, ainda, qual será o caminho percorrido para solucionar o problema. Nesse contexto, o que esperar dos juros e inflação nos EUA? No minuto 05:32, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também compartilha as perspectivas dela sobre a economia americana, além de atualizar os principais temas que têm movimentado os mercados globais.  Entenda, ainda:  Juros em pausa no Reino Unido; PIB europeu cresce, mas inflação ainda preocupa; O que esperar da decisão do Copom sobre a Selic. 
  • #222 | O custo das tarifas para as exportações e a economia brasileira 27.07.2026 17min
    As novas tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos sobre as importações brasileiras já estão em vigor.  Além da taxa de 25%, que começou a valer na quarta-feira (22), outra cobrança, de 12,5%, foi confirmada no dia seguinte e passou a ser aplicada já na semana passada. Na prática, essas tarifas tornam os produtos brasileiros mais caros para compradores americanos, o que pode reduzir as vendas do Brasil para os EUA. Mas qual deve ser a dimensão desse impacto para o nosso país? Quais setores tendem a sentir mais os efeitos? E o que tudo isso significa para a economia brasileira? No minuto 06:58, a economista Claudia Moreno também explica, de forma mais ampla, como a política tarifária adotada pelos EUA desde o ano passado tem impactado o comércio e a economia mundial. Entenda, ainda:  Petróleo volta a superar os US$ 100 com tensão no Oriente Médio; Juros europeus em pausa, mas há preocupação com a inflação de energia. 
  • #221 | Impasse na guerra reacende alerta sobre preço do petróleo 20.07.2026 14min
    Tão frágil quanto o acordo de paz firmado entre Estados Unidos e Irã, a confiança de que a crise no mercado de petróleo estava caminhando para uma breve solução desapareceu nas últimas semanas.  Os dois países voltaram a trocar ataques e o Estreito de Ormuz foi novamente bloqueado, ressuscitando as dúvidas sobre o fornecimento global de combustíveis e outros produtos. Como um novo impasse na guerra no Oriente Médio pode afetar os preços mundo afora? Existe risco de desabastecimento? No minuto 06:45, a economista Claudia Rodrigues também explica como os principais países produtores de petróleo estão planejando investimentos para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz. Entenda, ainda:  Inflação americana desacelera, mas segue acima da meta; O que significam as tarifas de 25% aplicadas pelos EUA ao Brasil. 
  • #220 | O vai e vem da inflação brasileira, e os desafios que persistem 13.07.2026 14min
    A inflação brasileira ficou muito abaixo do esperado em junho. Depois de meses de aceleração, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 4,7% para 4,6% em 12 meses. A boa notícia do último mês, no entanto, não significa que a inflação no Brasil esteja, enfim, voltando aos trilhos. As pressões mais persistentes sobre os preços continuam presentes. O que esperar do IPCA nos próximos meses? No minuto 06:00, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, aprofunda a discussão explicando conceitos como PIB potencial e hiato do produto. Entenda também:  Tensões no Oriente Médio voltam a esquentar; EUA podem ter que subir juros em breve. 
  • #219 | Petróleo em queda: alívio para a inflação? 06.07.2026 13min
    O petróleo voltou a ser negociado nos níveis anteriores à guerra no Oriente Médio. Depois de chegar perto de US$ 120 durante o conflito, o barril do tipo Brent (referência internacional) caiu para quase US$ 70 nos últimos dias. O principal motivo foi o acordo de paz temporário firmado entre os Estados Unidos e o Irã, que permitiu a retomada do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz – rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Mas isso significa que a alta dos combustíveis ficou para trás? O que muda para a inflação e os juros globais daqui em diante? No minuto 05:43, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, traz um panorama de como os bancos centrais ao redor do mundo podem agir neste contexto. Entenda também:  Desemprego nos EUA segue em níveis baixos; No Brasil, mercado de trabalho continua aquecido. 
  • #218 | Um dólar mais forte no horizonte 29.06.2026 16min
    Depois de tocar a menor cotação em mais de dois anos, o dólar voltou a ganhar força nas últimas semanas e encerrou a sexta-feira aos R$ 5,17. Entre os fatores que mudaram os ventos do câmbio estão a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e as preocupações com a situação das contas públicas no Brasil. Será que a fase de dólar abaixo de R$ 5 ficou para trás? Entenda também:  Novas perspectivas para a Selic; Inflação americana cada vez mais longe da meta. No minuto 09:00, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, traz um panorama do que tem movimentado os mercados globais, de guerra no Oriente Médio à inteligência artificial. 
  • #217 | A Selic vai continuar a cair ou o ciclo de cortes acabou? 22.06.2026 15min
    O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%.  Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil.  Entenda, ainda:  Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz. 
  • #216 | Nos EUA, a ameaça da inflação e dos juros mais altos 15.06.2026 16min
    A maré dos juros americanos mudou totalmente desde o começo do ano.  No começo de 2026, analistas de mercado esperavam por um ciclo de cortes nas taxas dos EUA. Depois, a expectativa mudou para estabilidade, e, mais recentemente, os cálculos passaram a incorporar uma alta nos juros. Os analistas estão de olho em dois aspectos que sugerem que o aperto pode ser inevitável: primeiro, o emprego voltou a aquecer e, segundo, a inflação bateu o maior nível em três anos. Quando e como o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pode agir para conter a inflação? No minuto 07:06, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, analisa o que se pode esperar da primeira reunião do Fed sob o comando de Kevin Warsh. Entenda, ainda:  Na Europa, juros já começaram a subir; EUA e Irã avançam em acordo de paz; Inflação brasileira estoura o teto de tolerância da meta. 
  • #215 | Europa vive mais uma vez o pesadelo da crise de energia 08.06.2026 14min
    A Europa mal teve tempo de esquecer a última crise de energia que abalou sua economia.  Quatro anos depois de ter seu fornecimento de petróleo e gás natural afetado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os europeus sentem agora as restrições de oferta provocadas pelo conflito no Oriente Médio. A nova crise de energia deve frear mais uma vez o crescimento econômico europeu? O que esperar da inflação e dos juros por lá? No minuto 06:05, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica como a guerra é um risco não só para a economia europeia, mas para o mundo todo. Entenda também:  Emprego volta a aquecer nos EUA; Brasil pode enfrentar novas tarifas comerciais americanas. 
  • #214 | O “filme e a foto” do PIB brasileiro 01.06.2026 19min
    O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre do ano. É um resultado ainda forte, mas que não reverte a trajetória de desaceleração gradual da economia brasileira causada pelos juros elevados.Com a Selic ainda perto do maior patamar da história, o crédito está sob aperto. No sentido contrário, algumas medidas de estímulo do governo buscam garantir uma demanda mais forte das famílias e empresas.Qual força vai prevalecer sobre o PIB – o aperto dos juros mais altos ou o impulso do governo ao consumo e investimentos?Entenda também:  Mercado de trabalho aquecido é mais um desafio para inflação;Câmara aprova projeto que reduz jornada de trabalho;Nos EUA, preços continuam a subir na esteira da guerra no Irã.No minuto 10:18, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, atualiza o que tem movimentado os mercados globais.
  • #213 | Queda nos estoques de petróleo preocupa o mundo 25.05.2026 13min
    Os estoques globais de petróleo estão emitindo um sinal de alerta. Com a guerra no Irã prestes a completar três meses, especialistas se preocupam com a possibilidade de preços ainda mais elevados e, no pior dos casos, de desabastecimento. Apesar da expectativa por um acordo e das notícias recentes de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz – região entre o Irã e Omã por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás –, a rota continua praticamente fechada, pressionando a oferta de energia mundo afora. Quais podem ser os próximos efeitos da guerra no Oriente Médio? Para além da alta dos preços, existe risco de faltar petróleo? No minuto 06:28, a economista Claudia Rodrigues explica o que alguns países têm feito para tentar remediar a crise, seja liberando suas reservas estratégicas de petróleo ou reduzindo o consumo de energia. Entenda também:  No Reino Unido, inflação e desemprego são riscos para o governo; Preços ao produtor no Brasil mostram reflexos da guerra no Oriente Médio. 
  • #212 | Carros elétricos, chips, baterias: uma nova era de exportações da China 18.05.2026 16min
    As exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.  A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário. O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta. O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo?  No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta. Entenda também:  Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed; No Brasil, inflação também sobe; Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026. 
  • #211 | Uma nova realidade no mercado de trabalho dos EUA 11.05.2026 14min
    Os Estados Unidos criaram em média 48 mil vagas de emprego por mês no último trimestre. É menos do que a média dos últimos anos.  O que parece ser um sinal de desaceleração do mercado de trabalho pode ser, na verdade, uma mudança na dinâmica do emprego americano. O menor fluxo de imigrantes no país e o envelhecimento da população nativa causaram uma redução na força de trabalho. Os efeitos já são vistos na menor geração de empregos e na dificuldade das empresas americanas de encontrar trabalhadores. Como a transformação do mercado de trabalho americano pode afetar as decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA)? No minuto 07:19, a economista Claudia Moreno também explica o que podemos esperar para o comportamento do dólar no Brasil.  Entenda, ainda:  Petróleo cai, mas guerra no Irã segue sem solução; Caminho mais incerto para a Selic. 

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