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Arthur Gubert
Страна Бразилия
Язык PT-BR
Эпизодов 238
Последний 16.10.2026

De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã. Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.

Эпизоды

  • A IA está bagunçando nossa memória e o segredo para aprender com o fracasso 16.10.2026 22мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:A IA está acabando com nossa memória? Cientistas estão descobrindo que resumos e conversas com inteligência artificial podem nos fazer lembrar de coisas que nunca aconteceram. Um erro sutil num resumo já basta para mudar o que a gente acha que viu.E mais: o segredo para aprender com o fracasso pode estar no que você faz logo depois de errar.O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Execução pública como exemplo e os novos influenciadores da vida real 15.10.2026 22мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:Execução pública para servir de exemplo. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, quer transmitir ao vivo o fuzilamento de Nidal Hasan, autor do massacre de Fort Hood em 2009. Na New Yorker, Dexter Filkins lembra de uma execução pública que viu em Cabul, sob o Talibã, e pergunta o que esse tipo de espetáculo faz com quem assiste.E mais: os influenciadores da vida real. Com tanta gente carente de contato presencial, surgiu uma nova profissão: os "construtores de comunidade", que ganham a vida reunindo pessoas fora das telas.O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Como tá o bolso dos millennials, e por que você não deveria se aposentar. 14.10.2026 22мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💰 O Economist publica hoje um argumento contra a narrativa mais repetida sobre os millennials: é fácil exagerar suas dificuldades econômicas. A geração, agora com entre 30 e 40 e poucos anos, gastou US$1,5 bilhão em abacates só no ano passado nos EUA. Os dados contam uma história mais complexa do que o sofrimento geracional que domina o discurso: 49% dos millennials dizem estar melhor financeiramente do que há cinco anos — mais que Gen X (43%) e Baby Boomers (40%). Mas as duas palavras mais usadas para descrever a própria situação financeira são “atrasado” e “sobrecarregado.” O paradoxo millennial: estão melhor do que os dados históricos sugerem, e ainda assim se sentem atrasados. O problema não é a situação — é que esperavam mais (Economist)🧓 O Monocle publica um ensaio com uma tese simples e perturbadora: o segredo para uma vida longa e com propósito pode ser deletar a palavra “aposentadoria” do vocabulário. O editor abre com a história de Phil, um homem idoso com uma data na agenda — uma festa que queria dar antes de morrer. A irmã do autor disse que essa data o manteve vivo. Phil chegou à festa. Na noite seguinte, morreu. “Ele tinha um propósito, um plano.” O especialista em comportamento Khaled Ghattass deu um exemplo contundente: se seu parceiro morre, você tem 60% mais chance de morrer também no ano seguinte. E contou como o pai teve a saúde mental deteriorada ao parar de trabalhar — e como, ao devolver propósito à vida dele, reverteu esse declínio. O que os centenários das zonas azuis têm em comum não é só dieta — é que nunca pararam completamente (Monocle)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Talvez o problema não sejam as telas, e terminar namoro te melhora. 13.10.2026 21мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:📱 O psiquiatra infantil Jonathan Slater publica no NYT um artigo de opinião com um argumento que vai contra a narrativa dominante: telas não são o problema. "Screens did it. That story is simple — and it is costly. It shifts the blame onto families and away from the institutions that decide whether a child gets care. Congress. Insurers. Health systems." O argumento de Slater é estrutural: a crise de saúde mental infantil nos EUA existe num contexto de sistema de saúde que nega cobertura para saúde mental, de escolas sem psicólogos suficientes, de famílias sem recursos e sem tempo. Culpar telas é simples — e conveniente para quem deveria resolver o problema mas não resolve. A pergunta que o artigo deixa: e se o debate sobre telas for uma distração das mudanças sistêmicas que de fato protegeriam crianças? (NYT)💔 O Psyche publica um ensaio filosófico com uma tese que vai além da psicologia do luto: terminar um namoro e fazer o trabalho de seguir em frente não é apenas curar — é melhorar a si mesmo. "Aspiração é um processo temporalmente estendido pelo qual alguém trabalha para se tornar uma pessoa diferente e melhor." O argumento central é sobre aprendizado moral: adquirir conhecimento de valor, unificar-se ao longo do tempo por trás de uma perspectiva valorativa consistente, é como você se torna uma boa pessoa. O ensaio usa o conceito de "aspiração" como processo ativo — não passivo — de constituição do self. "No curso desse processo, de desmoronar e se recompor, você cria algo novo, você constitui algo novo: você mesmo. E se você se constituir bem, se você for bom em ser uma pessoa, então você será uma boa pessoa." (Psyche)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • A crise da sexta à noite, e a tese do cocô estratégico. 12.10.2026 21мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🛋️ O Atlantic publica um ensaio sobre um fenômeno que qualquer pessoa reconhece mas raramente nomeia: a sexta à noite virou um problema. Numa pesquisa Harris de 2026 com a Geração Z, 73% disseram que ficar em casa é o plano padrão no fim de semana. Numa pesquisa Gallup de 2020, o jeito favorito dos americanos de passar uma noite era "ficar em casa com a família", e o segundo lugar era "assistir televisão ou filme em casa". Apenas 3% nomearam "receber ou visitar amigos" como atividade preferida da noite. O ensaio examina o paradoxo: as pessoas dizem que querem mais conexão, mais amizades, mais vida social — e ao mesmo tempo, quando chega a sexta à noite e aparece a possibilidade concreta de sair, a cama parece imbatível. Não é introversão. É a fadiga de decisão somada ao gap entre o prazer antecipado de socializar e o esforço real de sair (Atlantic)🚽 O HuffPost publica uma investigação sobre o "cocô estratégico" — o term cunhado pela coach de divórcio Olivia Howell para um fenômeno viral: homens usando o banheiro como "escotilha de escape" perfeita das responsabilidades domésticas, graças à "denegabilidade plausível quase ilimitada." "'Eu preciso ir ao banheiro' é uma das frases mais poderosas disponíveis para uma pessoa que mora com outras pessoas", escreveu Howell. É uma variação da "incompetência armada" — o ato consciente ou inconsciente de fingir dificuldade com uma tarefa para que outra pessoa assuma. O HuffPost ouviu homens reais: quando o banheiro é usado repetidamente para escapar de conexão, parentalidade, responsabilidades domésticas ou tempo de qualidade com o parceiro, pode se tornar uma forma de esquiva, segundo especialistas (HuffPost)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Muitas cirurgias funcionam como placebo, e quem você é no WhatsApp. 09.10.2026 19мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🔪 O Economist publica hoje uma análise sobre como ensaios clínicos controlados — o padrão ouro da medicina para medicamentos — estão chegando às cirurgias e derrubando procedimentos que foram feitos por décadas. Remover o apêndice inflamado, uma das cirurgias mais comuns do mundo, mostrou-se não melhor para a maioria dos pacientes do que um curso de antibióticos. Fusão espinhal e reparo do manguito rotador têm efeitos indistinguíveis de placebo ou de fisioterapia. Cirurgias no ombro para remover um esporão ósseo caíram de 28.000 para 5.720 procedimentos anuais no Reino Unido após um estudo mostrar que não eram melhores do que a cirurgia falsa. O problema é estrutural: para aprovar um medicamento, a FDA exige que bata o placebo. Para aprovar uma cirurgia, não existe requisito equivalente (Economist)📱 O Atlantic publica na edição de novembro um ensaio sobre o que o seu jeito de usar o WhatsApp revela sobre você. A comunicação por texto criou um universo paralelo de obrigações sociais que ninguém negociou explicitamente: a obrigação de responder rápido, de confirmar o "lido", de reagir com um emoji quando você não tem o que dizer, de não deixar mensagem sem resposta. Diferentes pessoas constroem identidades completamente diferentes no WhatsApp — o que responde em três segundos, o que demora três dias mas escreveu um romance, o que usa áudio de 12 minutos, o que manda apenas figurinhas. O artigo examina por que essas identidades textuais frequentemente surpreendem as pessoas que as têm — e por que o estilo de comunicação digital é um dos únicos traços de personalidade que nunca vemos em nós mesmos da forma que os outros veem (Atlantic)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Religião versus apostas online, e a ciência tentando descobrir se bebês são conscientes. 08.10.2026 18мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🎰 O Atlantic publica hoje um ensaio de McKay Coppins — jornalista mórmon do próprio Atlantic — sobre um momento histórico que aconteceu no sábado passado: o líder D. Todd Christofferson, Segundo Conselheiro da Primeira Presidência da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, usou o General Conference para declarar que apostas esportivas, cassinos online e mercados de previsão são "moralmente errados." É o pronunciamento religioso mais incisivo contra a indústria de apostas desde que ela foi democratizada pela tecnologia. "O jogo é construído no desejo de obter algo sem dar nada em troca." O artigo examina o que torna o momento importante: pela primeira vez, uma liderança religiosa de peso equiparou explicitamente o Polymarket e o Kalshi ao casino — colocando a Igreja diretamente contra a política de Trump, que abraçou os mercados de previsão. O islã proíbe apostas. O hinduísmo as condena. O catolicismo as considera problemáticas. Mas nenhum líder havia nomeado diretamente as novas plataformas — até agora (Atlantic / AP)👶 O NYT publica hoje um artigo de Carl Zimmer sobre a pergunta mais difícil da neurociência do desenvolvimento: bebês são conscientes? A pesquisa usa o "efeito surpresa" — expor bebês a sequências de sons que violam um padrão esperado — e mede a atividade cerebral resultante. Bebês prematuros de 28 semanas já exibem redes de regiões cerebrais ativas que sugerem processamento de experiência. Mas os pesquisadores são cautelosos: recém-nascidos não têm linguagem, memória ou planos, e não conseguem ver direito. O que eles têm pode ser uma forma de consciência radicalmente diferente — mais intensa no sentido sensorial, mais difusa no sentido narrativo. A pesquisadora Lorina Naci e colegas descobriram que bebês prematuros também exibem essas redes. Uma equipe separada está estudando fetos dentro do útero, medindo campos magnéticos cerebrais fetais através da barriga de grávidas voluntárias. (NYT)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • A internet ganha .meow e outros domínios, e o futebol que ainda é de graça. 07.10.2026 22мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🌐 A Wired publica hoje uma reportagem sobre a última rodada de aplicações da ICANN para novos domínios de nível superior — o processo de 2026 que fechou em agosto e gerou algumas das propostas mais inesperadas da história da internet. Entre os aprovados e candidatos: .meow, .pizza, .wtf e .web, que a Verisign acaba de colocar online em julho. A ICANN recebeu mais de 2.000 aplicações na rodada de 2026 — a primeira abertura desde 2012. O artigo examina o que acontece quando a internet ganhou domínios suficientes para cobrir praticamente qualquer palavra em qualquer idioma: o .com perde seu monopólio semântico de "lugar sério na internet", mas também ninguém sabe mais o que um endereço significa. Uma empresa.meow pode ser tudo ou nada. A internet desceu do pódio e virou mercado de pulgas de sufixos (Wired / ICANN)⚽ O New Yorker publica um ensaio sobre um clube de futebol inglês da nona divisão — a Step 6 do sistema piramidal inglês — que opera como antídoto total à Premier League. Enquanto um ingresso na Premier League pode custar £200 e inclui uma experiência de estádio projetada por consultores de entretenimento, o clube de nona divisão cobra £5, você pode sentar onde quiser, o treinador mora na mesma rua que alguns jogadores, e o árbitro é um voluntário que também joga no time rival na semana seguinte. O ensaio usa esse contraste para fazer o argumento que qualquer fã de futebol antigo sente mas raramente consegue articular: o futebol "premium" vendeu justamente o que tornava o futebol especial. A nona divisão ainda tem isso — e não por falta de ambição. Por excesso de autenticidade (New Yorker)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Apostas no passado e no futuro: quando tudo na vida virou uma aposta? 06.10.2026 19мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🎲 A Wired publica hoje sobre uma plataforma que acabou de ser lançada e que está expandindo os mercados de previsão para um território novo: o passado. O Verifact Markets permite que os usuários apostem em "fatos disputados" — afirmações históricas contestadas, veredictos legais desafiados, debates científicos não resolvidos no discurso público. Você pode apostar se a vacina de mRNA foi testada adequadamente antes de ser liberada, se as eleições de 2020 foram fraudadas, se as temperaturas globais subiram significativamente nos últimos 50 anos. A premissa é que o preço de mercado se tornaria "uma métrica em tempo real da confiança pública em narrativas históricas específicas." A Wired é mais cética: numa plataforma assim, desinformação organizada pode mover o mercado tão bem quanto informação real — e o sinal resultante seria, na melhor das hipóteses, "consenso", não verdade (Wired)🃏 O NYT Magazine publica na edição de outubro uma reportagem sobre como a aposta deixou de ser uma atividade de cassino para se tornar a lógica que organiza a cultura americana. Apostas esportivas legalizadas em 38 estados. Mercados de previsão com US$27 bilhões em volume. Opções financeiras democratizadas via Robinhood. NFTs. Criptomoedas. Cada uma dessas coisas usa linguagem diferente e promete coisas diferentes — mas a estrutura subjacente é a mesma: você coloca dinheiro numa posição de risco em função de um resultado incerto. O artigo usa a teoria das probabilidades e a psicologia do risco para mapear como a mentalidade de aposta corrompeu a forma como as pessoas tomam decisões — de qual ação comprar a qual candidato apoiar. Quando tudo é uma aposta, nada precisa de convicção (NYT)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • A mulher que sobreviveu à execução, e o que dinheiro revela sobre amizade. 05.10.2026 20мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:⚖️ Na quarta-feira, 30 de setembro, o estado do Tennessee tentou executar Christa Pike, 50 anos — condenada pelo assassinato brutal de Colleen Slemmer em 1995. O que aconteceu seguinte é inédito na história do país. Executores usaram pelo menos sete agulhas. A pequena veia de Pike era um problema documentado — seus advogados haviam alertado. Ela disse que seu braço "estava quase explodindo". Recebeu duas doses de pentobarbital e não morreu. Começou a roncar ruidosamente. Foi transferida para um hospital em estado crítico e colocada em ventilador. É a primeira pessoa na história dos EUA a sobreviver após receber doses letais de drogas de execução, segundo o Death Penalty Information Center. O governador Bill Lee suspendeu todas as execuções de 2026. A escritora Doreen St. Félix escreve no New Yorker sobre o absurdo de uma execução "humana" que precisa ser salva por médicos (New Yorker / CNN / Washington Post)💸 A Time publica um ensaio de Meehika Barua com uma premissa que a maioria das pessoas reconhece mas raramente nomeia: dinheiro revela que tipo de amigo você é. O ponto de partida é o jantar de aniversário de uma amiga no Carbone de Londres — um restaurante mais famoso por avistamentos de celebridades do que pela comida. "Pareceu uma quantia extorsiva. Pareceu insensível e arrogante." A questão de dinheiro entre amigos nunca é só sobre dinheiro — é sobre como você trata as pessoas. A pessoa que propõe um jantar que o amigo não pode pagar sem perguntar se o preço está bem, que "esquece" de devolver dividida, que insiste no Airbnb premium na viagem em grupo — está revelando algo sobre seus valores. "Ser um bom amigo significa estar consciente do que suas escolhas custam às outras pessoas", conclui Barua (Time)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Chefes com filha contratam mais mulheres, e a Anthropic reuniu líderes religiosos sobre o Claude. 02.10.2026 17мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:👧 O Economist publica hoje uma análise de um estudo da Review of Economic Studies que rastreou todos os trabalhadores e empresas da Dinamarca entre 1992 e 2017 — e encontrou um dos dados mais concretos sobre o "efeito filha" no ambiente de trabalho. As pesquisadoras Nina Smith e Maddalena Ronchi descobriram que quando gestores homens tiveram sua primeira filha, o gap salarial de gênero nas empresas onde trabalhavam se reduziu mensurável e estatisticamente. Os salários relativos das mulheres nas empresas subiram 4,4% e o emprego feminino cresceu 2,9%. O principal mecanismo foi o aumento na contratação de mulheres com qualificações comparáveis às de candidatos masculinos que antes eram preteridas. E sem efeito negativo detectado no desempenho das empresas. Nenhuma política, quota ou treinamento produziu resultados similares. Ter uma filha mudou como os chefes enxergam as mulheres (Economist / Review of Economic Studies)✝️ O New York Times publica hoje a reportagem mais reveladora sobre a Anthropic que já saiu em grande mídia. A jornalista Elizabeth Dias revelou que o cofundador Christopher Olah organizou uma série de reuniões privadas — com NDAs, muitas em São Francisco — com cerca de 20 líderes religiosos e filósofos representando o Cristianismo, Judaísmo, Hinduísmo, Mórmons, Sikhs e tradição greco-ortodoxa. Os objetivos eram dois: explorar a possibilidade de que o Claude tenha alguma forma de consciência, e aplicar séculos de sabedoria moral ao treinamento do modelo. A Anthropic apresentou o que chamou de "vetores emocionais" do Claude — associados a amor, raiva, medo e tristeza. Uma das partes mais perturbadoras da reunião: a questão da escravidão foi levantada. Se o Claude é consciente e foi construído para trabalhar de graça, a Anthropic está fazendo escravos. A empresa tentou influenciar o Vaticano a suavizar a encíclica do Papa Leo XIV sobre IA antes da publicação (NYT / Inquirer)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Ninguém quer namorar tech bros, e por que você não teria quatro filhos. 01.10.2026 21мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💼 A Wired publica uma reportagem longa sobre o novo pesadelo amoroso da geração tech: homens com salários de US$250 mil que não conseguem uma segunda data. Gary, 23 anos, engenheiro da Palantir em Manhattan, contou a uma mulher que trabalha na empresa — e ela respondeu que dívida médica "não é desculpa para trabalhar em um lugar como aquele." Uma mulher o chamou de diabo. Outra perguntou como ele vive consigo mesmo. James, 29, trabalha na Tesla em San Francisco e descreveu como mulheres questionam suas visões políticas ainda antes de saber quais são. "Se eu não disser imediatamente que não gosto do Elon Musk, as pessoas acham que sou conservador." A matchmaker Amy Laurent, que atende clientes de alto padrão, disse à Wired que agora tem que "vender" seus clientes em tech: "10 anos atrás, dizer que trabalhava em tech era sobre inovação e ambição. Agora associam Big Tech com a destruição da sociedade." (Wired)👶 O New Yorker publica uma resenha de Margaret Talbot do livro "Inconceivable: The Impossibility of Family in an Age of Uncertainty", de Anna Louie Sussman, lançado em setembro. O livro argumenta que americanos querem mais filhos, mas acreditam que o sistema não facilita tê-los — e vai além do argumento simplificado do custo de vida. Sussman examina como volatilidade econômica, ansiedade climática e a commodificação da reprodução estão remodelando a forma como millennials e Gen Z pensam sobre a parentalidade. Os "greedy jobs" — empregos que exigem anos de treinamento e centenas de milhares de dólares em formação — são identificados como um dos principais obstáculos estruturais à formação de famílias. Talbot questiona se jovens realmente querem mais filhos do que podem ter — ou se as expectativas também mudaram (New Yorker)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Quando consertar ou jogar fora, e o parquinho de lixo que as crianças amam. 30.09.2026 20мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🔧 O Washington Post publica hoje uma resposta contraintuitiva para uma das perguntas mais antigas do consumidor: quando algo quebra, você conserta ou joga fora? A resposta depende do produto. Um novo estudo publicado na revista Science em agosto descobriu que comprar um carro elétrico novo hoje — jogar fora o que você tem — e dirigir por uma década ainda faz menos mal ao clima do que manter um carro a gasolina em funcionamento por dez anos. A eficiência da nova tecnologia elétrica bate qualquer conserto possível. Mas a lógica se inverte para outros produtos: consertar um smartphone é quase sempre ambientalmente melhor do que comprar um novo, porque as emissões de carbono estão concentradas na fabricação, não no uso. A regra geral: quanto mais o impacto climático do produto está no combustível (carros), troque. Quanto mais está na fabricação (eletrônicos), conserte (Washington Post)🔨 O Wall Street Journal publica uma reportagem sobre o play:groundNYC na Governors Island — o parquinho feito de lixo onde crianças de 6 a 13 anos usam martelos, serras, pregos e ferramentas reais para construir e destruir estruturas com madeira velha, pneus, treadmills quebrados e cadeiras descartadas. Pais são barrados do lado de fora da grade, com um cartaz pedindo que "sentem e relaxem". A ideia surgiu de pais de Nova York frustrados com parquinhos à prova de criança. Tudo no playground é doação. Em vez de escorregadores e balanços, as crianças constroem casas na árvore, balanços de pneu e o que quiserem. É um dos únicos espaços em Nova York onde uma criança pode ter uma ideia, executá-la com ferramentas, ver dar errado e tentar de novo — sem supervisão adulta (WSJ / play:groundNYC)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • O custo da conveniência, e Elon Musk dando conselhos de carreira. 29.09.2026 18мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:😰 O Atlantic publica hoje uma resenha do livro "Against Convenience", do jornalista Gabe Bullard, lançado em setembro pela HarperCollins. A tese central: "aceitar conveniências modernas com muita frequência significa aceitar padrões mais baixos. Experiências viram transações." Bullard examina o que cada conveniência moderna realmente cobra de volta: pedir comida por app parece resolver um problema, mas remove o acaso de descobrir um restaurante novo, a conversa com o garçom, a memória de um lugar específico. O Uber elimina a espera — e junto com ela, o momento de estar parado sem fazer nada que o cérebro humano precisava. A tese não é tecnofobia: é que cada "fricção removida" que parece um ganho muitas vezes remove algo que a vida precisava para ser mais do que eficiente (Atlantic / HarperCollins)🤖 Elon Musk deu hoje ao Estado chinês, em entrevista à China Media Group, seus conselhos de carreira para a Geração Z — e a ironia é grande. O homem que defende eliminar empregos com robôs humanoides recomenda educação liberal ampla: artes, ciências, engenharia. "Minha recomendação para educação seria ter a mais ampla base possível, que inclua artes e ciências, engenharia — conhecimento geral." O contexto é que Musk prevê "renda alta universal" quando um bilhão de robôs humanoides estiverem operando — "se você quiser um castelo, robôs vão construir um castelo para você" — e que dinheiro "pode não importar mais." Ao mesmo tempo, o pacote de remuneração de US$1 trilhão da Tesla inclui a meta de entregar um milhão de robôs humanoides. A inconsistência notável: Musk disse em 2020 que faculdade "é basicamente para diversão" (Fortune)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • A empatia suicida, e a banana que não fica marrom que chegou hoje. 28.09.2026 21мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🧠 O Atlantic publica hoje um ensaio sobre um dos fenômenos ideológicos mais perturbadores do momento americano: a direita cristã vinculada ao MAGA elegeu a empatia como inimiga. JD Vance disse que empatia em excesso enfraquece a nação. Elon Musk chamou de "empatia suicida civilizacional" a política de imigração de governos democráticos. Uma influencer conservadora chamada Allie Beth Stuckey lançou o livro "Toxic Empathy: How Progressives Exploit Christian Compassion." Um teólogo de direita publicou "The Sin of Empathy." O Atlantic examina o paradoxo: o movimento que reivindica o cristianismo como identidade central está sistematicamente desmantelando uma das virtudes mais centrais do Novo Testamento. Sentir o que o outro sente — a empatia — é precisamente o que o mandamento de "amar ao próximo como a si mesmo" pressupõe. Descartá-la não é um desenvolvimento do cristianismo. É uma inversão (Atlantic)🍌 A Tropic Biosciences, startup de biotecnologia agrícola sediada em Norfolk, Inglaterra, pediu hoje aprovação à Food Standards Agency britânica para vender comercialmente no Reino Unido a primeira banana do mundo que não fica marrom. A técnica usada é o CRISPR-Cas9 — uma ferramenta de edição genética que modifica o DNA da própria banana sem inserir material genético externo, o que tecnicamente a exclui da classificação de OGM. A modificação desativa o gene que produz a enzima polyphenol oxidase, responsável pela oxidação que causa o escurecimento. A banana tem o mesmo sabor, textura, aroma e doçura que a Cavendish convencional — mas não escurece. O Defra estima que o escurecimento responde por cerca de 20% das perdas de banana na produção. A empresa recebeu US$105 milhões em financiamento em março e já lança nos EUA e Canadá em 2026 (Telegraph / Tropic Biosciences)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Ser generoso demais afasta, e o futuro dos óculos que viraram "pervert glasses." 25.09.2026 17мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💘 O Telegraph publica hoje uma reportagem sobre um novo estudo do professor de antropologia evolutiva Cyril Grueter, da Universidade de Oxford, sobre generosidade masculina e atratividade como parceiro de longo prazo — e o resultado é contraintuitivo. Pesquisadores apresentaram a 1.000 mulheres de UK, EUA e outros países um perfil fictício: Adrian, bonito, socialmente desejável, ganha £95 mil por ano. A única variável eram os valores que ele doava para instituições de caridade — de nada a £75. Resultado: as mulheres preferiram o Adrian que doava £40 ao que doava £75. Quem doava demais era menos atraente para um relacionamento de longo prazo — mas mais atraente para relações de curto prazo. O professor foi cuidadoso: "Eu seria cauteloso em transformar isso em conselho de namoro. Mas no nosso estudo, altruísmo moderado era particularmente atraente quando as mulheres pensavam em parceiro de longo prazo" (Telegraph / Oxford)👓 O Economist publica hoje um análise sobre o futuro dos smart glasses — um dia depois do Meta Connect 2026, onde Zuckerberg anunciou o Ray-Ban Meta Gen 3, óculos de VR e, pela primeira vez, um modelo de áudio apenas sem câmera. O motivo para esse último produto é explícito: o backlash dos "pervert glasses" se tornou grave o suficiente para ameaçar o mercado inteiro. A EssilorLuxottica vendeu 7 milhões de unidades em 2025, mas as ações caíram mais de 50% do pico. Uma indústria inteira de serviços para desabilitar o LED de gravação surgiu. A DuckDuckGo lançou seus próprios "smart glasses" — óculos normais sem tecnologia alguma, como comentário irônico. Uma pesquisa da Universidade de Sydney documentou casos de mulheres sendo assediadas por homens usando os óculos em locais públicos. O Economist mapeia como as empresas planejam resolver o problema — e se tem solução (Economist / Tom's Guide / France 24)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • O algoritmo que sabe que você está grávida, e a CVC faturando com IA mesmo assim. 24.09.2026 18мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🍼 O Washington Post publica uma reportagem sobre algo que qualquer pessoa que já teve filho reconhece imediatamente: no momento em que você descobre que está grávida, o algoritmo também descobre — e o que começa é um assédio digital calculado para explorar o momento de máxima vulnerabilidade emocional da vida de um adulto. O Target já conseguia em 2012 prever a data de parto de clientes baseado em mudanças nos padrões de compra — loções sem fragrância e suplementos vitamínicos no segundo trimestre. Hoje, basta demorar alguns segundos a mais num vídeo de gender reveal para o algoritmo começar a turbinar momfluencers na sua timeline. Sites de gravidez como BabyCenter pegam a data da última menstruação que você digitou numa calculadora de data prevista — e vendem para anunciantes. 58% das mães pesquisadas disseram que a sobrecarga de informações criava pressão nas decisões de compra. A principal fonte de informação das mães? Redes sociais (Washington Post / The 19th)✈️ O Estadão publica hoje uma reportagem que ilustra perfeitamente o paradoxo da digitalização do varejo brasileiro: em cinco meses, a CVC faturou R$80 milhões com a implementação de um chat de inteligência artificial que permite aos clientes orçarem pacotes de viagem. Mas 80% dos clientes que pesquisam pelo chat ainda vão até uma loja física para fechar a compra — e muitas vezes até a mesma loja que já visitaram. A CVC está tratando o dado não como derrota do digital, mas como confirmação da estratégia omnicanal: o chat de IA funciona como qualificador de intenção de compra, não como canal de fechamento. Para viagens, ao contrário de outros produtos, o cliente ainda quer olhar nos olhos de alguém antes de colocar o cartão (Estadão)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • A falta de vergonha na cara, e a geração rica que acha que é pobre. 23.09.2026 19мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:😳 O New Yorker publica a segunda coluna da série de Jay Caspian Kang sobre vergonha — desta vez com uma tese mais ampla: a ausência de vergonha não é apenas um problema de comportamento individual, é uma ameaça estrutural à democracia. A democracia sempre dependeu de duas camadas de accountability: formal, via eleições e tribunais, e informal, via normas sociais e vergonha pública. A primeira cria consequências legais. A segunda criava, historicamente, consequências sociais para quem violasse expectativas coletivas antes de qualquer processo formal. Quando figuras públicas aprendem que escândalos viram oportunidades de engajamento, que controvérsia converte em seguidores e que a vergonha não chega mais de formas que importam, a camada informal de accountability entra em colapso. O que fica é a camada formal — que é lenta, cara e sujeita a captura política (New Yorker)💰 A Fortune publica hoje uma análise de um relatório do Boston Consulting Group que traz o dado mais contraintuitivo sobre a Geração Z: ela é objetivamente mais rica do que qualquer geração anterior na mesma idade — e mais pessimista sobre o futuro do que qualquer geração já foi. Os Gen Zers com 28 anos ganham uma mediana de US$42 mil em dólares constantes — 25% mais do que os millennials ganhavam na mesma idade e 50% mais do que os boomers. Millennials com 34 anos têm patrimônio médio de US$331 mil, contra US$251 mil de Gen X e US$229 mil de boomers na mesma fase da vida. Mas pela primeira vez desde que pesquisas medem isso — mais de 40 anos — os jovens são mais pessimistas sobre a economia do que os idosos. O BCG chamou o fenômeno de "a maldição das Grandes Expectativas" — referência ao romance de Dickens onde uma fortuna recebida de repente corrompe quem a recebe (Fortune / BCG)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • Big tech na sala de aula, e por que multitasking é tóxico pro cérebro. 22.09.2026 19мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💻 O New Yorker publica na série "Progress Report" uma investigação sobre o que as escolas americanas perderam quando entregaram as salas de aula para as big techs. O argumento central é sobre o que acontece quando Google Classroom, tablets e "políticas 1:1" substituem livros, papel e interação direta: não apenas o aprendizado piorou — a relação dos alunos com o conhecimento mudou. Escolas ao redor dos Estados Unidos estão silenciosamente admitindo que telas em sala de aula pioraram os alunos e estão revertendo anos de políticas tech-first. O artigo usa o caso da Suécia, que fez exatamente isso em escala nacional, para perguntar o que o Brasil e os EUA estão esperando (New Yorker)🧠 O Washington Post publica hoje uma reportagem sobre como o multitasking — fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, especialmente em telas — pode se tornar aditivo e prejudicar o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. Um novo estudo alemão confirmou que o cérebro não consegue realmente fazer duas tarefas ao mesmo tempo, mesmo com muita prática — em vez disso, alterna rapidamente entre elas, o que ainda compromete o desempenho e aumenta os erros. O multitasking caracterizado por "context switching" constante é prejudicial sem pausas: "Quando você alterna entre tarefas, o cérebro não reseta instantaneamente. Ele consome sua energia mental. Trabalha mais e produz menos." E um ensaio clínico randomizado mostrou que multitasking e interrupções de trabalho causaram picos significativos de alpha-amylase salivar — enzima que sobe quando o sistema nervoso simpático acelera — o mesmo sistema responsável pelo fight-or-flight. (Washington Post)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
  • TDAH superdiagnosticado no Reino Unido, e o que é liberdade na vida adulta. 21.09.2026 22мин
    Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🧠 O Telegraph publica hoje uma reportagem com dados que dividem profissionais de saúde: 7 em cada 10 médicos de família britânicos acreditam que o TDAH em adultos está sendo superdiagnosticado — e o apontam para as clínicas privadas como o principal problema. Um GP de Dorset disse ao Telegraph que "ocasionalmente os serviços NHS não dão diagnóstico positivo, mas não me lembro de uma clínica privada que não tenha dado." Mais de 8 em cada 10 pacientes referidos para avaliação especializada recebem o diagnóstico. Os gastos do NHS com TDAH e autismo subiram até dez vezes em algumas regiões em um único ano. Mas a ciência britânica discorda dos GPs: o British Journal of Psychiatry publicou em março que não há evidência de superdiagnóstico no Reino Unido — há subdiagnóstico. A tensão é real e não tem resposta fácil (Telegraph / BJPsych)🗽 O Financial Times publica um ensaio sobre o que liberdade realmente significa na vida adulta — e por que é tão diferente do que imaginávamos quando éramos jovens. A liberdade que a maioria das pessoas deseja na infância e na adolescência é a liberdade de não ter restrições — fazer o que quiser, quando quiser. A liberdade que aparece na vida adulta é outra coisa: é a liberdade de escolher suas próprias restrições. Qual carreira? Qual parceiro? Qual cidade? Onde morar? Cada escolha que define uma vida também elimina caminhos. A liberdade adulta não é ausência de limite — é a capacidade de decidir quais limites valem a pena. Para muitos adultos, a sensação de não liberdade vem não de ter feito escolhas, mas de não ter feito (FT)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠

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