Macro Review
C6 Invest
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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o Brasil e a economia global. Ouça aqui reflexões sobre juros, inflação, PIB, dólar e tudo aquilo que impacta seus investimentos. O podcast tem participação mensal de Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, que analisa o movimento nos mercados globais.
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#219 | Petróleo em queda: alívio para a inflação? 06.07.2026 13minO petróleo voltou a ser negociado nos níveis anteriores à guerra no Oriente Médio. Depois de chegar perto de US$ 120 durante o conflito, o barril do tipo Brent (referência internacional) caiu para quase US$ 70 nos últimos dias. O principal motivo foi o acordo de paz temporário firmado entre os Estados Unidos e o Irã, que permitiu a retomada do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz – rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Mas isso significa que a alta dos combustíveis ficou para trás? O que muda para a inflação e os juros globais daqui em diante? No minuto 05:43, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, traz um panorama de como os bancos centrais ao redor do mundo podem agir neste contexto. Entenda também: Desemprego nos EUA segue em níveis baixos; No Brasil, mercado de trabalho continua aquecido.
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#218 | Um dólar mais forte no horizonte 29.06.2026 16minDepois de tocar a menor cotação em mais de dois anos, o dólar voltou a ganhar força nas últimas semanas e encerrou a sexta-feira aos R$ 5,17. Entre os fatores que mudaram os ventos do câmbio estão a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e as preocupações com a situação das contas públicas no Brasil. Será que a fase de dólar abaixo de R$ 5 ficou para trás? Entenda também: Novas perspectivas para a Selic; Inflação americana cada vez mais longe da meta. No minuto 09:00, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, traz um panorama do que tem movimentado os mercados globais, de guerra no Oriente Médio à inteligência artificial.
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#217 | A Selic vai continuar a cair ou o ciclo de cortes acabou? 22.06.2026 15minO Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%. Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil. Entenda, ainda: Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz.
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#216 | Nos EUA, a ameaça da inflação e dos juros mais altos 15.06.2026 16minA maré dos juros americanos mudou totalmente desde o começo do ano. No começo de 2026, analistas de mercado esperavam por um ciclo de cortes nas taxas dos EUA. Depois, a expectativa mudou para estabilidade, e, mais recentemente, os cálculos passaram a incorporar uma alta nos juros. Os analistas estão de olho em dois aspectos que sugerem que o aperto pode ser inevitável: primeiro, o emprego voltou a aquecer e, segundo, a inflação bateu o maior nível em três anos. Quando e como o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pode agir para conter a inflação? No minuto 07:06, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, analisa o que se pode esperar da primeira reunião do Fed sob o comando de Kevin Warsh. Entenda, ainda: Na Europa, juros já começaram a subir; EUA e Irã avançam em acordo de paz; Inflação brasileira estoura o teto de tolerância da meta.
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#215 | Europa vive mais uma vez o pesadelo da crise de energia 08.06.2026 14minA Europa mal teve tempo de esquecer a última crise de energia que abalou sua economia. Quatro anos depois de ter seu fornecimento de petróleo e gás natural afetado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os europeus sentem agora as restrições de oferta provocadas pelo conflito no Oriente Médio. A nova crise de energia deve frear mais uma vez o crescimento econômico europeu? O que esperar da inflação e dos juros por lá? No minuto 06:05, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica como a guerra é um risco não só para a economia europeia, mas para o mundo todo. Entenda também: Emprego volta a aquecer nos EUA; Brasil pode enfrentar novas tarifas comerciais americanas.
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#214 | O “filme e a foto” do PIB brasileiro 01.06.2026 19minO PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre do ano. É um resultado ainda forte, mas que não reverte a trajetória de desaceleração gradual da economia brasileira causada pelos juros elevados.Com a Selic ainda perto do maior patamar da história, o crédito está sob aperto. No sentido contrário, algumas medidas de estímulo do governo buscam garantir uma demanda mais forte das famílias e empresas.Qual força vai prevalecer sobre o PIB – o aperto dos juros mais altos ou o impulso do governo ao consumo e investimentos?Entenda também: Mercado de trabalho aquecido é mais um desafio para inflação;Câmara aprova projeto que reduz jornada de trabalho;Nos EUA, preços continuam a subir na esteira da guerra no Irã.No minuto 10:18, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, atualiza o que tem movimentado os mercados globais.
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#213 | Queda nos estoques de petróleo preocupa o mundo 25.05.2026 13minOs estoques globais de petróleo estão emitindo um sinal de alerta. Com a guerra no Irã prestes a completar três meses, especialistas se preocupam com a possibilidade de preços ainda mais elevados e, no pior dos casos, de desabastecimento. Apesar da expectativa por um acordo e das notícias recentes de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz – região entre o Irã e Omã por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás –, a rota continua praticamente fechada, pressionando a oferta de energia mundo afora. Quais podem ser os próximos efeitos da guerra no Oriente Médio? Para além da alta dos preços, existe risco de faltar petróleo? No minuto 06:28, a economista Claudia Rodrigues explica o que alguns países têm feito para tentar remediar a crise, seja liberando suas reservas estratégicas de petróleo ou reduzindo o consumo de energia. Entenda também: No Reino Unido, inflação e desemprego são riscos para o governo; Preços ao produtor no Brasil mostram reflexos da guerra no Oriente Médio.
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#212 | Carros elétricos, chips, baterias: uma nova era de exportações da China 18.05.2026 16minAs exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário. O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta. O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo? No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta. Entenda também: Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed; No Brasil, inflação também sobe; Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026.
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#211 | Uma nova realidade no mercado de trabalho dos EUA 11.05.2026 14minOs Estados Unidos criaram em média 48 mil vagas de emprego por mês no último trimestre. É menos do que a média dos últimos anos. O que parece ser um sinal de desaceleração do mercado de trabalho pode ser, na verdade, uma mudança na dinâmica do emprego americano. O menor fluxo de imigrantes no país e o envelhecimento da população nativa causaram uma redução na força de trabalho. Os efeitos já são vistos na menor geração de empregos e na dificuldade das empresas americanas de encontrar trabalhadores. Como a transformação do mercado de trabalho americano pode afetar as decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA)? No minuto 07:19, a economista Claudia Moreno também explica o que podemos esperar para o comportamento do dólar no Brasil. Entenda, ainda: Petróleo cai, mas guerra no Irã segue sem solução; Caminho mais incerto para a Selic.
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#210 | Selic diminui, mas dúvidas aumentam 04.05.2026 20minO Banco Central decidiu continuar o ciclo de cortes de juros no Brasil e reduziu a taxa Selic para 14,5% na semana passada. O corte, de apenas 0,25 ponto percentual, era amplamente esperado pelo mercado – em um cenário em que a guerra no Oriente Médio eleva os riscos para a inflação e exige mais cautela da política monetária. Não por acaso, em outras economias, os bancos centrais decidiram esperar: Estados Unidos, zona do euro e Reino Unido mantiveram os juros inalterados diante das incertezas. Quais razões estão por trás da decisão do Brasil de seguir cortando juros nesse ambiente? E até onde a Selic pode cair? Entenda também: Acordo entre União Europeia e Mercosul entra em vigor; Nos EUA, Fed pode não ter espaço para cortar juros; Europa avalia alta de juros por causa da guerra. No minuto 13:11, contamos ainda com a participação da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, para analisar o que tem mexido com os mercados globais.
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#209 | O que esperar do futuro chefe do banco central dos EUA 27.04.2026 16minConsiderado o maestro da economia global pela sua capacidade de influenciar os rumos do maior mercado financeiro do mundo, o banco central americano poderá ter um novo presidente em breve. O indicado ao cargo, Kevin Warsh, esteve no Senado americano na última semana para responder a perguntas sobre seu possível mandato. Ouvir o que diz o novo “chefe da orquestra” ajuda a entender para onde a política monetária da maior economia do mundo pode caminhar, em especial quando há apelos da Casa Branca por juros mais baixos nos EUA. Afinal, o que esperar do novo presidente do Fed? No minuto 06:31, Felipe Mecchi, analista na equipe econômica do C6 Bank, também avalia a importância de se ter um banco central independente. Entenda, ainda, no episódio: Inflação acelera mais uma vez no Reino Unido; Com guerra, empresas enfrentam custos elevados.
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#208 | Dólar abaixo de R$ 5 – o alívio vai durar? 20.04.2026 14minO dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5 na semana passada. À primeira vista, parece contraditório. Em geral, guerras como a que está acontecendo no Oriente Médio aumentam a aversão ao risco – ou seja, deixam os investidores mais cautelosos – e tendem a fortalecer o dólar, visto como um ativo mais seguro. Ainda assim, foi nesse ambiente conturbado que a moeda americana atingiu o menor nível frente ao real em mais de dois anos. O que explica a queda recente do dólar no Brasil? E até onde ela pode ir? No minuto 06:09, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, analisa o que tem tornado o Brasil mais atrativo para investimentos estrangeiros. Entenda, ainda, no episódio: Dados de atividade mostram que a economia brasileira segue em expansão; Na China, PIB cresce 5% no primeiro trimestre, impulsionado por exportações.
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#207 | Os primeiros efeitos da guerra na inflação brasileira 13.04.2026 12minOs efeitos da guerra no Oriente Médio já começam a aparecer na inflação do Brasil. O governo brasileiro tem anunciado uma série de medidas para tentar evitar que a alta nos preços do petróleo e de outros insumos chegue ao consumidor, mas, em março, esse impacto foi sentido – principalmente nos combustíveis. No fim das contas, em que medida o conflito deve pesar sobre a inflação brasileira? No minuto 07:00, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também analisa como a guerra pode limitar o ciclo de cortes da taxa Selic. Entenda, ainda, no episódio: Nos EUA, inflação elevada reforça as chances de juros parados em 2026.
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#206 | A guerra vai desacelerar a economia global? 06.04.2026 15minDepois de semanas de conflito, não é novidade que a guerra no Oriente Médio terá impactos relevantes sobre a inflação e os juros globais. Na semana passada, o petróleo tipo Brent (referência internacional) voltou a encostar nos US$ 120 por barril e fechou março com a maior alta mensal em três décadas – um reflexo da restrição de oferta causada pela guerra. Mas, se por um lado o efeito sobre preços e juros já parece inevitável, o impacto sobre o crescimento econômico dos países é mais incerto. Será que a guerra vai esfriar o PIB global? No minuto 06:22, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também analisa como os mercados globais têm reagido às notícias do conflito no Irã. Entenda, ainda, no episódio: Inflação volta a preocupar na Europa; Nos EUA, dados de emprego vêm acima do esperado.
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#205 | Dólar ganha força com guerra no Irã 30.03.2026 15minDepois de uma queda expressiva no último ano, o dólar voltou a ganhar fôlego em março, tanto no Brasil quanto no resto do mundo. O DXY – índice que compara a moeda americana a uma cesta de divisas de países desenvolvidos – subiu mais de 2% nos últimos 30 dias, após recuar quase 10% ao longo de 2025. Esse movimento de alta coincide com o início da guerra no Irã, que trouxe novos riscos para a inflação nos Estados Unidos e deve influenciar o rumo dos juros por lá. O que esperar do dólar daqui para frente? No minuto 06:02, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica porque a alta do dólar vem sendo sentida de forma diferente em cada país. No Brasil, por exemplo, a depreciação do real tem sido limitada. Entenda também: A economia global sente os efeitos da guerra; Prévia da inflação no Brasil vem pior que o esperado; Acordo UE-Mercosul perto de sair do papel.
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#204 | Com guerra, corte de juros fica mais difícil no Brasil e no mundo 23.03.2026 15minBancos centrais do mundo todo – inclusive do Brasil – tomaram decisões em relação aos juros na semana passada, à luz dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Em seus comunicados, todos enfatizaram a grande incerteza causada pelo conflito. O risco mais evidente é para a inflação. Os preços de diversos produtos, como fertilizantes, petróleo e derivados, seguem nas alturas. Quanto mais a guerra durar, maiores as chances de a inflação ganhar raízes. Nesse cenário, um alívio nas taxas de juros fica mais difícil. A alta dos preços pode frear a queda dos juros no Brasil e em outros países? Os juros brasileiros podem continuar perto da máxima histórica? No minuto 06:36, Heliezer Jacob, especialista em macroeconomia do C6 Bank, explica em detalhes como um conflito no Irã, a milhares de quilômetros de distância, pode afetar os preços no Brasil. Entenda também: Banco central americano em pausa até que pressão diminua; Na Europa, preço do gás natural é chave para o rumo dos juros.
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#203 | Como a guerra no Irã afeta combustíveis e alimentos no Brasil 16.03.2026 13minA escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã colocou o petróleo sob forte turbulência. Na segunda-feira passada, o preço do barril disparou a quase US$ 120 com o temor de que a guerra se prolongasse. Horas depois, a sinalização de que o conflito poderia arrefecer fez os preços despencarem para cerca de US$ 80 – foi a maior oscilação num mesmo dia desde 1988. A restrição de oferta causada pela guerra pode pressionar os custos de combustíveis e fertilizantes (que, por sua vez, impactam os preços de alimentos). Quais devem ser as consequências da guerra para o Brasil? No minuto 06:13, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também comenta se o conflito tem chances de mudar o rumo dos juros no país. Entenda também: Nos EUA, inflação elevada e mais riscos à frente.
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#202 | Guerra no Irã: petróleo, inflação e juros no radar 09.03.2026 17minNos últimos dias, a guerra no Oriente Médio ganhou escala. O conflito, que começou em um ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã, já se espalhou para outros países. Na região ficam alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo. Por causa da guerra, parte dos campos de exploração está parada – seja porque há risco de ataques ou pela dificuldade de escoar a produção. O preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril na manhã desta segunda-feira (9) e bateu o maior valor em quase quatro anos. Se durar, a guerra pode ter impactos significativos sobre a economia global. No minuto 06:47, Claudia Rodrigues, economista do C6 Bank, explica como o conflito pode afetar a inflação, os juros e até o crescimento dos países, inclusive do Brasil. Veja também: Mercado de trabalho é dúvida para juros nos EUA; China mira um crescimento menor em 2026; PIB esfria no Brasil, mas emprego permanece forte.
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#201 | A inflação vai chegar à meta de 3%? 02.03.2026 16minA inflação brasileira de fevereiro mostrou sinais mistos: a prévia do índice mensal veio bem acima do previsto, mas o acumulado em 12 meses recuou para 4,1%. Logo, apesar do susto no mês passado, o saldo é ainda favorável: os preços seguem em tendência de queda. Depois de atingir o pico de 5,5% em abril do ano passado, a inflação perdeu força ao longo dos últimos meses e fechou 2025 em 4,3%, dentro do intervalo de tolerância da meta, mas ainda longe do alvo de 3%. Estamos mais próximos de “domar” a inflação? Será que a melhora gradual indica que o Brasil vai ser capaz de, enfim, cumprir a meta de 3%? No minuto 07:53, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também explica como o cenário fiscal brasileiro afeta as nossas projeções sobre os preços. Veja, ainda, no episódio: Conflito no Oriente Médio e seus impactos econômicos; A retomada das tarifas comerciais nos EUA.
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#200 | Nos EUA, a régua para cortar os juros está mais alta 23.02.2026 14minParte dos membros do comitê de política monetária do banco central dos EUA não está mais tão certa de que haverá espaço para cortar os juros da maior economia do mundo. O ponto que torna o horizonte nebuloso é a inflação: será que os preços vão alcançar mesmo a meta? A dúvida se justifica. Com a economia em crescimento e o mercado de trabalho resistente, fica mais difícil confiar em um esfriamento da inflação. Quais as chances de a taxa de juros dos EUA voltar a subir, em vez de cair? No minuto 06:10, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, explica como a mudança na presidência do Fed a partir de maio também pode influenciar as decisões de política monetária nos EUA. Veja, ainda, no episódio: Os últimos dados do PIB e da inflação nos EUA; A derrubada das tarifas comerciais.
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