Escafandro

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Rádio Escafandro
Країна Бразилія
Мова PT-BR
Епізодів 191
Останній 08.07.2026

Em cada episódio, uma investigação jornalística. Com uma hora de duração, os episódios são um mosaico de entrevistas inéditas, gravações em campo e áudios de arquivo, costurados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini. Os temas são os mais variados e a abordagem é sempre profunda, irreverente e inusitada.

Епізоди

  • 164: A redoma de Cristo 08.07.2026 1год 7хв
    Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo.Mergulhe mais fundoDiscípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast)Episódios relacionados143: Sob a sombra de Israel154: Hoje é dia de gospel, bebêEntrevistada do episódioCarô EvangelistaCientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 163: Seleção Estrangeira 24.06.2026 1год 1хв
    Por que a gente se sente cada vez mais distante da seleção brasileira? Que peso as derrotas históricas têm nesse fenômeno? Por que nossos jogadores vão atuar fora do país cada vez mais cedo? Por que o Brasil não consegue organizar uma liga a exemplo do que fez a Europa? Que peso tudo isso tem na autoimagem dos brasileiros e no desmantelamento político deste começo de século?Mergulhe mais fundoSaudades do que nunca fomos: os brasileiros e o futebol (link para compra)Episódios relacionados113: Corro, logo existo119: A Olimpíada sintéticaEntrevistados do episódioJuca Kfouri Escritor e jornalista. Em 50 anos de carreira, cobriu 14 edições da Copa do Mundo e foi diretor de redação de revistas como Placar e Playboy.Fabio Luis Barbosa dos SantosHistoriador, escritor e professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele é autor de “Saudades do que nunca fomos: brasileiros e o futebol", Editora Elefante (2026).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. 
  • Escafa Entrevista: Andrew Fishman 17.06.2026 52хв
    O presidente e cofundador do Intercept Brasil relembra a história deste que se tornou um dos principais veículos da imprensa independente. Desde os documentos da NSA vazados por Edward Snownden até o furo de reportagem que dinamitou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
  • 162: Os bastidores da Vaza Flávio 10.06.2026 1год 3хв
    Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?Episódio relacionados86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa134: Los golpistas fujones141: Tchau, Rio147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioPaulo MotorynJornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.Leandro BeckerJornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.Cecília OliveiraCecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.Laís MartinsJornalista e repórter do Intercept Brasil,  formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam.  Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.Thalys AlcântaraRepórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 161: Comedores de amianto 27.05.2026 1год 12хв
    Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que a Sama (uma empresa do grupo Eternit) continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional?Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two.Entrevistados do episódioFernanda GiannasiEngenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil.Ubiratan de Paula SantosMédico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.Erica Barbosa Coutinho Freire SouzaAdvogada, sócia do escritório Mauro Menezes &Advogados.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 160: Inconstitucionalissimamente 13.05.2026 1год 8хв
    Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso?Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa110: Você é livre para ser livre?Entrevistada do episódioMaíra Cardoso ZapaterÉ coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),  doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 159: A fantástica fábrica de algoritmos da Meta 29.04.2026 1год 7хв
    Como a guinada dos tech-bros à direita tem impactado o ambiente corporativo das empresas de tecnologia? Como isso afeta as pessoas que trabalham ali? Quais os efeitos dessas mudanças na forma dessas corporações se colocarem no mundo?Mergulhe mais fundoCareless PeopleEpisódios relacionados90: Era uma vez um Google bonzinho132 : BilionazisEntrevistados do episódioEsther Sá Publicitária e bióloga.Daniela da SilvaJornalista e estrategista de comunicação, tecnologia e política. Ex-diretora de políticas públicas do WhastAspp e cofundadora e diretora executiva da Ctrl+z.Tatiana DiasJornalista investigativa focada em tecnologia, política e direitos humanos, foi editora executiva do Intercept Brasil. É cofundadora e diretora de programas da Ctrl+z.Ficha técnicaFicha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. 
  • 158: Sobre bombas e advogados 15.04.2026 1год 8хв
    No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?Mergulhe mais fundoAs regras da Guerra (link para compra)Lembrança de SolferinoEpisódios relacionados52: A guerra de Mohsen70: Os generais e o cerco a Brasília157: Vinte dentes naturaisEntrevistado do episódioJoão Paulo CharleauxJornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
  • 157: Vinte dentes naturais 01.04.2026 1год 12хв
    Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
  • 156: Sociedade tarja preta - O mundo lá fora 18.03.2026 1год 6хв
    Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos  e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam ⁠(link para compra)⁠A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (⁠link para compra⁠)⁠A epidemia de doença mental - Revista Piauí⁠Episódios relacionados⁠#59: Sonhos de zolpidem⁠⁠#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia ⁠⁠#63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação⁠⁠#137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada⁠Entrevistados do episódio⁠Juliana Belo Diniz⁠Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora  da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.⁠Dayana Rosa ⁠Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 155: Sociedade tarja preta - A resposta química 11.03.2026 54хв
    Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
  • 154: Hoje é dia de gospel, bebê 24.02.2026 1год 10хв
    De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundoDiscípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-ChuvaDiscoteca BásicaEpisódios relacionados#124: Os falsos gringosEntrevistados do episódioAntonio AbbudPublicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.Paulinho MakukoMúsico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Ricardo AlexandreJornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
  • 153: Paraná pela segregação 11.02.2026 1год 4хв
    Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
  • 107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar (REPRISE) 28.01.2026 58хв
    Publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2024.Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada.Episódios relacionados⁠89: Viagem ao centro do mundo⁠⁠29: E se a gente fosse índio?⁠Mergulhe mais fundo⁠Expedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da Amazônia⁠Ficha técnicaApoio de produção e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
  • 110: Você é livre para ser livre? (REPRISE) 14.01.2026 57хв
    Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024.E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante?Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso?As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio.Mergulhe mais fundoDetermined: A science of life without free will⁠ (link para compra)⁠Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências ⁠(link para compra)⁠Entrevistados do episódio⁠Angelo Roberto Ilha da Silva⁠Desembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D’Plácido).. Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020).⁠Osvaldo Frota Pessoa Júnior⁠Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente.Ficha técnicaLocução adicional: Priscila PastreApoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
  • 152: Na encruzilhada das terras raras 10.12.2025 1год 18хв
    Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de "unicórnio da mineração". Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos - vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis - e armas de guerra.O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nos fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.Mergulhe mais fundoDa objetividade do risco à subjetividade da sua percepção: dimensões do risco socioambiental no Jardim Kennedy em Poços de Caldas, MGEpisódios relacionados#13: Brumadinho em dois atos#108: Salve o planeta, pergunte-me como#147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioDaniel TygelMestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).Nathália FranciscoArquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).Mariano Laio de OliveiraChefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).Wagner FaninEletricista e técnico ambiental.Ademilson Kariri e Cariusa KiririLideranças do povo Kiriri em Caldas.Rogério CorreiaProfessor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini 
  • 82: O homem que quase destruiu o mundo (duas vezes) - REPRISE 26.11.2025 1год 4хв
    Episódio publicado originalmente em 14 de dezembro de 2022.No começo do século passado, um homem chamado Thomas Midgley revolucionou a indústria automotiva. Na época, ele trabalhava para uma empresa de engenharia que prestava serviço para a General Motors. Midgley descobriu que, ao adicionar uma pequena quantidade de chumbo na gasolina, os motores ganhavam muito em potência e em eficiência, e quebravam menos.A descoberta permitiu carros maiores e mais confortáveis. Ajudou a criar os Estados Unidos das autoestradas e a moldar o fascínio do mundo inteiro pelos automóveis. Mas, ao mesmo tempo, envenenou o planeta com um metal pesado e nocivo à saúde humana.Anos mais tarde, ainda trabalhando para a GM, Midgley fez outra descoberta que revolucionaria a indústria. Ele foi o primeiro a usar o gás clorofluorcarbono na refrigeração. Os carros ganharam aparelhos de ar-condicionado, as casas ganharam geladeiras mais seguras e a humanidade ganhou latinhas de aerosol.Como consequência, o céu sobre a Antártica ganhou um buraco na camada de ozônio que tornou o câncer de pele e outras doenças mais comuns.A partir das invenções de Thomas Midgley, este episódio reflete sobre o impacto muitas vezes nocivo que nossas invenções causam no planeta. E sobre a postura da humanidade diante de questões atuais, como as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global.Mergulhe mais fundo⁠Breve história de quase tudo⁠⁠Prometheans in the Lab: Chemistry and the Making of the Modern World (em inglês)⁠⁠Cautionary Tales – The inventor who almost ended the world (podcast em inglês)⁠⁠Radiolab - Heavy Metal (podcast em inglês)⁠⁠Ozone Crisis: The 15-Year Evolution of a Sudden Global Emergency (em inglês)⁠⁠Joe Farman (1930–2013)⁠⁠Susan Solomon and Stephen Andersen on Saving the Ozone Layer (podcast em inglês)⁠Episódios relacionados⁠08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse⁠⁠29: E se a gente fosse índio?⁠Entrevistados do episódio⁠Alberto Setzer⁠Graduado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia Mauá, com mestrado em engenharia ambiental - Technion Institute of Technology, doutorado em engenharia ambiental - Purdue University (1982) e pós-doutorado no Joint Research Center/EEC. Pesquisador do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.⁠Giovana Girardi⁠Jornalista de ambiente e ciência. Repórter e apresentadora do podcast ⁠Tempo Quente.⁠Ficha técnicaTrilha sonora tema: ⁠Paulo Gama,⁠Mixagem: ⁠João Victor Coura⁠Design das capas: ⁠Cláudia Furnari⁠Concepção, produção, roteiro, edição e apresentação: ⁠Tomás Chiaverini⁠Trilha incidental: Blue Dot
  • 151: Playboys do tráfico 12.11.2025 1год
    Longe das favelas, fora do alcance da polícia que mata pelas costas, existe uma classe especial de traficantes. Os transportadores de drogas. Geralmente são jovens, ricos que entram no crime pela aventura, fazem milhões e raramente são pegos.Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizado em 2023, apontou o perfil dos réus processados por tráfico de drogas no Brasil. A maioria dos acusados tem no máximo 30 anos , cursou somente até o ensino fundamental e é composta por pessoas não brancas. Um terço das abordagens que levou essas pessoas a serem acusadas foi motivado por um "comportamento suspeito" notado durante o patrulhamento da polícia.Esse "perfil" do traficante brasileiro foi perpetuado por novelas, imprensa, e, em especial, operações policiais - que valem-se desse imaginário do traficante para a promoção de massacres e assassinatos sem direito a julgamento nas periferias.Mas, muito longe das favelas e do ambiente da "guerra às drogas", estão criminosos que movimentam quilos de cocaína e enormes quantias em dinheiro. No livro Nobres traficantes (Zahar), o jornalista Bruno Abbud conta como jovens ricos entram para o tráfico em busca de adrenalina, e como eles recebem um tratamento muito diferente da polícia e do judiciário - mesmo quando são pegos.Mergulho mais fundoNobres traficantes: Histórias da elite no crime (link para compra)Entrevistado do episódioBruno AbbudJornalista e escritor, autor de Nobres traficantes: Histórias da elite no crime (Zahar).Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Leitura adicional: Priscila PastreMixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
  • 150: Episódio de pica 28.10.2025 1год 4хв
    Neste episódio falamos sobre a obsessão masculina com o tamanho do pênis e sobre como a objetificação do falo em tempos de redes sociais impacta este fenômeno.A parte mais sensível de um homem é seu pênis. Por meio dele é possível performar masculinidade - como Jair Bolsonaro fez ao se autodenominar "imbroxável" -, ou atacar a moral de um inimigo.  O ex-presidente Barack Obama, vencedor do Nobel da Paz, se prestou a caçoar do tamanho do pênis de Donald Trump em um comício da campanha democrata em 2024.Estudos mostram que essa é uma questão global: 55% dos homens estão insatisfeitos com o tamanho dos próprios pênis. O dado é compreensível, mas se torna irônico quando o mesmo estudo aponta que 85% das mulheres estão satisfeitas com o tamanho do que os parceiros têm a oferecer.Diante disso, partimos em busca de respostas para algumas das maiores questões envolvendo o órgão sexual masculino? Como ele funciona afinal? Tamanho é documento? Como são as cirurgias que prometem ganhos estéticos e funcionais? E qual é o impacto de se associar pênis pequenos à falhas de caráter?Mergulho mais fundoO homem não existe: masculinidade, desejo e ficção (link para compra)Entrevistado do episódioLigia DinizDoutora em literatura pela Universidade de Brasília (UnB), professora de teoria da literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), crítica literária e escritora. Autora do livro "O homem não existe", editora Zahar.Rafael SiqueiraMédico urologista, autor do livro "Tamanho é documento".Bayard Fischer SantosEx-médico urologista responsável pelo recorde mundial de aumento peniano no Guinness Book, o livro dos recordes. Hoje, atua como advogado.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Leituras adicionais: Lígia DinizMixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
  • 149: O antropólogo de mocassins 15.10.2025 1год 6хв
    Neste episódio, a gente conta como o antropólogo Michel Alcoforado passou 15 anos infiltrado no mundo das elites econômicas brasileiras e saiu de lá com o livro que se tornaria um dos maiores sucessos editoriais de 2025.No recém-lançado Coisa de Rico (Todavia), Michel Alcoforado mostra como os super ricos brasileiros usam iates, quadros, vinhos, mansões e mocassins para se diferenciar. Mostra como essas “coisas de rico” servem ao mesmo tempo para criar identidade e para manter os pobres mortais (ou mortais pobres) do lado de fora.Mostra como os novos ricos penam para entrar nesse mundo de champagne e caviar. E como os ricos tradicionais penam para mostrar que estão ali desde sempre, que o lugar deles é natural e não resultado de um sistema social cruel e desigual.Mas, para mostrar tudo isso, o Michel teve de se infiltrar nesse mundo, teve de mudar a própria imagem e até a própria personalidade. Teve de se tornar Michel Alcoforado, o antropólogo do luxo. Esse episódio fala sobre a jornada do Michel que deu origem ao Coisa de Rico.Mergulho mais fundoCoisa de rico - a vida dos endinheirados brasileiros (link para compra)Entrevistado do episódioMichel AlcoforadoDouto em antropologia social, palestrante, comentarista da Rádio CBN e apresentador do podcast É Tudo Culpa da Cultura.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

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