Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão
Country Brazil
Genres News
Language PT-BR
Episodes 3329
Latest 05.11.2026

O podcast do Estadão traz o colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

Episodes

  • Lula continua sem pressa para a economia: ajuste fiscal foi derrotado nas urnas | Estadão Analisa 05.11.2026 50m
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a situação econômica do futuro governo Lula. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai fazer um pronunciamento para a nação, em cadeia nacional de rádio e televisão, neste domingo, 8, para tentar acalmar os ânimos do mercado financeiro e promover uma ideia de pacificação do País neste quarto mandato. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o presidente vai falar que seguirá perseguindo as metas fiscais, ao mesmo tempo que não irá deixar de cumprir promessas de campanha. O mercado financeiro enfrentou uma sangria histórica no primeiro pregão da Bolsa de Valores após a vitória de Lula sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. No pronunciamento, Lula dirá que terá responsabilidade fiscal ao longo de todo o quarto mandato, mas não irá anunciar medidas concretas para controlar gastos, tampouco antecipar o nome do ministro da Fazenda que irá conduzir a pasta no seu próximo mandato. O Banco Central decidiu por unanimidade manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, dez dias após o segundo turno das eleições que garantiram ao presidente Lula mais um mandato. A decisão é amparada pelos dados, já que houve uma forte piora das expectativas de inflação. Mais do que os números do mercado, o que pesou foi a projeção do próprio BC, que se afastou ainda mais do centro da meta. A atual diretoria demonstrou, mais uma vez, que não está preocupada com pressões políticas, mesmo após dias de debate em torno de uma tese do economista André Lara Resende que defendia cortes e tabelamento da taxa Selic. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa 04.11.2026 1h 2m
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a relação entre o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mercado financeiro. A reação do mercado ao resultado do pleito tem gerado diversas críticas, sobretudo entre os defensores do governo. Os efeitos sobre os preços das ações, a taxa de câmbio e a curva de juros foram, de fato, muito relevantes: no primeiro pregão após o segundo turno, a B3 acionou o circuit breaker pela primeira vez desde a pandemia, pois o Ibovespa caiu 13,88% e fechou aos 176.608 pontos, a maior queda percentual desde 2020. O dólar subiu 8,36%, para R$ 5,41, a maior alta diária em mais de duas décadas, e os contratos de juros futuros com vencimento em 2031 avançaram cerca de 250 pontos-base. Os analistas estão praticamente divididos na aposta entre um corte adicional de 0,25 ponto porcentual e a manutenção da taxa Selic em 13,75% como desfecho da decisão do Copom nesta quarta-feira, 4, mas desde a última reunião, em setembro, o cenário mudou tão drasticamente em termos do balanço de riscos para a inflação que o Banco Central precisaria agir com urgência e dar um cavalo de pau na política monetária, elevando os juros agora. Números dessa magnitude podem gerar leituras apressadas, como se os agentes de mercado estivessem apostando “contra” o governo, ou como se houvesse uma espécie de “chantagem” ou histeria especulativa. Entidades tributárias defendem a prorrogação do início da reforma tributária do consumo de 2027 para 2028. Em carta aberta, as instituições manifestam “profunda preocupação” diante da ausência de definições essenciais e dificuldades operacionais que impedem a preparação adequada dos contribuintes. Em 2027 está previsto o início da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá os tributos federais PIS e Cofins. Com isso, as entidades pedem que essa implementação seja postergada para, no mínimo, 2028, reservando o ano de 2027 apenas para a realização de testes. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Carlos Andreazza: Lula 4, Dilma 3 e a oposição bolsonarista sem Bolsonaro | Estadão Analisa 03.11.2026 1h 3m
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o atual cenário político brasileiro. Luiz Inácio Lula da Silva entrará em seu quarto mandato diante de uma sociedade dividida, um Congresso em que precisará construir maiorias, compromissos de campanha e a obrigação política de entregar crescimento. Com a dívida pública elevada, juros altos e famílias endividadas, como o governo reagirá nesse conflito entre ambições políticas e restrições econômicas? O Brasil está diante de ‘Lula 4’ ou de uma espécie de ‘Dilma 3’? No Palácio do Planalto, o governo joga todas as fichas para aprovar no Senado, nesta terça-feira, 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que aumenta as atribuições do governo federal no combate ao crime organizado. Mas a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva da redução da maioridade penal subiu no telhado depois da eleição. A PEC é uma das prioridades de Lula para o quarto mandato, tanto que ele condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à sua aprovação. A avaliação do governo é que, se a PEC não passar agora, dificilmente irá adiante em 2027, quando o Congresso terá uma composição mais conservadora e a oposição promete ser ainda mais dura. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa 29.10.2026 1h 8m
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país. Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump. Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial. “O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos. A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil. O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado. Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista. “Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita. “Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Carlos Andreazza: A revanche de Moraes e a fuga de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 28.10.2026 1h 6m
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes e do senador Flávio Bolsonaro. Tão logo foi confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se sentiu autorizado a voltar a tomar medidas polêmicas e excessivas. A primeira demonstração de força ocorreu apenas sete minutos após a consolidação do resultado das urnas, quando a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL) — solicitação atendida de pronto por Moraes. A Polícia Federal citou “risco concreto de evasão” ao pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O magistrado acatou e determinou a entrega do documento até a manhã de terça-feira, 27. Flávio descumpriu a ordem e fugiu para os Estados Unidos, onde seu irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro vive. No pedido, a PF justifica a medida pelo “precedente concreto” de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado. A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos abre uma disputa acirrada pelo comando da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato. Até agora, o PL não definiu quem exercerá esse papel e há uma briga nas fileiras do bolsonarismo pelo espólio político de Jair Bolsonaro. Embora o mandato de Flávio termine em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função, ele próprio anunciou, um dia após a derrota para Lula, que irá “organizar” a oposição ao governo. A portas fechadas, aliados de Flávio dizem que os senadores eleitos Michelle e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, não têm esse perfil. Os dois, aliás, nem se falam. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Carlos Andreazza: Lula reeleito, e Moraes já vai à forra contra Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 27.10.2026 1h 12m
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF, que determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro entregue seus passaportes. O senador afirmou que vai pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mais cedo, a Polícia Federal (PF) o intimou a entregar os passaportes. Moraes já tinha determinado o bloqueio de bens móveis e imóveis e o sequestro de R$ 6 bilhões das contas do advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O líder da bancada de oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL), protestou contra a intimação da Polícia Federal ao parlamentar, para entrega de seu passaporte. Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF. O primeiro é relacionado a pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse e o segundo é para apurar lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. O senador disse que a decisão de Moraes foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição, e questionou se isso teria acontecido caso ele tivesse sido eleito presidente. Declarou que a “democracia faliu” no Brasil, que vai entregar o passaporte à PF e que “vai se defender dessa aberração”. Na decisão de Moraes também consta a proibição de Flávio manter contato com o advogado Willer Tomaz. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Lula reeleito: algumas hipóteses sobre a virada monumental | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 26.10.2026 1h 15m
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger para um quarto mandato. A mobilização que saiu das redes sociais e chegou às ruas foi uma das chaves para entender a virada inédita de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo. O movimento, puxado por André Janones (Redes-MG), contribuiu para derrubar a abstenção ao menor patamar em 20 anos, abrindo caminho para a vitória do presidente, dizem especialistas ouvidos pelo Estadão. “O poder de mobilização foi fundamental para o maior comparecimento e mudança de eleitores que votaram branco ou nulo”, afirma Maurício Moura, economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia. A reeleição de Lula fortalece as chances de o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) serem reconduzidos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente. Mesmo assim, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam sob o risco de sofrerem processo de impeachment a partir de 2027. O resultado das urnas ainda não havia sido anunciado quando o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), postou no X críticas duras à decisão de Cristiano Zanin. O Senado é o foro para processar e julgar ministros do Supremo. Flávio perdeu a eleição, mas tem maioria no Senado. Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feita pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Lula x Flávio Bolsonaro: o último debate | Estadão Analisa com Carlos Andreazza 23.10.2026 1h 14m
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a reta final da campanha eleitoral desse ano. A apenas dois dias da eleição, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão nesta sexta-feira, 23, o último debate na disputa pela Presidência da República. Os dois chegam à reta final tecnicamente empatados nas principais pesquisas de intenção de voto, com o senador numericamente à frente do presidente da República. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, tanto Flávio quanto Lula trabalham com suas equipes para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo, 18, pela Band e pelo Estadão. A avaliação das duas campanhas é que uma mudança de postura é necessária para evitar rejeição do eleitorado. A repercussão do primeiro confronto entre Flávio e Lula foi muito negativa. Comentaristas e analistas políticos criticaram a falta de discussão de propostas entre os dois candidatos. Grupos focais e pesquisas qualitativas feitas por institutos de pesquisa também indicaram insatisfação com a conduta dos candidatos, como mostrou o Estadão. O presidente Lula decidiu dedicar dois dias à preparação para o debate. Descartou viajar pelo País nesta quinta-feira, 22, e permaneceu no Palácio da Alvorada para discutir estratégias. A pausa também é uma oportunidade para recuperar a voz - a rouquidão característica do presidente tem piorado nos últimos dias por causa da intensa agenda de campanha. Flávio Bolsonaro também reservou dois dias para a preparação. Nesta quinta-feira, 22, em Brasília, esteve com integrantes de sua campanha e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Carlos Andreazza: Flávio Bolsonaro caiu na armadilha de Lula? | Estadão Analisa 22.10.2026 1h 7m
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Eleição dos rejeitados: Lula pressiona por erro de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 21.10.2026 1h 14m
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a campanha eleitoral deste ano. O presidente Lula subestimou Flávio Bolsonaro no primeiro turno da disputa, subiu no salto alto e agora, nos últimos dias, tenta criar fatos políticos para virar o jogo, lançando cascas de banana na direção do adversário. A aposta da vez é o desafio para que Flávio abra o seu sigilo bancário, fiscal e telefônico. A cinco dias da eleição, Lula partiu para uma jogada de marketing e de impacto: entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ofício autorizando a quebra de seu sigilo, assim como o de sua mulher, Janja, e de seus filhos, desde que Flávio e a família dele, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro façam o mesmo. “Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto. E eu quero ver se ele tem coragem”, disse Lula em evento de campanha no Maranhão. O senador do PL disse a auxiliares que não vai cair no que chamou de “armadilha”, mas tem tratado a questão com desdém, afirmando que Lula “não tem nem celular” para abrir o sigilo telefônico. Aliados do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) receberam a missão de tentar virar votos e atrair eleitores indecisos em cidades pequenas onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em 2022. No Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político da família Bolsonaro, nomes como o do senador reeleito Carlos Portinho (PL) estão mapeando municípios onde o petista venceu para irem às ruas conversar com as pessoas. A ideia da ofensiva é que, diante de uma eleição presidencial tão acirrada, “todo voto conta” para ampliar a vantagem do filho 01 de Jair Bolsonaro em seu Estado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa 19.10.2026 1h 14m
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o primeiro debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2026, realizado pela Band em parceria com o Estadão, que foi marcado por um clima tenso e trocas de acusações de corrupção. O senador insistiu que a mudança no governo federal é necessária para melhorar a vida dos brasileiros, principalmente na economia e na segurança pública, enquanto o atual presidente alternou a defesa da própria gestão com tentativas de desgastar Flávio. A uma semana do pleito, as pesquisas indicam empate técnico, com o filho de Jair Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente. Precisando de uma virada, Lula trouxe ao debate o histórico de votações de Flávio quando era deputado estadual, a defesa de policiais envolvidos em crimes no Rio de Janeiro e a ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O resultado foi misto. Flávio conseguiu desviar das principais cascas de banana, irritando o presidente que o acusou de não responder às perguntas. O senador, contudo, fez um mea culpa sobre a gestão de Bolsonaro na pandemia. O primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, 18, pela Band/Estadão, teve provocações, bate-bocas e pedidos de expulsão nos bastidores. A tensão entre os candidatos se estendeu à plateia, onde aliados dos dois lados trocaram acusações, comemoraram respostas e tentaram orientar os presidenciáveis durante o confronto. Em diferentes momentos, integrantes da organização precisaram intervir para conter os desentendimentos. Antes mesmo do início do debate, o clima já era de expectativa entre as duas equipes. Flávio fez uma oração no estúdio, enquanto Lula demonstrava tranquilidade à espera do confronto. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Andreazza: Lula no Jornal Nacional e os 4 anos em 1 mês | Estadão Analisa 16.10.2026 1h 9m
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo. No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos. O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Leia mais aqui. Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma. A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores. Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado. Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal. Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação. Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky. Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa 15.10.2026 1h
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano. Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão. A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto. Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos. Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato. Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL: Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito. Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade. Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno. No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado. “Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa 14.10.2026 1h 4m
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano. A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado. As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas. Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras. O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida. Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”. Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro. No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa 13.10.2026 1h 5m
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil. No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano. Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais. O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral. O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição. Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral. Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Mas o pedido de Paes foi rejeitado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo  See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • ‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa 09.10.2026 1h 9m
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições. A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno. E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1. Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa 08.10.2026 58m
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre os acontecimentos após o primeiro turno das eleições deste ano. Ainda na ressaca do resultado das urnas, dois influentes integrantes do PT baiano conversavam em um restaurante em Brasília: “Tirem o microfone e as redes sociais de Janja e o presidente Lula volta a ter chances de reverter o quadro”. ​A Coluna do Estadão presenciou a cena, que foi seguida desta observação: “O problema é que ninguém tem coragem de falar isso para o presidente”. ​A queixa era sobre a participação da primeira-dama, Rosângela da Silva, na campanha em Salvador. Em um grande ato público, ela resolveu atacar Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando de “piá de bosta” aquele que, dias depois, se tornaria o deputado federal mais votado do país, com 3,1 milhões de votos. Ou seja: em vez de impulsionar o marido, deu palanque digital para a oposição. No dia seguinte, ​foi a ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que comanda o PT no Tocantins, que teve coragem de falar. Não diretamente ao presidente, mas em alto e bom tom num encontro do PT, para a mensagem chegar a Lula. E suas declarações passaram a ser tratadas como um “desabafo coletivo no PT”. ​A ex-senadora criticou a postura protagonista de Janja, que por vezes se sobrepõe a Lula. Listou deslizes como o fato de a primeira-dama cantar música gospel em comícios, embora não seja evangélica. ​Na reta final do primeiro turno, Janja também usou uma medalha de Nossa Senhora Aparecida após boatos sobre a padroeira. A primeira-dama exibiu o colar com a imagem da santa católica em ato público na sexta-feira, 28, ao lado de Lula, e logo virou alvo de críticas por suposto oportunismo religioso, já que nunca se declarou católica, e sim praticante da umbanda. Do outro lado, a necessidade de construir pontes com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o receio de municiar a oposição com a tese de que o governo Lula, em dobradinha com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentaria um “golpe judicial” caso Flávio seja eleito presidente fez a Polícia Federal arquivar rapidamente o pedido de investigação sobre a suposta interferência dos Estados Unidos na eleição do Brasil. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, declarou que havia iniciado um procedimento para averiguar se houve ingerência externa no pleito. Horas depois, quando as urnas mostraram vitória de Flávio sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, os bolsonaristas dispararam o alerta. O termo “golpe judicial” começou a circular em conversas reservadas no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Andrei foi chamado para uma reunião no gabinete do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira, 6. No encontro extra-agenda, a conclusão foi de que não havia respaldo do TSE, da Procuradoria-Geral da República e nem de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para sustentar a investigação. Portanto, insistir no caso traria mais problemas para o STF, especialmente aos ministros ligados a Lula. E a orientação agora é tentar criar pontes com Flávio. Procurado por meio da assessoria, Moraes não se manifestou. ​A PF confirmou o arquivamento nesta quarta-feira, 7. O pedido de investigação havia sido provocado por uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa 07.10.2026 1h 9m
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que afirmou nesta terça-feira, 6, que a direita terá, a partir de 2027, maioria para fazer os presidentes da Câmara e do Senado, além de realizar mudanças constitucionais. “O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado. Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara. Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiânia. Flávio voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse, sem citar nomes, que os “mesmos que tiraram Bolsonaro do Poder colocaram o filho dele”. Durante o discurso, apoiadores do senador presentes no local gritaram “Fora Moraes”. o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e parte dos seus aliados, adotaram uma repentina “mansidão” em relação aos bolsonaristas. Nesta terça-feira, 6, Moraes autorizou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a cumprir pena no regime semiaberto. “Débora do Batom”, como ficou conhecida, foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça em frente ao STF, durante os atos golpistas de 8 de janeiro. Ela virou uma espécie de símbolo dos excessos do Supremo na aplicação de penas nesse episódio e foi tema de muita conversa entre eleitores neste ano. Somente agora conseguiu essa progressão. Horas depois, o ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido de investigação, por suspeita de estupro e suborno, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que é o vice da chapa à presidencial de Flávio. A Procuradoria-Geral da República não havia encontrado elementos que justificassem uma investigação. As três decisões ocorreram em sequência e têm um fator político em comum: foram proferidas depois de a crise do Supremo impactar diretamente no resultado das urnas e Flávio Bolsonaro terminar à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pela Presidência por 47,03% contra 45,16%. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa 06.10.2026 1h 7m
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial. Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”. A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte. Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado. “Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem. O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro. No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026. Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos. No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2). O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história. Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde. O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018. Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos. Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha. Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos. Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro. O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
  • STF puxador de votos. Lula no passado. E o eleitor agora diante Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa 05.10.2026 1h 14m
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o resultado das eleições. A passagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma crise no PT. A partir de agora, a principal estratégia da campanha de Lula à reeleição será explorar o medo contra um possível retorno da família Bolsonaro ao poder. Flávio, por sua vez, vai jogar parado, aproveitando a vantagem obtida com a onda da direita no País. No QG do presidente, a avaliação é de que será difícil virar votos porque há um clima antipetista no País. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) plantaram, ao longo das últimas semanas, sementes de um confronto que abalou as instituições e, em muitos aspectos, interferiu na disputa eleitoral. Decisões pouco convencionais, confronto entre integrantes da Corte e atropelos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive mudando regras de debates e forçando um cenário que poderia ser favorável a Lula, tiveram uma resposta convicta nas urnas. A direita cresceu de forma consistente no Congresso e nos governos estaduais e chega em vantagem na disputa presidencial. A maioria dos eleitos para o Senado neste domingo, 4, defende a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e também uma limitação aos mandatos dos integrantes da Corte. O resultado foi compilado a partir de respostas a levantamento do Estadão com os candidatos que registravam, nas últimas semanas, melhor desempenho numérico em pesquisas. Há dúvidas de como parte do STF reagirá a esse cenário em que está contra a parede. Garantir a vitória de Lula no segundo turno, para alguns ministros, pode significar equilibrar moderadamente o jogo. É o presidente quem indicará ao menos três, e talvez quatro, ministros para a Suprema Corte. Se Flávio vencer, a segunda proteção para Moraes e companhia, que até aqui tem garantido que ele não seja investigado por ordem do Plenário do Tribunal, também cairá cedo ou tarde. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo  See omnystudio.com/listener for privacy information.

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