Podcast Canaltech
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O Podcast Canaltech é um resumo diário das principais notícias de tecnologia, publicado de terça a sábado a partir das 7h. O conteúdo é produzido pela equipe do Canaltech, um dos maiores portais de tecnologia do Brasil. O podcast oferece uma forma prática de se manter atualizado sobre o mundo tech.
Episodes
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Por que a corrida pela IA pode levar países a disputar recursos da Lua? 02.10.2026 15mO que uma pergunta feita ao ChatGPT pode ter a ver com a exploração da Lua? A conexão passa por algo que nem sempre aparece quando usamos inteligência artificial: a estrutura física necessária para colocar essa tecnologia em funcionamento. No Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com o geofísico e divulgador científico Sérgio Sacani sobre como energia, capacidade de processamento e recursos naturais entram nessa discussão. Gravada durante o Startup Summit, a entrevista aproxima assuntos que parecem distantes, mas se encontram no debate sobre o futuro da tecnologia. Sacani apresenta sua visão sobre o interesse nos recursos lunares e as possibilidades de aproveitamento de materiais como o hélio-3. A conversa também aborda propostas de data centers no espaço e as disputas que a exploração fora da Terra pode provocar. Entre as perguntas estão os limites físicos do crescimento da IA, a viabilidade da mineração lunar e quem poderia utilizar os recursos extraídos da Lua. São possibilidades que envolvem desafios científicos, tecnológicos e econômicos, e não soluções prontas para os problemas de hoje. Você também vai conferir: Prefeitura de São Paulo decidiu não adotar radares com IA por enquanto, Samsung prepara óculos com inteligência artificial para disputar espaço com a Meta e teste na BYD Shark revelou como um hacker pode controlar funções do carro à distância. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Nathan Vieira e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Violência contra crianças: o que muda com a internet e como prevenir 01.10.2026 15mA internet ampliou o alcance de uma violência que já existia fora das telas. Como proteger crianças e adolescentes quando o problema envolve tanto o ambiente digital quanto as relações com pessoas próximas? Neste episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta e professora de Direito Constitucional, sobre prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes. A entrevista foi gravada durante o Studio Summit Mulheres nas Profissões. Na conversa, Luciana explica que a violência nem sempre envolve força física ou um desconhecido. Ela pode acontecer por meio de aproximação e manipulação, inclusive dentro da família. Por isso, ouvir as crianças e ampliar o conhecimento dos adultos são pontos centrais para a prevenção. A entrevistada também aborda como o ambiente digital pode ampliar a escala dos abusos e defende que o enfrentamento precisa alcançar a cultura que permite essas violências. Para ela, a proteção é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, poder público e sociedade, incluindo as empresas. Outro destaque é o Guia Saber Liberta, voltado a familiares e cuidadores de crianças de zero a dez anos. Segundo Luciana, o material reúne orientações e atividades para ajudar os adultos a criar um ambiente de proteção com uma linguagem adequada à infância. O episódio ainda discute a relação entre proteger meninas, garantir sua permanência na escola e ampliar suas oportunidades no futuro. Você também vai conferir: criadora do Claude alertou investidores sobre riscos da própria IA, TSE vai usar a Starlink para transmitir resultados das eleições em áreas sem internet e Chip quântico da IBM faz em segundos cálculo que levaria mais de um século. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, João Melo e Raphael Giannotti. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improtae a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como abrir caminhos para mulheres na liderança e no empreendedorismo? 30.09.2026 31mO Banco do Brasil criou programas para ampliar a presença de mulheres em cargos de liderança. Mas, mesmo com vagas reservadas, a procura inicial foi menor do que a instituição esperava. O que estava acontecendo? Em entrevista ao Podcast Canaltech, gravada no Summit Mulheres nas Profissões, Bianca Furlaneto, executiva de empreendedorismo, micro e pequenas empresas do Banco do Brasil, conta que uma das principais preocupações das profissionais era a possibilidade de precisar se mudar para longe da família e da rede de apoio. A partir dessa descoberta, o banco passou a considerar a região onde elas poderiam assumir uma nova função. Bianca também fala sobre o papel de mulheres que já ocupam posições de liderança e sobre a importância de criar contatos para quem está construindo um negócio. Segundo ela, encontrar fornecedores, compradores e pessoas com experiências diferentes pode abrir caminhos para uma pequena empresa crescer. Na segunda parte da conversa, o assunto chega a uma dúvida comum entre empreendedores: como vender bastante e, ainda assim, ficar no vermelho? Bianca explica por que é importante conhecer os números da empresa, acompanhar o fluxo de caixa e usar os dados disponíveis para se preparar antes que um problema apareça. Ela apresenta ainda iniciativas do banco voltadas ao empreendedorismo feminino, como a plataforma gratuita Mulheres no Topo. Você também vai conferir: 5G do Brasil é o mais rápido do mundo pelo terceiro ano seguido, veja o que acontece quando robôs de IA burlaram bloqueios e Google Assistente está saindo dos celulares Android. Entenda o que entra no lugar Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer E Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O celular pode substituir o computador na edição de vídeos? 29.09.2026 15mEditar um vídeo com qualidade profissional já não significa necessariamente sentar na frente de um computador. Com smartphones mais potentes e ferramentas de inteligência artificial, etapas que antes exigiam equipamentos e conhecimento técnico estão cada vez mais acessíveis pelo celular. É nesse cenário que a Adobe lança o Premiere para Android. O aplicativo permite editar vídeos do começo ao fim pelo smartphone, com recursos de corte, filtros, melhoria de áudio e ferramentas de inteligência artificial. A exportação pode ser feita em até 4K gratuitamente. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Vitor Gomes, gerente sênior de Marketing de Produtos da Adobe, explicou que a mudança acompanha uma nova geração que já produz conteúdo sem depender do computador. A versão mobile também aposta em um modelo gratuito para as principais ferramentas de edição, sem anúncios e sem exigir login para começar a usar. A monetização aparece principalmente em recursos de inteligência artificial e armazenamento. Durante a conversa, Vitor também explicou como o Premiere pretende disputar espaço em um mercado que já conta com ferramentas populares de edição pelo celular, como o CapCut, e falou sobre o papel da IA na rotina de quem trabalha com vídeo. Para ele, o celular também pode ampliar o acesso à produção profissional, especialmente em mercados como o Brasil, onde comprar um computador de alto desempenho ainda não é uma realidade para todos. A entrevista ainda aborda privacidade e uma dúvida cada vez mais presente com o avanço da IA: a Adobe usa os vídeos e outros conteúdos criados pelos usuários para treinar seus modelos? Você também vai conferir: Nvidia cria “freio de mão” para impedir que agentes de IA ultrapassem limites, A antena da Starlink cai para 426 reais e Anúncio suspeito nas redes? Uma nova regra vai permitir consultar o histórico da publicidade paga. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Google explica como agentes de IA vão mudar a segurança na internet 28.09.2026 20mA inteligência artificial já consegue escrever textos, criar imagens, programar e executar tarefas sozinha. Mas essa mesma evolução também está mudando uma área que afeta praticamente todo mundo que usa a internet: a cibersegurança. Com agentes de IA cada vez mais capazes de agir de forma autônoma, encontrar vulnerabilidades e executar diferentes etapas de uma tarefa, surge uma nova disputa. De um lado, criminosos podem usar a tecnologia para tornar ataques mais rápidos e sofisticados. Do outro, empresas de segurança também recorrem à IA para identificar e corrigir falhas em menos tempo. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Brian Roddy, VP global de Segurança do Google, sobre como essa transformação está acontecendo e o que muda para empresas e usuários. Durante a conversa, Roddy explica como a IA está sendo usada para encontrar vulnerabilidades, fala sobre tecnologias como CodeMender e Gemini 3.8 Flash Cyber e discute até onde agentes podem atuar de forma autônoma sem tirar os humanos do controle. A entrevista também aborda o papel do Brasil nessa estratégia. O Google inaugurou em São Paulo seu segundo centro de engenharia no país, onde profissionais brasileiros trabalham em tecnologias que podem ser usadas por bilhões de pessoas ao redor do mundo. Você também vai conferir: Nova regra da China pode aumentar a autonomia dos carros elétricos vendidos no Brasil, Google vai testar data center de inteligência artificial no espaço, mudança na CNH libera motoristas para dirigir elétricos e híbridos mais pesados. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick TeixeiraSee omnystudio.com/listener for privacy information. -
Mouse e teclado para trabalhar: o que faz diferença na escolha? 27.09.2026 12mUm mouse que cabe na mochila, um teclado confortável para usar por horas e uma bateria que não deixa você na mão. Na hora de escolher periféricos para trabalhar, o que realmente faz diferença? Em entrevista ao Podcast Canaltech, Alan, gerente de categoria de soluções para trabalho da Logitech, conversa com o repórter Gabriel Cavalheiro sobre os lançamentos da linha Signature no Brasil e os cuidados por trás do desenvolvimento desses produtos. A conversa passa por conforto, durabilidade, conexão e pelas diferentes necessidades de quem trabalha em casa, no escritório ou em trânsito. Alan também explica como a linha Signature se diferencia de outras opções da marca e comenta os desafios de trazer produtos para o mercado brasileiro. Você também vai conferir: Celulares poderão se conectar à Starlink sem precisar de antena, novo smartwatch da Xiaomi promete até 14 dias longe da tomada e IA da OpenAI encontra brecha sozinha e invade sistema real. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, João Melo e Viviane França, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O que acontece com seu voto depois do “confirma” na urna? 25.09.2026 32mVocê digita o número, confere o candidato e aperta “confirma”. Mas o que acontece com o voto a partir daí? E existe alguma maneira de descobrir em quem você votou? No Podcast Canaltech, a repórter Elisa Fontes conversa com Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para entender o funcionamento da urna eletrônica sem complicar o assunto. Ele explica como o voto é registrado, por que não fica associado ao nome do eleitor e o que significa dizer que a urna não se conecta à internet. A conversa também passa pelos testes de segurança, pelas mudanças feitas ao longo dos 30 anos da urna eletrônica e pelo uso de inteligência artificial nos testes do sistema. Você também vai conferir: Meta cria “Tamagotchi” com inteligência artificial que cabe no bolso, Spotify deixa usuários ajustarem o próprio algoritmo de recomendações e Xiaomi lança celulares que percebem quando alguém está espiando a tela. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como reinventar um clássico? O caso do Copo Americano 24.09.2026 11mO Copo Americano está presente na casa de muitos brasileiros há gerações. Como uma marca com tanta história consegue continuar próxima de quem já a conhece e, ao mesmo tempo, conversar com novos consumidores? Essa foi uma das perguntas da entrevista com Katia Ambrosio, Head de Marketing da Nadir, gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões. Ela conta como a empresa combina a memória afetiva de seus produtos com novas parcerias, edições especiais e mudanças na forma de se comunicar. Na conversa, Katia também fala sobre a presença de mulheres em cargos de liderança na Nadir e sobre o que aprendeu ao construir a própria carreira. Para ela, ter clareza sobre onde se quer chegar e encontrar apoio em outras mulheres faz diferença nessa trajetória. Você também vai conferir: Semáforos com radar podem ser obrigados a ter contagem regressiva, smartwatch solar da Amazfit promete até 25 dias longe da tomada e e-Título deve ser baixado e ativado até sábado antes da votação. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Currículo não basta: o que realmente faz diferença na carreira hoje 23.09.2026 11mUm bom currículo ainda é importante, mas pode não ser suficiente para conquistar uma oportunidade ou crescer profissionalmente. Em um mercado de trabalho que muda rapidamente, características como curiosidade, coragem e empatia podem fazer a diferença. No novo episódio do Podcast Canaltech, Dú Magliano, cofundador da 99jobs, explica por que a curiosidade ajuda os profissionais a reconhecer oportunidades, ampliar o repertório e se preparar para um mundo em transformação. Para ele, também é preciso ter coragem para lidar com as recusas que surgem durante a busca por emprego — e até mesmo depois da contratação, quando ideias e projetos nem sempre são aprovados. Magliano ainda fala sobre empatia, diversidade e a importância de abrir oportunidades para mulheres e pessoas negras no mercado de trabalho. A entrevista foi gravada durante o Studio Summit Mulheres nas Profissões, evento voltado ao desenvolvimento profissional e à ampliação da presença feminina em posições de liderança. Você também vai conferir: Amazon bloqueia IA da Meta capaz de fazer compras por usuários, Meta prepara cabo submarino com capacidade recorde para transmitir dados e STF vai decidir se cidades podem proibir a atuação de flanelinhas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, João Melo e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como usar IA para cuidar melhor do seu dinheiro 22.09.2026 14mAplicativos já ajudam a escolher caminhos, pedir comida, chamar um carro e até conhecer outras pessoas. Agora, tecnologias como inteligência artificial e Open Finance também começam a assumir outro papel: ajudar cada pessoa a entender melhor os próprios gastos e tomar decisões mais conscientes sobre o dinheiro. Na prática, essas ferramentas podem funcionar como uma espécie de “GPS da vida financeira”. Ao analisar quanto uma pessoa ganha, gasta ou investe, uma aplicação pode indicar caminhos, alertar sobre escolhas que afastam determinado objetivo e oferecer orientações mais próximas da realidade de cada usuário. Mas até onde a tecnologia pode interferir nas decisões financeiras? Para Nathalia Arcuri, fundadora da Me Poupe!, a ferramenta pode mostrar rotas, riscos e alternativas, mas a decisão final precisa continuar nas mãos de cada pessoa. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Nathalia também fala sobre o uso da tecnologia para democratizar a educação financeira. Segundo ela, o desafio não está apenas no acesso à internet, mas também na forma como as ferramentas funcionam em diferentes celulares e, principalmente, na linguagem utilizada para conversar com quem mais precisa desse conhecimento. A discussão ganha ainda mais importância diante do crescimento das bets no Brasil. Nathalia chama a atenção para o fato de que pessoas com menor poder aquisitivo também utilizam aplicativos e serviços digitais, mas nem sempre encontram nesses ambientes informações capazes de ajudá-las a cuidar melhor do dinheiro. A conversa aborda ainda os limites da inteligência artificial, a combinação entre tecnologia e impacto social e os planos da Me Poupe! para levar educação financeira a escolas públicas e particulares a partir de 2027. Você também vai conferir: Novas regras do Pix podem facilitar a recuperação de dinheiro após golpes, Xiaomi prepara novo celular top de linha com duas telas e Brasil vira teste global para uso de IA nas eleições. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
IA pode sair do controle? Entenda o alerta que preocupa o mercado 21.09.2026 32mO desenvolvimento acelerado da inteligência artificial voltou a acender um alerta no mercado de tecnologia. Depois que um ex-funcionário da Anthropic afirmou existir uma chance de 10% de a IA provocar uma catástrofe nos próximos dez anos, líderes do setor passaram a discutir com mais força a necessidade de reduzir o ritmo dessa corrida. Mas desacelerar não é uma decisão simples. Enquanto nomes ligados à Anthropic, OpenAI e Google DeepMind defendem mais cautela, Mark Zuckerberg, Donald Trump e outros representantes do setor acreditam que é possível continuar avançando com segurança. A discussão também envolve uma disputa geopolítica. Para os Estados Unidos, diminuir o ritmo pode significar perder espaço para a China em uma tecnologia capaz de transformar a ciência, a indústria, a segurança e até a forma como guerras são conduzidas. Neste episódio do Podcast Canaltech, o repórter Marcelo Fischer conversa com Pedro Burgos, jornalista e consultor de IA, sobre os riscos reais da inteligência artificial, as divergências entre os líderes do setor e os interesses por trás da corrida tecnológica mais importante da atualidade. Você também vai conferir: Starlink prepara nova geração de satélites com capacidade até 10 vezes maior, GoPro lança microfone sem fio no Brasil para disputar mercado com a DJI e Spotify vai começar a pagar criadores brasileiros por videocasts. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Tecnologia revela para onde vão os resíduos produzidos no Brasil 18.09.2026 21mVocê sabe o que acontece com um resíduo depois que ele é descartado? A resposta pode estar em uma enorme quantidade de dados produzidos por empresas, governos e órgãos ambientais, informações que ajudam a revelar quanto lixo geramos, quem é responsável por ele e qual destino recebe. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Aline Fonseca, fundadora e CEO da Waste Data, empresa que utiliza dados e tecnologia para gerar inteligência sobre resíduos. A plataforma reúne informações de bases públicas e de manifestos de transporte de resíduos de mais de 20 estados brasileiros. Com isso, é possível acompanhar onde determinado material foi gerado, quem realizou o transporte, qual empresa recebeu o resíduo e que tipo de tratamento foi adotado. Durante a conversa, Aline explica como esse grande volume de informações é transformado em painéis que facilitam a visualização do fluxo dos resíduos e apoiam decisões de empresas e governos. A tecnologia também pode ajudar a identificar regiões que não possuem estruturas adequadas de tratamento e precisam transportar seus resíduos por grandes distâncias. Esse deslocamento aumenta os custos e pode gerar mais emissões de carbono. Outro ponto discutido no episódio é o papel da inteligência artificial no cruzamento de diferentes bases de dados. A Waste Data trabalha no desenvolvimento do Mapa Circular, projeto que pretende reunir informações sobre atividades econômicas, coleta seletiva e destinação de resíduos nos municípios. A entrevista mostra ainda como esses dados podem chegar à população. Com acesso a informações sobre reciclagem e descarte em cada cidade, os moradores podem compreender melhor os problemas locais e cobrar medidas mais efetivas do poder público. Você também vai conferir: iFood aposta em IA e entregas de 20 minutos para enfrentar rivais chinesas, Siri ganha IA e promete entender de verdade o que você quer e Zona Azul pode ter 15 minutos grátis em todo o Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fisher, Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Racismo algorítmico: como a IA pode reforçar preconceitos 17.09.2026 18mSistemas de reconhecimento facial que confundem pessoas negras, entregadores bloqueados depois de mudar o cabelo e ferramentas de inteligência artificial que repetem informações racistas sobre saúde. Esses casos mostram que os avanços tecnológicos também podem reforçar desigualdades que já existem na sociedade. Esse problema é conhecido como racismo algorítmico. Ele acontece quando sistemas automatizados reproduzem ou aprofundam a discriminação racial por meio de decisões tomadas com base em dados, modelos e critérios que nem sempre são transparentes. Mas atribuir o problema apenas aos dados usados para treinar uma inteligência artificial pode esconder parte importante da discussão. Afinal, existem escolhas humanas em todas as etapas: desde a coleta das informações até os testes realizados antes de uma ferramenta chegar ao público. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. O repórter João Mello conversou com Tarcízio Silva, pesquisador, cofundador da Associação Desvelar e autor do livro “Racismo Algorítmico: Inteligência Artificial e Discriminação nas Redes Digitais”. Durante a entrevista, Tarcízio explica como o racismo pode aparecer em ferramentas de reconhecimento facial, filtros de imagem e modelos de IA generativa. Ele também alerta para os riscos de sistemas que repetem informações falsas e preconceituosas em áreas sensíveis, como a saúde. A conversa ainda discute por que ter equipes mais diversas não é suficiente quando essas pessoas não participam das decisões e quais mecanismos podem reduzir os riscos, como a curadoria dos dados, os testes contínuos e os relatórios de impacto algorítmico. No fim, o pesquisador explica como usuários podem denunciar situações discriminatórias e por que a mobilização coletiva é essencial diante de empresas que concentram tanto poder. Você também vai conferir: Bill Gates propõe acordo global para evitar o caos com a IA, Apple libera Apple TV e Arcade de graça para assinantes do iCloud+ e Google Tradutor agora traduz conversas por voz mesmo sem internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
25 TB por dia: como o Rio transforma dados em serviços 16.09.2026 17mUma viagem de ônibus, um atendimento em uma unidade de saúde ou o registro de presença de uma criança na escola. Ações comuns como essas geram dados que podem revelar muito sobre o funcionamento de uma cidade e as necessidades de seus moradores. No Rio de Janeiro, aproximadamente 25 terabytes de dados passam diariamente por uma infraestrutura que reúne informações de diferentes áreas da administração municipal. Mas como transformar todo esse volume em serviços públicos melhores? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. O repórter João Mello conversou com Fernanda Scovino, chefe do Escritório de Dados da IplanRio. Ela atua no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para a Prefeitura do Rio e lidera a governança do Data Lake da cidade. O Data Lake funciona como uma infraestrutura integrada que conecta informações que antes ficavam separadas em diferentes secretarias. Entre elas estão dados de bilhetagem dos mais de 3 milhões de passageiros do transporte público, registros de frequência escolar e aproximadamente 150 mil atendimentos realizados diariamente nas unidades básicas de saúde. Quando essas informações começam a conversar, a prefeitura consegue ter uma visão mais ampla das necessidades da população. Um dos exemplos apresentados na entrevista é o programa Pequenas Cariocas, voltado ao acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças de até seis anos. Ao reunir dados de saúde, educação e assistência social, o município pode identificar, por exemplo, uma mãe que não realizou exames importantes ou uma criança que precisa de acompanhamento mais próximo. A partir desse alerta, um agente de saúde pode entrar em contato ou ir até a residência da família. A inteligência artificial também começa a fazer parte desse trabalho. Uma das aplicações em desenvolvimento ajuda a analisar documentos e apontar possíveis inconsistências, facilitando etapas de validação e fiscalização realizadas pelos servidores. Mas Fernanda alerta que nem todo problema precisa ser resolvido com IA. Antes de adotar a tecnologia, é necessário entender o processo, organizar os dados e realizar testes em pequena escala. Se o sistema ainda apresentar respostas pouco confiáveis ou se o problema tiver muitas ambiguidades, a melhor decisão pode ser não usar inteligência artificial naquele momento. A conversa também mostra como os dados podem ajudar a prefeitura a escutar melhor os moradores. Por meio de um chatbot no WhatsApp, a população pode enviar mensagens e áudios para acessar serviços ou relatar dificuldades. Se várias pessoas disserem que não conseguem tomar uma vacina porque a unidade de saúde fecha antes de elas voltarem do trabalho, por exemplo, a prefeitura pode identificar o problema e avaliar alternativas, como ampliar o horário ou organizar um mutirão. Você também vai conferir: Criminosos precisam de só 10 segundos para clonar sua voz com IA, seu iPhone pode estar gastando bateria mesmo quando você não está usando os apps e Radares com IA aplicam mais de 2 mil multas em apenas um mês. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Algoritmos podem aumentar a desinformação nas eleições? Entenda os riscos 15.09.2026 38mCom a aproximação das eleições, a desinformação volta a ocupar o centro das atenções. Uma imagem fora de contexto, um vídeo manipulado ou uma informação falsa podem circular rapidamente pelas redes sociais e alcançar milhares de pessoas antes mesmo de serem desmentidos. Mas entender esse problema exige olhar além de quem cria ou compartilha uma informação falsa. As próprias plataformas têm um papel importante nessa dinâmica. Os algoritmos ajudam a determinar o que aparece na tela de cada usuário, quais publicações ganham mais visibilidade e quais assuntos permanecem circulando por mais tempo. Em um período eleitoral, esse funcionamento levanta dúvidas sobre o impacto das redes sociais na formação da opinião pública. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Débora Salles, coordenadora-geral do NetLab, sobre os desafios para combater a desinformação nas redes sociais e o que muda quando essa discussão acontece em meio a uma eleição. A entrevista aborda como as plataformas influenciam a circulação de informações, o papel dos algoritmos na distribuição de conteúdo e as dificuldades para conter uma informação falsa depois que ela começa a ganhar alcance. A conversa também passa pela responsabilidade das big techs. Afinal, até onde uma plataforma pode ser considerada apenas o espaço onde determinado conteúdo foi publicado e a partir de que momento ela também precisa responder pela maneira como esse conteúdo é distribuído? Com novas tecnologias tornando cada vez mais fácil criar e manipular conteúdos, identificar o que é verdadeiro também se torna uma tarefa mais complicada para quem está do outro lado da tela. Em um cenário em que informação, tecnologia e política estão cada vez mais conectadas, saber como as redes sociais moldam aquilo que vemos pode ser tão importante quanto identificar uma notícia falsa. Como se proteger da desinformação? Qual é a responsabilidade das plataformas? E o que muda quando tudo isso acontece durante uma eleição? Você também vai conferir: Golpe usa app do Mercado Livre para roubar dados, data center que terá TikTok como cliente pode ser barrado no Ceará e Europa investe bilhões para desafiar Starlink de Elon Musk. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
É hora de comprar ar-condicionado para enfrentar o El Niño? 14.09.2026 28mO El Niño voltou e pode atingir intensidade muito forte entre a primavera e o verão de 2026. Com a possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, muita gente já começa a pensar em uma solução para enfrentar os dias e as noites de calor. Mas será que vale a pena comprar um ar-condicionado antes do verão? E como escolher um aparelho que seja adequado para o ambiente sem provocar um susto na conta de luz? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. A repórter Elisa Fontes conversou com Daniel Fraianeli, gerente de Produtos da TCL SEMP para a área de ar-condicionado comercial, e Álvaro Ruoso, gerente de Produtos da empresa para a área de ar-condicionado residencial. Os executivos explicam por que antecipar a compra pode facilitar a busca por preços, aparelhos e instaladores. No auge do calor, o aumento da procura pode elevar os valores e tornar mais difícil encontrar um profissional disponível para realizar a instalação. A conversa também mostra que escolher o aparelho mais barato nem sempre significa economizar. Um ar-condicionado com capacidade abaixo da necessária pode trabalhar por mais tempo e consumir mais energia. Por outro lado, um equipamento potente demais para o ambiente também pode prejudicar o conforto. Durante o episódio, os convidados explicam como calcular a capacidade adequada, por que observar a eficiência energética e quais cuidados tomar com a infraestrutura e a instalação. A inteligência artificial também entrou nessa discussão. Sensores e sistemas automatizados já permitem que alguns aparelhos ajustem o funcionamento de acordo com a temperatura, os hábitos dos usuários e até a localização do celular. Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Celulares, relógios e eSIM: os planos da Huawei para o Brasil 12.09.2026 18mA Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
O iPhone Duo pode mudar o mercado de celulares dobráveis? 11.09.2026 29mA Apple finalmente entrou no mercado de celulares dobráveis. Depois de anos acompanhando a evolução desse segmento, a empresa apresentou o iPhone Duo e abriu uma nova fase na disputa com Samsung, Motorola, Xiaomi, Huawei e Google. Mas a espera valeu a pena? O primeiro dobrável da Apple realmente oferece algo diferente dos aparelhos que já estão no mercado? Essas perguntas estão no novo episódio do Podcast Canaltech. Marcelo Fischer conversa com Bruno Bertonzin, redator de produtos do Canaltech, sobre os principais lançamentos da Apple e as mudanças na estratégia da empresa. Além do iPhone Duo, a companhia apresentou os novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. A geração traz câmera com abertura variável, novo processador e melhorias de eficiência energética, mas mantém a tradição de mudanças mais discretas entre um ano e outro. Outra novidade está no calendário. A Apple deixou o iPhone 18 convencional para o começo do próximo ano, quando o aparelho deve dividir espaço com uma nova versão de entrada. Na avaliação de Bruno, essa decisão pode ajudar a empresa a manter seus celulares em evidência no período em que concorrentes como Samsung e Xiaomi apresentam seus principais lançamentos. O grande assunto da conversa, porém, é o iPhone Duo. Bruno explica por que a Apple demorou tanto para lançar um dobrável e compara o aparelho com os modelos mais recentes da Samsung. Entre os destaques estão o suporte à Apple Pencil, as animações criadas para a transição entre as telas e recursos que aproveitam o celular parcialmente dobrado. Por outro lado, espessura, peso, design e preço ainda podem favorecer os concorrentes. A chegada da Apple também pode acelerar a evolução de todo o segmento. Com uma nova gigante na disputa, outras fabricantes ganham mais pressão para recuperar recursos, aprimorar seus aparelhos e tornar os celulares dobráveis mais atraentes. Você também vai conferir: Robôs da OpenAI criam rede para se comunicar sem autorização, WhatsApp ganha novo visual com efeito de vidro no iPhone e roubos de carros elétricos mais que dobram em São Paulo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Marcelo Fischer e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Como levar inteligência artificial para a escola pública? 10.09.2026 15mInteligência artificial, plataformas digitais e análise de dados já fazem parte das discussões sobre o futuro da educação. Mas como levar essas tecnologias para a escola pública sem ignorar desafios como acesso à internet, infraestrutura e falta de tempo dos professores? Esse é um dos temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o HackTown 2026, em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. O repórter João Melo acompanhou o evento e conversou com Bianca Dantas Silva, gerente de inovação da Fundação 1Bi, organização que desenvolve tecnologias sociais gratuitas em parceria com professores de escolas públicas. Entre os projetos está o AprendiZAP, plataforma que reúne conteúdos pedagógicos, atividades, avaliações e formação continuada para educadores. A iniciativa também conta com Mari, uma assistente de inteligência artificial treinada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e metodologias da plataforma. A proposta é usar a IA para apoiar tarefas reais do cotidiano dos professores, como adaptar materiais às necessidades dos estudantes ou preparar uma mensagem para os familiares. Mas inovação, nesse caso, não significa depender apenas da internet. A Fundação também trabalha com conteúdos que podem ser impressos, baixados ou usados offline para atender escolas com diferentes condições de infraestrutura. Na conversa, Bianca explica ainda como os dados podem ajudar a acompanhar a aprendizagem, quais cuidados são necessários no uso da inteligência artificial e por que a tecnologia precisa ser pensada como ferramenta de apoio ao professor. Você também vai conferir: Meta falha em barrar anúncios de abuso infantil criado por IA, Casio lança relógio “indestrutível” para condições extremas e filme revive a turbulenta demissão de Sam Altman da OpenAI. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Jaqueline Sousa. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information. -
Tecnologia pode ajudar a diminuir a desigualdade no mercado de trabalho? 09.09.2026 13mA presença feminina ainda é pequena em setores historicamente ocupados por homens e a Transpetro é um exemplo desse desafio. Hoje, as mulheres representam apenas 15% do quadro de funcionários da companhia, enquanto os homens são 85%. Para tentar mudar esse cenário, a empresa estabeleceu metas progressivas para ampliar a participação feminina em cargos de liderança até 2030. As ações incluem programas voltados ao desenvolvimento de lideranças femininas e mudanças nos processos internos de recrutamento e seleção. Em entrevista ao Podcast Canaltech durante o Summit Mulheres nas Profissões, Juliana Orta, gerente executiva de Recursos Humanos da Transpetro, explicou que o desafio começa antes mesmo da contratação. Por ser uma empresa estatal, a admissão de funcionários acontece por meio de processos seletivos públicos. Isso limita a possibilidade de a companhia escolher diretamente quem será contratado. A estratégia, segundo a executiva, é estimular mais mulheres a disputar essas vagas. Entre as iniciativas estão visitas a universidades e centros técnicos para apresentar oportunidades profissionais e incentivar candidatas a participarem dos processos seletivos. A companhia também mantém convênios para apoiar a formação de mulheres na engenharia. Outra mudança está prevista para um novo processo seletivo público da Transpetro, que contará com um mecanismo de paridade de gênero. A proposta é aumentar o equilíbrio entre homens e mulheres entre os profissionais selecionados. Dentro da companhia, a estratégia também passa pelas posições de liderança. A Transpetro possui metas definidas pelo conselho de administração e acompanhadas anualmente para aumentar a representatividade feminina até 2030. Tecnologia e inteligência artificial também começam a fazer parte dessa transformação. Embora a IA não seja utilizada na admissão por processo seletivo público, a Transpetro já recorre à tecnologia e à automação em etapas de processos internos para posições de liderança. Segundo Juliana, porém, o uso ainda acontece com cautela e acompanhado de avaliações humanas. Para a executiva, transformar um ambiente historicamente masculino exige principalmente consistência. Mudanças culturais levam tempo, e a expectativa é que a representatividade avance até que metas específicas de gênero deixem de ser necessárias. Você também vai conferir: ONU alerta para riscos de IAs poderosas demais, golpe do sósia usa semelhança facial para roubar identidades e GPT-6 Astra chega mais poderoso e com alerta de segurança Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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